sexta-feira, 14 de agosto de 2015
" O Poeta Da Vila E Seus Amores"
Espetáculo de Plínio Marcos celebra vida e obra de Noel Rosa no Teatro Commune
O lirismo e o samba de Noel Rosa, um dos maiores ícones da música brasileira, ganham os palcos com o espetáculo O Poeta Da Vila E Seus Amores. O musical estreia sábado, 29 de agosto às 19h no Teatro Commune em mais uma produção da Cia das Artes e conta com a dramaturgia de Plínio Marcos e direção de Antonio Netto.
A peça narra a vida do compositor e traz diversas músicas de sua carreira e convida o público a entrar no clima dos botequins cariocas, locais favoritos do artista. Os trechos de sua história são narrados de forma não linear, revezando-se entre momentos da infância e da idade adulta com os atores Alvaro Costa e Márcio Vasconcelos.
Mulheres como a mãe de Noel, as moças que abalaram seu coração e suas intérpretes favoritas, Araci de Almeida e Marília Batista, representam uma espécie de delírio, que recria o clima boêmio da Era do Rádio, dos grandes Carnavais e cabarés típicos dos arredores dos Arcos da Lapa.
A montagem tem músicas como Fita Amarela, Com que Roupa? As Pastorinhas, marchinhas de carnaval. “O musical aposta na simplicidade e na poesia das composições de Noel Rosa. Os atores cantam e tocam violão ao vivo, objetos do cotidiano como latas, caixa de fósforo ganham novas significações e se tornam instrumentos musicais de percussão”, conta o diretor.
Outro momento de destaque da encenação é a rivalidade entre Noel Rosa e Wilson Baptista, onde os dois fazem um combate com rimas e métricas de suas músicas. Em cena, o duelo é feito como uma espécie de repente com a divisão do palco entre os atores. As características de Plínio Marcos são mostradas pelo caráter urbano e da noite que envolvem os personagens e as tramas da história.
Antonio Netto enfatizou a importância de Noel Rosa. “Ele um transgressor, um divisor de águas responsável por dar uma nova cara para a MPB ao abranger todas as camadas da sociedade. Colocou os negros nos estúdios para gravar os seus sambas, pois somente podiam mostrar o seu talento musical nas ruas. Teve uma vida breve, porém suas influências ainda se refletem na música e na área social. Em função de todos esses fatores, discutir a obra e vida de Noel Rosa sempre será atual”.
O espetáculo integra a programação do projeto Oficina de Atores, iniciativa da Cia das Artes que objetiva a formação, por meio da pesquisa de linguagem do gesto mínimo, a montagem de textos da dramaturgia brasileira e internacional, além de fomento à criação de Coletivos Teatrais. Em 2015, a cia apresentou O Auto da Barca do Inferno e Até Onde A Vista Alcança. O grupo tem mais de 14 anos de atividade e já montou mais de 60 peças.
Teatro Commune – Rua da Consolação 1218 – Centro – São Paulo/SP
Temporada: 29 de agosto a 25 de setembro de 2015
Horários: sábados às 19 horas e domingos às 18h (29 e 30/agosto – 05 e 06, 12 e 13/setembro)
Observação: As duas últimas semanas, a peça se apresenta às quintas e sextas às 19h (17 e 18, 24 e 25/setembro)
Lotação: 99 lugares Duração: 60 minutos Recomendação: 12 anos. Ingressos: ANTECIPADO R$ 26,00 R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia entrada). A bilheteria será aberta uma hora antes do espetáculo.
"O Pequeno Príncipe"
(The Little Prince/ Le Petit Prince)
Dirigido por Mark Osborne (Kung-Fu Panda, Monstros Vs Alienígenas), é um tributo à obra popular de Antoine de Saint-Exupéry, que foi traduzida em mais de 250 línguas e que já vendeu mais de 145 milhões de cópias em todo o mundo. O filme é centrado na amizade entre um excêntrico velho, O Aviador (Marcos Caruso) e uma garotinha bem crescida que se muda para a casa ao lado com sua Mãe (Priscila Amorim). Através das páginas do livro do Aviador e seus desenhos, a menina (Larissa Manoela) descobre a história de como ele há muito tempo caiu em um deserto e encontrou o Pequeno Príncipe (Mattheus Caliano), um menino enigmático de um planeta distante. As experiências do Aviador e o conto das viagens do Pequeno Príncipe para outros mundos fazem a menina e o Aviador ficarem muito próximos, embarcando juntos em uma aventura memorável.
