terça-feira, 10 de dezembro de 2013

"Bailei na Curva"

MINISTÉRIO DA CULTURA e ZAFFARI apresentam

BAILEI NA CURVA 30 ANOS

Mais tradicional montagem gaúcha comemora três décadas com turnê nacional      
 
A trajetória de sete crianças que moravam na mesma rua em 1964, encenada nos palcos pela primeira vez em 1983 com o título de Bailei na Curva, é hoje uma das maneiras de se retratar o Brasil que se forma sob o signo do Golpe Militar. Depois de três décadas de existência, o espetáculo se tornou parte do currículo escolar e é, atualmente, a peça mais montada do país. Com o passar dos anos, o sucesso permaneceu, conquistando novas gerações. Foi pensando nisso que os entusiastas do projeto e a Opus Promoções se reuniram novamente neste ano para encenar essa história em uma turnê nacional totalmente remodelada que comemora os 30 anos da montagem.
Depois da estreia em Porto Alegre, o espetáculo passa por Novo Hamburgo e Rio de Janeiro, até chegar em São Paulo para curtíssima temporada, dia 24 de janeiro às 18h e 21h, no Teatro Bradesco. As vendas de ingressos para a temporada paulista estarão abertas a partir do dia 29 de outubro de 2013.
A nova encenação manterá a essência e vitalidade da montagem original, mas será repaginada para os grandes palcos dos teatros por onde passará. O cenário, além das clássicas cadeiras, contará com projeções de imagens e um trabalho gráfico ao fundo, no intuito de produzir um registro iconográfico e facilitar a compreensão do espetáculo para as novas gerações. O elenco – formado por Bruna Bottega, Catharina Conte, Cíntia Ferrer, Eduardo Mendonça, Emilio Farias, Érico Ramos, Guilherme Barcelos, Leonardo Barison, Melissa Dornelles e Patrícia Soso. Julio Conte assina o texto final da peça ao lado de Cláudia Accurso, Flávio Bicca Rocha, Hermes Mancilha, Lúcia Serpa, Márcia do Canto e Regina Goulart.
A primeira apresentação de Bailei na Curva aconteceu em 1º de outubro de 1983, no Teatro IPE, em Porto Alegre. Com direção de Júlio Conte desde a versão inicial, a montagem rapidamente se tornou um sucesso. Já em parceria com a Opus Promoções, a primeira turnê do espetáculo realizou 280 apresentações para um público de 150 mil pessoas só no Rio Grande do Sul. O grupo ainda partiu para outras cidades do Brasil como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Campo Grande. Simultaneamente, a montagem foi encenada por outros grupos teatrais em locais como Belo Horizonte, João Pessoa, Recife e Campinas. Bailei também foi convidada por Eva Sopher para festejar os dez anos da reabertura do Theatro São Pedro, o mais tradicional teatro de Porto Alegre, em 1994. Novas remontagens foram feitas em 2000 e em 2008.

Sinopse

Bailei na Curva mostra a trajetória de sete crianças, vizinhas na mesma rua em abril de 1964. Como pano de fundo, impõe-se uma forte realidade. Um golpe militar num país democrático da América Latina. A peça desenha, ao mesmo tempo, um quadro divertido e implacável da realidade. Divertido sob o ponto de vista da pureza e ingenuidade das personagens que, durante sua trajetória, enfrentam as transformações do final da infância, adolescência e juventude. E implacável graças às consequências de um Golpe Militar que vai refletir na vida adulta destes personagens.
Durante o desenvolvimento da história, vai se desenhando um painel dos usos, costumes e pensamentos da sociedade brasileira na segunda metade do século XX. As brincadeiras de colégio, as aulas de educação sexual, as matinês no cinema, as reuniões dançantes nas garagens, os namoros no carro – uma juventude que opta pela guerrilha e clandestinidade em contraste à outra juventude que abraça as drogas e cai na estrada e, finalmente, adultos que optam pelas conquistas individuais na negação do passado em contraste com aqueles que lutam para resgatar as memórias dos anos de chumbo. Uma geração que encontra sua maturidade nos movimentos de Anistia e Abertura Política. E que encerra todas as suas esperanças no mandato de Tancredo Neves para presidente da república. Sem perder a ternura, a peça inicia sua história em 1º de abril de 1964 e a encerra no dia oficial da morte de Tancredo Neves, quando um bebê, representando o futuro, é embalado em cena ao som da música Horizontes.