Estreia 20 de Agosto.
Dirigido por Mark Osborne (Kung-Fu Panda, Monstros Vs Alienígenas), é um tributo à obra popular de Antoine de Saint-Exupéry, que foi traduzida em mais de 250 línguas e que já vendeu mais de 145 milhões de cópias em todo o mundo. O filme é centrado na amizade entre um excêntrico velho, O Aviador (Marcos Caruso) e uma garotinha bem crescida que se muda para a casa ao lado com sua Mãe (Priscila Amorim). Através das páginas do livro do Aviador e seus desenhos, a menina (Larissa Manoela) descobre a história de como ele há muito tempo caiu em um deserto e encontrou o Pequeno Príncipe (Mattheus Caliano), um menino enigmático de um planeta distante. As experiências do Aviador e o conto das viagens do Pequeno Príncipe para outros mundos fazem a menina e o Aviador ficarem muito próximos, embarcando juntos em uma aventura memorável.
Estreia 20 de Agosto.
12º Desfile Solidário da Casa de Apoio à Criança com Câncer SantaTeresa
O salão nobre do Fluminense, em Laranjeiras, será palco da 12ª edição do tradicional “Desfile Solidário” em prol da (CACCST).
Sábado, 22/08, 14h, artistas e músicos emprestarão o seu talento e desfilarão grifes conhecidas que cederam suas roupas em prol da Instituição.
Idealizado em parceria com a agência Top Kids & Teens, o desfile, cujos mestres de cerimônia serão
Fran e Diego, ex BBBs, reunirá desde atores conhecidos do grande público a jovens talentos.
Idealizado em parceria com a agência Top Kids & Teens, o desfile, cujos mestres de cerimônia serão
Fran e Diego, ex BBBs, reunirá desde atores conhecidos do grande público a jovens talentos.
Tradicionalnente os artistas convidados e vários famosos entram na passarela dando as mãos às crianças assistidas pela instituição.
12º Desfile Solidário da Casa de Apoio à Criança com Câncer SantaTeresa
Salão Nobre do Fluminense – Laranjeiras - Rua Álvaro Chaves, 41
Data: 22/08/2015 - 14h Entrada: R$30,00
Contatos: (21) 2240-7640 / (21) 2502-8343.
" A Tempestade "
| Foto: Divulgação |
Última peça escrita por William Shakespeare, ganha versão de Gabriel Villela com Celso Frateschi no papel de Próspero
Como parte da programação comemorativa dos 50 anos do Tuca, estreia dia 21 de agosto no Teatro Tucarena A Tempestade, quinta direção de Gabriel Villela para uma peça de Shakespeare, depois de Romeu e Julieta (com o Grupo Galpão), Sonho de Uma Noite de Verão (com a Cia de Dança Palácio das Artes de BH), Macbeth (com Marcello Antony e Claudio Fontana) e Sua Incelença Ricardo III (com o grupo Clowns de Shakespeare).
Para montar o último texto do consagrado autor inglês, Gabriel reuniu 11 atores, dos quais 9 ele já havia trabalhado em outros projetos. O elenco é composto por Celso Frateschi(Próspero), Helio Cicero(Caliban), Chico Carvalho(Ariel), Letícia Medella(Miranda) e Romis Ferreira, Dagoberto Feliz, Marcos Furlan, Rogerio Romera, Leonardo Ventura, Felipe Brum e Rodrigo Audi.
Para muitos estudiosos, A Tempestade foi a peça em que o autor homenageou suas próprias criações anteriores e onde se despede da dramaturgia, já prevendo sua morte, que aconteceu cinco anos depois, em 1616.