Roteiro e texto final - Júlio Conte, Cláudia Accurso, Flávio Bicca Rocha, Hermes Mancilha, Lúcia Serpa, Márcia do Canto e Regina Goulart
Elenco - Catharina Conte, Cíntia Ferrer, Eduardo Mendonça, Érico Ramos, Guilherme Barcelos, Leonardo Barison, Melissa Dornelles e Patrícia Soso

Geraldo Lopes é fundador da Opus Promoções e foi o primeiro produtor do espetáculo
SERVIÇO
BAILEI NA CURVA
Turnê de 30 anos

Classificação: 12 anos (menores de 12 anos somente acompanhados de pais ou responsáveis)
Duração: 120 min.


Realização:
 Opus Promoções, Cômica Cultural, Ministério da Cultura e Governo Federal – Brasil, país rico é país sem pobreza.   


Dia 24 de janeiro - Sexta, às 18h e 21h
Teatro Bradesco (Rua Turiassú, nº 2100, 3º piso) - 
http://www.teatrobradesco.com.br/
INGRESSOS PROMOCIONAIS
Frisas                     R$ 40,00
Balcão Nobre        R$ 50,00
Plateia (O a W)     R$ 80,00
Plateia (A a N)      R$ 90,00
Camarote              R$ 100,00

- Cliente Bradesco tem 25% de desconto na compra de até 4 ingressos, além de um guichê exclusivo na bilheteria do teatro. Desconto válido apenas para pagamentos com os cartões Bradesco.
- Usuário dos cartões Zaffari Card e Bourbon Card, possui 25% de desconto na compra de até 2 ingressos por titular do cartão na bilheteria do teatro.
* Descontos não cumulativos.

Maratona Infantil do MIS

Maratona Infantil de dezembro traz espetáculos teatrais e atividades gratuitas para toda família

No domingo, dia 15, o público poderá participar de oficinas de toy art, contação de histórias e diversas brincadeiras durante todo o dia. A partir desta edição, o MIS inicia uma campanha permanente de doação de brinquedos e alimentos para uma instituição de caridade

No dia 15 de dezembro, acontece a última Maratona Infantil de 2013 no MIS, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, com atividades gratuitas para toda a família. E, aproveitando o clima de solidariedade que permeia o Natal, o Museu inicia uma campanha permanente de doação de brinquedos e alimentos para o COTIC - Centro Organizado de Tratamento Intensivo a Crianças. A partir de agora, haverá caixas disponíveis para doações do público em todas as edições da Maratona.
Para dezembro, o MIS traz em sua programação novamente um espetáculo que fez muito sucesso no mês de outubro: Sonhatório, com a Cia Truks, às 16h. A peça, que aborda situações divertidas em um sanatório, é baseada no chamado Teatro de Objetos, em que coisas de uso cotidiano são transformadas em interessantes criaturas, animadas com magia e delicadeza.
Outro destaque desta edição é o espetáculo Cadê Meu Nariz, com o Grupo O que De que. Na estória, após vários atrasos, um palhaço é demitido do circo e se vê obrigado a dormir em um banco de praça. Na manhã seguinte, ele percebe que algo está faltando: o seu nariz vermelho sumiu. Uma menina aparece e diz ter visto quem roubou: um cachorro. Os dois decidem sair na busca pelo cão. E em seu caminho aparecerão personagens como um equilibrista, um policial e um adestrador de pulgas e, com eles, a dupla reviverá quadros clássicos de circo.
Confira, a seguir, a programação completa da Maratona Infantil de dezembro:
10h às 17h | Intervenções Circenses | com o Palhaço Lelé (área externa)
11h às 12h e 14h às 15h | Contação da história Fogueira, de Fernando Carneiro | com o grupo Canta e Conta (Auditório LABMIS – 64 lugares)
11h às 12h, 13h às 14h e 15h às 16h | Oficina de Toy Art | com a equipe Educativo MIS (Sala Educativo - 10 crianças e 10 adultos – a partir de 6 anos)
12h às 16h | Oficina Para um mundo melhor | com o grupo O que queremos do mundo (área externa)
12h às 13h | Espetáculo Cadê Meu Nariz | com o Grupo O que De que (Auditório MIS - 172 lugares)
16h | Espetáculo Sonhatório | com a Cia Truks (Auditório MIS - 172 lugares)


Uma novidade é que, a partir desta edição, há uma campanha permanente de doação de alimentos e brinquedos para uma instituição de caridade. Em toda edição haverá caixas onde o público poderá depositar suas doações.