A voz dos atores é instrumento de extrema importância para o teatro de Gabriel Villela, seja ela falada ou cantada. O diretor escalou para trabalhar a espacialização da voz do elenco a italiana Francesca Della Monica, uma importante e frequente parceira artística de seus trabalhos mais recentes. Antropóloga da voz, pesquisadora de voz da Universidade de Brera, em Milão, Itália, foi também responsável pela pedagogia na Fondazione Pontedera. A direção musical, preparação vocal, arranjos vocais e a partitura dos textos coube a outra antiga parceira de Gabriel Villela: a mineira Babaya, que já fez 28 espetáculos com o diretor, enquanto os arranjos instrumentais foram elaborados por Marco França, músico e ator do grupo Clowns de Shakespeare, que junto com Babaya, assina a direção musical. Ambos contaram ainda com o suporte artístico e pedagógico do musicista e ator Dagoberto Feliz.
A música tocada e cantada ao vivo pelos atores é um elemento fundamental nesta montagem. Para compor o repertório da peça foram selecionadas canções populares brasileiras de domínio público cujo tema fosse universo das águas doces do Brasil e salgadas do Oceano Atlântico, com novos arranjos para ambientar a atmosfera onírica do espetáculo. "Buscamos uma delicadeza nas canções, a ideia do Marco de juntar violino, violão, flauta e acordeon foi pensada para esse fim. Mesmo quando a música vem com força, trata-se de uma força delicada", comenta Babaya.
Os figurinos em tons de areia e terrosos e com inúmeras camadas de bordados, aplicações e sobreposições são de Gabriel Villela e José Rosa, com bordados de Giovanna Villela.
A cenografia de Gabriel Villela e Márcio Vinicius foi pensada para o formato de arena. O cenário aponta um grande círculo que envolve toda a encenação, remetendo à Ilha onde Próspero e sua filha Miranda vivem. Dentro deste círculo, potes de cerâmica, uma cama repleta de objetos míticos e de magia utilizados por Próspero, mesas, objetos que remetem a um navio naufragado, instrumentos musicais e outros símbolos teatrais preenchem a cena e tomam diferentes significados conforme a história acontece.
A iluminação é de Wagner Freire, os adereços e objetos de cena foram confeccionados por Shicó do Mamulengo e a direção de movimentos é do preparador corporal Ricardo Rizzo.
Completam a equipe criativa os diretores assistentes Ivan Andrade e Cacá Toledo que já acompanharam Gabriel em muitos outros espetáculos. "Ivan e Cacá são peças definitivas, eles atuam e afetam a estética deste trabalho", ressalta o diretor.
O espetáculo conta com o patrocínio da AB Concessões, Sul America e 2S Inovações Tecnológicas através da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministerio da Cultura.
SINOPSE
A obra se passa numa ilha remota, onde Próspero, Duque de Milão por direito, planeja restaurar sua filha Miranda ao poder, utilizando-se de ilusão e manipulação. Próspero tem a seu serviço Caliban, um escravo em terra, homem adulto e disforme, e Ariel, o espírito servil e assexuado que pode se metamorfosear em ar ou fogo. Os poderes eruditos e mágicos de Próspero e Ariel combinam-se para invocar uma grande tempestade, visando assim atrair seu irmão Antônio, que lhe usurpou a posição de duque, e seu cúmplice, o rei Alonso de Nápoles, para a ilha. Lá, suas maquinações acabam por revelar a natureza vil de Antônio, provocando a redenção do rei, e o casamento de Miranda com o filho de Alonso, Ferdinando. A Tempestade é uma história de vingança, amor, conspirações oportunistas, e também de reconciliações e perdão. “Temos A Tempestade nas mãos, e isso não é pouco. Trata-se de um dos textos mais importantes de Shakespeare e o que ele tem de mais atual é o fato de tratar do desejo”, comenta Celso Frateschi. "Tenho atração e encantamento por obras que traduzem o universo mítico, onírico e poético, como A Tempestade", complementa Gabriel Villela.
Arqueologia da encenação
Neste espetáculo, o diretor faz referências a alguns dos seus trabalhos anteriores, como uma citação a uma cena da sua versão de Romeu e Julieta com o Grupo Galpão, no momento em que os personagens Ferdinando e Miranda se encontram. O galho de árvore utilizado como o cajado mágico de Próspero, assim como o galho que simboliza uma cobra, vieram do fundo das águas da represa de Carmo do Rio Claro, terra natal de Gabriel Villela. Algumas canções escolhidas para a peça já estavam há anos na cabeça do encenador para esta montagem. Elas fazem parte de uma pesquisa musical feita por Babaya no CD Velho Chico. Potes de cerâmica achados em antiquários são utilizados para uma reprodução da voz humana na acústica grega. Esta é uma forma de aquecimento de voz utilizada por Babaya em muitas peças do diretor (com baldes plásticos), mas somente desta vez essa técnica entra em cena através dos potes.
Teatro Tucarena: Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes - (11) 3670-8453. Temporada: Sextas às 21h30, sáb às 21h e domingos às 19h. Ingresso: R$ 50 (sex), R$ 50 e 70 (sáb e dom).
Duração: 90min. Classificação 12 anos. Estreia 21/8. Até 22 de novembro.
“Florilégio Musical II - Nas Ondas do Rádio”
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| Foto_ Divulgação |
Encerra temporada dia 30 de agosto no Teatro MuBE Nova Cultural
Carlos Moreno, Mira Haar e Adriana Fonseca estão no elenco do espetáculo musical com direção geral de Elias Andreato e direção musical de Jonatan Harold (indicado ao Prêmio Shell 2014)
Homenagem à Era de Ouro do rádio no Brasil, Florilégio Musical II – Nas Ondas do Rádio faz mais uma temporada em São Paulo. Espetáculo fica em cartaz no Teatro MuBE Nova Cultural até dia 30 de agosto, aos sábados e domingos.
Com um repertório de clássicos da música popular brasileira que embalou toda uma geração de ouvintes nos anos de 1930, 40 e 50, espetáculo relembra, com muito carinho, bom humor e emoção, os cantores e cantoras dessa época, as grandes estrelas idolatradas pelo público de então.
Um trio de atores está no palco, recriando um programa musical e vespertino de auditório: Carlos Moreno, Mira Haar eAdriana Fonseca. A direção geral é de Elias Andreato e arranjos e direção musical de Jonatan Harold (indicado ao Prêmio Shell 2014 por este trabalho, que também está em cena).
Florilégio Musical II - Nas Ondas do Rádio traz composições memoráveis de autores como Ary Barroso, Cartola, Ataulfo Alves, Zé Keti, Dorival Caymmi, Herivelto Martins, Assis Valente, Lupicínio Rodrigues, entre tantos outros. Incluindo, naturalmente, a emblemática canção “Os cantores do Rádio” de Alberto Ribeiro, João de Barro e Lamartine Babo.
Como afirma Carlos Moreno, Florilégio Musical II é para toda a família: “O repertório conquista a todos porque atinge a memória afetiva e musical de cada pessoa, de diferentes formas para cada geração, mas sempre despertando lembranças que remetem subjetiva e carinhosamente aos bons tempos já vividos”, diz o ator, idealizador do projeto ao lado de Mira Haar.
Teatro MuBE Nova Cultural - Avenida Europa, 218 (entrada pela Rua Alemanha, 221 – Jardim Europa-SP). Capacidade: 192 lugares
De 08 a 30 de agosto de 2015. Sábados e domingos às 18h00
Ingressos: R$ 40 (inteira); R$ 20 (meia). Duração: 70min. Classificação: Livre
Patrocínio: Bombril. Apoio: Lei de Incentivo à Cultura - Ministério da Cultura.
Bilheteria do teatro: Quartas e Quinta das 14h00 às 18h00 (ou até o horário da atração)
Sexta e Sábado das 14h às 21h30 (ou até o horário da atração)
Domingo das 10h às 18h (ou até o horário da atração)
OBS: Atrações durante a semana funcionamento a partir das 14h até o início da mesma.
Telefone da Bilheteria: 11 4301-7521. Ingressos também pelo call center: (11) 4003-1212 ou pelo site www.ingressorapido.com.br
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
Palhaçada Geral
apresentam
PALHAÇADA GERAL – Quarta edição
Esta edição é realizada com o prêmio do Proac – Edital de Festival de Artes II, da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.
Palhaçada Geral é um festival que busca traçar um panorama da diversidade da produção na arte da palhaçaria feita no Brasil e sempre contou com participações de convidados internacionais. Este projeto pretende ampliar sua dimensão e realizar uma edição internacional, mais intensa na relação com artistas de outros estados e que seja representativa da produção no estado de São Paulo.