Maratona Infantil - Dezembro
15.12.2013 | 10h às 17h | Gratuito (para algumas atividades é necessária a retirada de ingresso com uma hora de antecedência na Recepção MIS)
Classificação etária: livre  

Museu da Imagem e do Som - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Estacionamento conveniado: R$ 8. Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

sábado, 23 de novembro de 2013

‘Marias da Luz’

 ‘Marias da Luz’
O espetáculo retorna a São Paulo, após circular por 11 capitais brasileiras

Construída a partir de depoimentos reais de mulheres do Parque da Luz, a peça da companhia As Graças volta à capital paulista, no dia 23 de novembro, para a temporada que encerrará o projeto

Direção de André Carreira
Com Eliana Bolanho, Juliana Gontijo, Daniela Schitini e Vera Abbud

Grátis - No Parque da Luz, ao ar livre, sábados e domingos, às 17h

Temporada de 23 de novembro a 15 de dezembro

“É uma oportunidade de termos a voz dessas pessoas como fonte de dramaturgia e de criação em um espaço onde a Cia As Graças já realizou tantas apresentações e estabeleceu um diálogo instigante com seu público”.
As Graças.


Após temporada em São Paulo, Marias da Luz irá circulou nacionalmente por 11 estados, neste segundo semestre de 2013

A Cia de Teatro As Graças (formada pelas atrizes Daniela Schitini, Eliana Bolanho, Juliana Gontijo e Vera Abbud), em atividade desde 1995, retorna a São Paulo para a última temporada da peça ‘Marias da Luz’, que estreou na capital paulista em junho deste ano e depois seguiu para apresentações em outras 11 capitais do país: Goiânia, Brasília, Palmas, Belém, São Luís, Fortaleza, Natal, Rio de Janeiro, Florianópolis, Curitiba e Belo Horizonte.


O Parque, primeiro da cidade de São Paulo foi fundado em 1798 – aonde as atrizes fizeram a pesquisa do espetáculo --, serviu de cenário para compor o universo poético das quatro personagens: Maria Pequena (Eliana Bolanho), Mariana (Daniela Schitini) e Marivânia (Juliana Gontijo) que contam fragmentos das histórias de suas vidas e a fotógrafa Marileide/Biguá (Vera Abbud).

Marivânia (Juliana Gontijo) é mãe, uma mulher que procura a filha Maria, desaparecida no Parque da Luz há muitos anos; Mariana (Daniela Schitini) é uma mulher jovem dos anos 1910, que chega à Estação da Luz para encontrar o noivo que a abandona grávida; e Maria Pequena (Eliana Bolanho), uma mulher que trabalha como prostituta no parque, abandonada na infância pela mãe na antiga rodoviária e Marileide/Biguá (Vera Abbud), fotógrafa, uma personagem atemporal, enigmática e cômica que registra e interage com as histórias dessas mulheres.

O tradicional ônibus-palco, marca do projeto As Graças Circular Teatro - Do Parque da Luz para o Brasil, ajudou a contar a história, mas nesta montagem, deu lugar à Casa de Chá, ao Ponto do Bonde, ao Coreto e ao Roseiral, pontos que são o palco e que serão percorridos pelo público, acompanhado pelas atrizes, no trajeto poético em que acontecem as cenas.

A escolha do nome ‘Marias da Luz’ deu-se pelo fato de grande parte das mulheres entrevistadas durante o recolhimento de depoimentos se chamarem Maria ou de  terem alguém próximo e que faziam parte de suas histórias com o nome de Maria.

O projeto As Graças Circular Teatro – Do Parque da Luz para o Brasil compreendeu uma mostra de repertório, palestras, saraus e o trabalho de pesquisa sobre histórias de pessoas que habitam ou frequentam a região central da Luz e a criação e circulação do espetáculo ‘Marias da Luz’


A cada espetáculo um diretor convidado

Desde sua fundação a Cia As Graças convida, a cada espetáculo, um diretor de teatro para participar das criações de seus espetáculos. Nomes como Ednaldo Freire, Vânia Terra, Kleber Montanheiro, Regina Galdino, Marco Antonio Rodrigues, Vivien Buckup, Cris Lozano, Cibele Forjaz, Cristiane Paoli Quito, Leris Colombaioni, já dirigiram peças do repertório da As Graças.