O Festival surgiu de uma iniciativa do grupo teatral Parlapatões, sempre agregando diversos parceiros para sua efetivação. Suas três edições anteriores aconteceram no Espaço Parlapatões, no Circo Roda, incluindo lonas montadas em locais públicos como Memorial da América Latina e na Praça Roosevelt, sempre a preços populares e também com atividades gratuitas.
Para o público, a Palhada Geral é uma oportunidade para assistir espetáculos de qualidade bem como participar de debates e oficinas, com alguns dos melhores palhaços brasileiros e estrangeiros. Nossa visão curatorial procura reunir a excelência desta expressão artística, tanto daqueles formados na tradição do picadeiro quanto os contemporâneos, oriundos de escolas de Circo e também vindos diretamente da atividade teatral, para oferecer ao público um panorama contemporâneo vivo e intenso da palhaçaria e bufonoria atuais.
Entre espetáculos, cabarés reunindo vários grupos e companhias, debates, oficinas, demonstrações de trabalho, participarão cerca de 150 artistas, sendo que além de diversos palhaços paulistas, teremos convidados de outros estados (Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba) e internacionais (Bélgica, México, Espanha e Argentina).
Todas as Apresentações acontecerão no Espaço Parlapatões, na Praça Franklin Roosevelt, 158. Os ingressos serão vendidos no local pelo valor de R$ 20 para as apresentações realizadas no teatro. Os eventos realizados no Palco do Bar serão gratuitos.
Já os Debates serão realizados na SP Escola de Teatro, no número 210 da mesma rua, comentrada gratuita.
Veja Classificação indicativa e programção em http://www.morenteforte.com/pecas/vem-ai/palhacada-geral/
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Ricardo III
A partir desta sexta-feira dia 21 de Agosto: Sextas e sábados às 19h30. Domingos permanece às 18h.
De William Shakespeare.
Direção Sergio Módena com Gustavo Gasparani traz de volta a São Paulo seu espetáculo solo de grande sucesso em curta temporada.
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno
Indicado ao Prêmio APCA 2015 – Melhor Ator e Melhor Espetáculo
Indicado aos Prêmios Shell, Cesgranrio e APTR 2014 - Melhor Ator
Prêmio FITA 2014:
Indicado Melhor Direção e Melhor Espetáculo | Vencedor Melhor Ator
Ricardo III, obra de William Shakespeare, um dos maiores dramaturgos do teatro ocidental, pelas mãos do ator Gustavo Gasparani e do diretor Sergio Módena volta à cidade de São Paulo, para curta temporada no Teatro Sergio Cardoso, após grande sucesso na temporada carioca, apresentações em diversas cidades brasileiras e temporada no Sesc Pinheiros. A montagem foi apresentada com lotação esgotada e elogios do público e crítica ao longo de 2014, em temporadas no Espaço SESC, no Teatro Maria Clara Machado e no Teatro Poeirinha, e de apresentações pelo país em festivais e mostras como Festival de Curitiba, FIAC, FITA, Mostra Gandarela, entre outras.
Um dos fundadores da Cia dos Atores, Gustavo Gasparani tem mais de 40 peças no currículo e acumula diversos prêmios. Sua primeira experiência com Shakespeare foi Otelo da Mangueira, musical de grande sucesso que adaptou e encenou e que lhe rendeu uma indicação ao prêmio Shell de melhor ator.
Com Ricardo III, Gustavo foi o único ator a receber indicação de todos os prêmios do Rio de Janeiro (Shell, Cesgranrio, APTR e FITA). No Prêmio FITA, o espetáculo recebeu indicações de Melhor Direção e Melhor Espetáculo e foi vencedor na categoria Melhor Ator. Em São Paulo, foram duas indicações ao Prêmio APCA: melhor ator e melhor espetáculo. Já o musical Samba Futebol Clube, escrito e dirigido por ele, teve um total de vinte indicações de prêmios no Rio, vencendo oito deles com destaque para o melhor espetáculo do Prêmio APTR.
As palavras de Fernanda Montenegro, a seguir, comprovam esse reconhecimento: “Todas as glórias para Gustavo, pela inteligência, qualidade de ator, pela a coragem de enfrentar um texto dessa ordem e nos prender o tempo todo com tanta integridade e com tanto talento”.