Em Marias da Luz a direção é de André Carreira - estudioso e diretor de teatro que tem como proposta de seu trabalho o teatro de invasão – a cidade como dramaturgia. Formado em artes plásticas pela UNB, e doutor pela Universidad de Buenos Aires. Leciona no Programa de Pós-Graduação em Teatro (Mestrado/Doutorado) da Universidade do Estado de Santa Catarina. Em 2007, Carreira lançou o livro Teatro de Rua: uma paixão no asfalto.

 Sinopse
Nova criação da Cia. As Graças construída a partir de depoimentos reais de mulheres do Parque da Luz. Quatro mulheres de tempos diferentes tocadas pelo abandono e pela solidão se encontram no Parque da Luz e buscam um novo começo para suas vidas.

A companhia tem outros treze espetáculos em seu repertóriotreze espetáculos autorais que já circularam por diversas cidades do Brasil (incluindo a capital paulista onde foram, várias vezes, contempladas com a Lei de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo).

Entre as peças da companhia algumas têm inspiração no universo literário e são destinadas ao público adulto, outras abordam a linguagem de bonecos e são voltadas ao público infantil. A companhia também aborda outras linguagens como, por exemplo, o teatro de rua. Desde 2002 o grupo realiza o projeto Circular-Teatro, utilizando um ônibus que se transforma em palco para levar teatro ao público que encontram nas ruas e praças da cidade de São Paulo e diversas outras cidades do Brasil por onde passa.

Espetáculos do grupo As Graças – Trajetória completa

-Endecha das Três Irmãs, de Adélia Prado, direção e adaptação de Vânia Terra;
-Poemas para Brincar, de José Paulo Paes, adaptação de Juliana Gontijo e direção de Eduardo Amos
-Sonhos de Einstein (98) de Alan Lightman, direção e adaptação de Isabel Setti ;
 -Itinerário de Pasárgada (99) de Manuel Bandeira, direção e adaptação de Regina Galdino;
- O Vôo (2000) com direção de Cláudio Saltini e adaptação de Regina Galdino
- O Vôo II – A grande corrida das máquinas voadoras(2002) com direção de Eduardo  Amos e texto de Regina Galdino;
-Tem Francesa no Morro (2002) musical  com direção e texto de Kleber Montanheiro 
-Nas Rodas do Coração (2004) musical com direção de Ednaldo Freire e texto de Regina Galdino, criado especialmente para o projeto Circular Teatro;
-Clarices (2006) com textos de Clarice Lispector e direção de Vivien Buckup ;
-Noite de Reis (2006) de Shakespeare, adaptação de Daniela Schitini e direção de Marco Antônio Rodrigues, criado para o projeto Circular Teatro;
-Tem, mas acabou! (2008), espetáculo infantil sobre morte e finais de ciclos com textos do grupo e de Ricardo Azevedo e direção de Cris Lozano.
-Como Saber!, direção e dramaturgia de Leris Colombaioni, criado para o projeto Circular Teatro;
- Não Uma Pessoa, texto de Daniela Schitini e direção de Vivien Buckup.

Curiosidades sobre o Parque da Luz
Primeiro Jardim Botânico brasileiro, uma espécie de viveiro de cultivo de vegetação de várias partes do mundo mantido por portugueses.
A construção da Estação da Luz, no final do século XIX, contribuiu muito para a degradação do parque, os imigrantes dessa época vinham de muitas regiões do país e do exterior eram predominantemente italianos, e por isso a existência da estátua de Garibaldi, que foi o primeiro busto a ser esculpido no Brasil.
O Parque da Luz sempre foi um lugar democrático, de convivência e de encontros nos âmbitos político e de relações sociais, frequentado em seus diferentes ambientes tanto pelos barões do café quanto pelos escravos.
Monteiro Lobato foi um frequentador muito assíduo e reclamava da influência europeia - principalmente da inglesa (Casa de Chá) e francesa (Coreto) – na arquitetura do parque.
O parque tinha um observatório (Séc XVIII) que foi demolido após a construção da Estação da Luz, pois ficava bem em frente e ofuscava  a sua torre.
O Aquário (Séc XIX) não possui registro sobre a origem e sua construção.
O lago em forma de cruz de malta era uma grande atração do parque e as pessoas navegavam nele.
A casa do administrador (séc XX) foi habitada por um alemão conhecedor de Botânica, sua família viveu por 3 gerações, até 1970
As primeiras experiências com o uso da energia elétrica em São Paulo foram no Parque da Luz. Uma das grandes escavações arqueológicas destruiu cerca de 70% da vegetação do parque.
A prostituição existe no parque de forma estabelecida resultante de um processo histórico iniciado em 1910 quando os principais prostíbulos da cidade foram fechados e as prostitutas ficaram desempregadas e passaram a trabalhar no parque e lá permanecem até hoje.
Muitas delas trabalham nas lojas da Rua José Paulino e trabalham como prostitutas no período livre. Houve muitos movimentos por parte das administrações do parque para expulsá-las, mas elas sempre se uniram e resistiram.