Ricardo III narra um pedaço da história da Inglaterra. É um dos primeiros dramas históricos escritos por William Shakespeare e encerra em si um dos contos mais tenebrosamente sedutores que já se ergueram em cena. Sua obra encanta diferentes gerações graças à universalidade dos seus temas e à beleza poética que emerge de sua escrita.
O texto traz uma visão rica dos bastidores políticos no que se refere à imoralidade e à ambição desmesurada para se alcançar o poder. Mesmo tendo se passado pouco mais de quatro séculos, os temas abordados servem para refletirmos sobre o mundo em que vivemos. Ricardo III discute a luta por poder, intrigas, e a hipocrisia da política.
A montagem de Ricardo III traz de volta o encontro entre Gustavo Gasparani e Sergio Módena. A dupla já havia firmado uma parceria de sucesso em 2012, quando dirigiram o musical As Mimosas da Praça Tiradentes, que deu a Gustavo o prêmio Shell de melhor ator. Em 2013, Sergio Módena dirigiu A Arte da Comédia, que acumulou nove indicações entre os principais prêmios teatrais do Rio de Janeiro, incluindo o prêmio Cesgranrio de melhor direção, e foi indicada como uma das 10 melhores peças do ano na retrospectiva de teatro feita pelo jornal O Globo. Em 2014 o espetáculo chegou a São Paulo, realizando uma temporada também de muito sucesso.
Ricardo III narra um pedaço da história da Inglaterra. É um dos primeiros dramas históricos escritos por William Shakespeare e encerra em si um dos contos mais tenebrosamente sedutores que já se ergueram em cena. Sua obra encanta diferentes gerações graças à universalidade dos seus temas e à beleza poética que emerge de sua escrita.
O texto traz uma visão rica dos bastidores políticos no que se refere à imoralidade e à ambição desmesurada para se alcançar o poder. Mesmo tendo se passado pouco mais de quatro séculos, os temas abordados servem para refletirmos sobre o mundo em que vivemos. Ricardo III discute a luta por poder, intrigas, e a hipocrisia da política.
A montagem de Ricardo III traz de volta o encontro entre Gustavo Gasparani e Sergio Módena. A dupla já havia firmado uma parceria de sucesso em 2012, quando dirigiram o musical As Mimosas da Praça Tiradentes, que deu a Gustavo o prêmio Shell de melhor ator. Em 2013, Sergio Módena dirigiu A Arte da Comédia, que acumulou nove indicações entre os principais prêmios teatrais do Rio de Janeiro, incluindo o prêmio Cesgranrio de melhor direção, e foi indicada como uma das 10 melhores peças do ano na retrospectiva de teatro feita pelo jornal O Globo. Em 2014 o espetáculo chegou a São Paulo, realizando uma temporada também de muito sucesso.
Sinopse
Encenada pela primeira vez entre 1592 e 1593, com enorme sucesso, a peça se passa no final da Guerra das Rosas (1455-1485), conflito sucessório pelo trono da Inglaterra ocorrido entre 1455 e 1485 que coloca em choque político os dois ramos da dinastia Plantageneta: a Casa Real de York e a Casa Real de Lancaster. Ricardo, Duque de Gloucester – que de fato governou a Inglaterra de 1483 a 1485 –, não sente remorso algum ao eliminar seus adversários, tramando complôs, traindo familiares e casando-se por interesse com o único fim de chegar ao trono. Shakespeare retratou Ricardo III exagerando-lhe as características físicas de feiúra e sua maldade pessoal, criando um vilão fascinante aos olhos do público. Além disso, os diálogos elaborados pelo autor no fim do século XVI chegam ao século XXI, em toda a sua força, carregados de maldades, ressentimentos e ódios à flor da pele, legítimos duelos verbais.
Teatro Sergio Cardoso -Sala Paschoal Carlos Magno (144 lugares) Rua Rui Barbosa, 153. Bela Vista Bilheteria: 3288.0136. De segunda a sábado, das 14h às 17h, para vendas antecipadas. De segunda a domingo, das 14h até o início do espetáculo. Aceita todos os cartões.
Vendas: www.ingressorapido.com e 4003.1212
Sexta e Sábado às 20h | Domingo às 18h Ingressos:Sexta e Domingo R$ 40 | Sábado R$ 50
Duração: 90 minutos. Recomendação: 12 anos
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