A Montagem
As Graças e o diretor artístico André Carreira criaram uma cenografia de baixo impacto ambiental com recursos simples e de fácil mobilidade para outros espaços e parques. Considerando que a matéria prima do espetáculo é a memória os elementos cênicos centrais são pinturas com paisagens do parque e fotografias e retratos antigos de pessoas em displays (em tamanho natural) e varais.

O repertório musical é composto de canções populares, efeitos sonoros e de elementos trazidos pelos músicos do parque que participaram dos saraus durante o projeto. Há também uma trilha sonora inédita que como no cinema acompanha as transições e pontua os sentimentos das personagens.

Claudia Schapira criou para cada personagem um figurino com peças sobrepostas que vão sendo colocadas ao longo do espetáculo e que individualmente remetem a tonalidades da fotografia.


Ficha Técnica
‘Marias da Luz’
Estreia de temporada 23 de novembro, sábado, às 17h.
Elenco: Eliana Bolanho, Juliana Gontijo, Daniela Schitini, Vera Abbud (As Graças)
Dramaturgia: Daniela Schitini e Nereu Afonso da Silva
Direção e Cenografia: André Carreira

Duração 60 minutos
Classificação etária: Livre
Grátis
Temporada: de 23 de novembro a 15 de dezembro, sábados e domingos, às 16h.
Parque da Luz (Rua Ribeiro de Lima, 99 / Praça da Luz, s/n - Bom Retiro).

Fui e Vou!: Dia do Profissional da Dança e Dia da Dança Clássi...

Fui e Vou!: Dia do Profissional da Dança e Dia da Dança Clássi...: Evento comemora o Dia da Dança Clássica e Dia do Profissional da Dança, dias 23 e 24 de novembro. Nos  dias 23 e 24 de novembro , sáb...

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Agenda Arte 2014

capa-agenda2014-web.jpg
Sciacco Studio Escritório de Arte
promove o lançamento da
AGENDA ARTE 2014
no dia 26 de novembro, a partir das 18h30,
na Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi

O Sciacco Studio Escritório de Arte desenvolve o projeto Agenda Arte há oito anos com o objetivo de que a arte faça parte da vida diária através de um objeto prático e útil, apresentando trabalhos de pinturas, esculturas, fotografias e colagens, permitindo outras possibilidades de convívio, conhecimento e divulgação para os artistas, além dos espaços convencionais, como galerias, museus e livros do segmento.

A Agenda Arte 2014 conta com a participação dos seguintes artistas: Angélica Bittencourt, Cris Mason, Daniel Fontoura, Dircéa Mountfort, Eliete Maesano, Elizabeth Tudisco, Elza Aidar, Fernanda Meirelles, Lícia Pacífico, Magda Bugelli, Maria Cininha, Meily Fontes, Odete de Angelis, Rafael Murió, Rafa Vieira e Virgínia Sé.

O Sciacco Studio é um Escritório de Arte localizado em São Paulo e com representação em Nova York com foco na divulgação da arte
e na diversidade dos artistas que representa.
Organiza e realiza exposições nacionais e internacionais, além de desenvolver projetos gráficos como livros de arte, catálogos e agendas. Visa, através do intercâmbio entre culturas distintas, estabelecer relações pela arte, extrapolando as barreiras do idioma e costumes.

LANÇAMENTO DA AGENDA ARTE 2014
DATA: 26 de Novembro de 2013 - HORÁRIO: 18h30 às 21h30
LOCAL: Livraria da Vila Shopping JK Iguatemi - Av. Juscelino Kubitschek, 2041 – Piso 2
DADOS TÉCNICOS
TÍTULO: Agenda Arte 2014
REALIZAÇÃO: Sciacco Studio
APOIO: Casa Elias e Otimiza Design
NÚMERO DE PÁGINAS: 370
FORMATO: 21 x 15 cm
PESO: 500 gramas
ACABAMENTO: Luxo - Capa Dura

"Pelo Cano"

PROGRAMAÇÃO DE 23 DE NOVEMBRO A 01 DE DEZEMBRO
 CIT – ECUM                                                           FINAL DE TEMPORADA


S T Q Q S S D     Sala 1
Pelo Cano (Cia do Quintal / Criação, direção e atuação Paola Musatti e Vera Abbud)
De 05 a 26 de novembro
Terças às 21h

O centro da pesquisa deste espetáculo é a dramaturgia tradicional de palhaço. Isto significa, para duas mulheres, uma releitura da palhaçaria clássica, que é inteiramente escrita para palhaços homens. Portanto, não partiram de um texto pronto, mas de pequenas situações onde as palhaças revelam sua forma de pensar o mundo. ​ Os objetos também fazem parte do espetáculo. Eles revelam a inaptidão do palhaço com a realidade. Utilizam objetos cotidianos: dinheiro, fita crepe, sifão de pia, televisão. Por fim a música, que  aparece poucas vezes neste espetáculo. Quando aparece é sempre tocada ao vivo pelas palhaças que utilizam violão, violino, flauta e voz. Ela serve como suporte para gags musicais. É um espetáculo silencioso.​
​Criação, direção e atuação​ Paola Musatti e Vera Abbud​
Fotos João Caldas , Elenize Dezgeniski, Dora Mendes e Leco de Souza , Vivian Zerbatto​
Duração 60 minutos.   Classificação indicativa 12 anos

EM CARTAZ
Negrinha (Direção / Atuação Sara Antunes)
23 de novembro a 15 de dezembro - Sábados às 20h, domingos às 19h
Caixa de Areia (Dramaturgia Jô Bilac / Direção Jô Bilac e Sandro Pamponet)
Sala 1 - De 09 de novembro a 15 de dezembro. - Sextas e sábados às 21h, domingos às 20h 
O Longo Adeus (Texto Tennessee Williams / Direção Flavio Tolezani)
Sala 2 - De 05 de novembro a 11 de dezembro - Terças e quartas às 21h 
Festa no Covil (Direção Mika Lins / Atuação Marcos de Andrade)
Sala 2 - De 09 de novembro a 15 de dezembro - Sábados às 21h e domingos às 20h 
Limpe todo o sangue antes que manche o carpete (Texto Jô Bilac / Cia dos Inquietos)
Sala 2 - De 07 de novembro a 13 de dezembro -  Quintas e sextas às 21h

PRÓXIMO ESPETÁCULO
Tríptico (Acción Impro - Colômbia).  Estreia em São Paulo - inédito
11 e 12 de Dezembro - Quarta e quinta às 21h

CIT-Ecum - Rua da Consolação, 1623 - Consolação – São Paulo – SP -  11 3129 9132
Funcionamento: segunda à sexta, das 14h às 18h - Metrô Paulista - www.citecum.com.br
Bilheteria: 11 3255-5922. Bilheteria e café: abrem 2h antes do espetáculo. Estacionamento conveniado ao lado do teatro (Rua da Consolação)
Valor do ingresso: R$40 (inteira) e R$20 (meia). Pagamento: cartões de crédito (Diners, Mastercard, Visa), cartões de débito (Maestro, Rede Shop, Visa Electron) e dinheiro
Reservas: enviar email com solicitação para bilheteria@citecum.com.br
Ingressos reservados deverão ser retirados imprescindivelmente até uma hora antes da apresentação do espetáculo na bilheteria do teatro. Pagamento somente em dinheiro.
Central de vendas: (11) 2122-4070 - www.compreingressos.com

"Romeu e Julieta"

FLYER_Romeu_Julieta.jpg
A São Paulo Companhia de Dança retorna aos palcos do Teatro Sérgio Cardoso este mês para a estreia de Romeu e Julieta - o primeiro balé narrativo da Companhia – em uma criação do coreógrafo italiano Giovanni di Palma.

Os espetáculos acontecem entre os dias 21 a 24 de novembro e 28 e 1º de dezembro | quintas e sábados, às 21h; sextas-feiras, às 21h30; e domingos, às 18h. 

Uma hora antes das apresentações, Inês Bogéa, diretora da SPCD apresenta os bastidores do programa e revela detalhes sobre a montagem da obra.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

"As Histórias Que Elas Contam"


AS HISTÓRIAS QUE ELAS CONTAM

Novo texto de Célia Regina Forte, As histórias que elas contam. Leitura no Auditório do MASP, dia 18 de novembro às 19h30.