quarta-feira, 24 de julho de 2013

"Aípod"

“Aípod” estreia em 27 de julho no Teatro MuBE
Simone Gutierrez e Edu Berton estrelam espetáculo que mistura teatro, música ao vivo, humor e interatividade. 
Foto: Divulgação 
Entre os dias 27 de julho e 29 de setembro, Simone Gutierrez e Edu Berton encenam a temporada de “Aípod”. O espetáculo, que mistura teatro, música, interatividade e muito humor, estará em cartaz de sexta a domingo no Teatro MuBE, em São Paulo.
A peça é uma “videomusicomédia” e aposta em um formato diferente em que os atores interpretam diversos papéis. O espetáculo gira em torno de uma emissora de rádio, chamada “Rádio”, que conta com um casal de locutores, interpretado por Paulinho Correia (Edu Berton) e Rita Londres (Simone Gutierrez). A dupla faz uma crítica bem humorada ao que se ouve hoje nas programações das rádios. Eles não só atendem os ouvintes que ligam para a emissora, como também fazem as vozes deles.
Como não pode faltar música na programação, Edu e Simone são os cantores da banda Aípod, que conta ainda com quatro músicos: César Benzoni (violão e bandolim), JP Silvestre (bateria e percussão), André Sangiovanni (baixo) e Luiz Panini (guitarra e ukulele). Eles tocam, ao vivo e em formato acústico, versões de sucessos nacionais e internacionais que vão de Tom Jobim a Cindy Lauper. E como se não bastasse tudo isso, “Aípod” ainda possui em seu cenário três telões que ilustram essa gama de inventividade, com vídeo clipes, comerciais, e-mails, participação do ouvinte. Tudo executado ao vivo por um VJ (André Hã).
“A interatividade com o público será explorada ao longo da peça, queremos que as pessoas participem, postem fotos, compartilhem nas redes sociais. Nossa ideia é que o palco seja como uma sala de estar, com a plateia participando do espetáculo”, conta Simone Gutierrez.

“AíPod é um espetáculo teatral multimídia. Além da ação teatral, temos as músicas executadas pela banda, divididas em blocos, exatamente como a programação de uma rádio. Existem os locutores, suas personalidades e seus conflitos, tanto entre eles quanto com relação ao ouvinte”, explica Edu Berton, idealizador, diretor e ator do espetáculo. “Quadros como o ‘Fala que eu te esmurro’, ‘As mais mais idênticas’ e o ‘Hit Parei’, fazem parte da programação, recheada de teatralidade, ironia e humor. Além dos intervalos comerciais, com propagandas antigas produzidas especialmente para o espetáculo”, complementa.

Elenco: Simone Gutierrez, Edu Berton, André Hã, André Sangiovanni, César Benzoni, JP Sivestre e Luiz Panini.
Texto e direção: Edu Berton

Serviço: Aípod
Quando: 27 de julho a 29 de setembro de 2013
Horário: Sextas (21h30), Sábados (21h30) e Domingos (18h)
Teatro MuBE Nova Cultural - Rua Alemanha, 221- Jd. Europa. São Paulo/SP
Quanto: R$ 50,00 (inteira)
Bilheteria: terça a 5ªf das 14h às 18h - Sextas 14h às 21h30 - Sábados 14h às 21h - Dom. 14h às 19h.  
Pela internet: www.compreingresso.com
Classificação: 12 anos. Duração: 90 minutos

Produção geral: Nicolau Ayer
Realização: ABG – Ayer Berton Gutierrez.

#FUIEVOU

"O Burguês Fidalgo"

Parlapatões estreiam sua primeira encenação de Molière:
Estreia dia 3 de agosto, às 21h, no Espaço Parlapatões
 “A encenação permite uma visão sobre um país emergente, que quer ser mais do que consegue. Mais que uma analogia de épocas, os Parlapatões pretendem brincar com as facetas risíveis de um Brasil que vive a fantasia de crescimento, sem resolver sequer seus problemas básicos.”  Hugo Possolo - diretor

Os Parlapatões, com mais de 40 comédias em sua trajetória, e com diversos trabalhos feitos a partir da dramaturgia clássica, há muito estavam devendo uma montagem de um texto de Molière. A escolha de O Burguês Fidalgo está profundamente ligada ao momento histórico brasileiro e responde à visão crítica, e sempre bem humorada,  que o grupo  busca em suas encenações. 

Contundente e perspicaz em relação à sociedade da época, e ainda muito atual, o texto de Molière fala diretamente das necessidades de uma classe em ascensão em sua desenfreada busca por prestígio social. O chamado “sonho burguês de nobreza” – desejo de uma classe dominada em ocupar o lugar da classe dominante – é retrata pelo Sr. Jordain, o burguês do título que, embora seja casado, tenta conquistar o amor de uma nobre para se projetar socialmente. Suas tentativas o expõem ao completo ridículo e revelam o quanto está cercado de interesseiros, que tiram proveito das ilusões que cria sobre si mesmo.

O gênio de Molière vai além da visão sobre o comportamento social e, por meio da força demolidora do humor, se volta para os conflitos sociais e políticos ocultos nas relações cotidianas e na vida de um homem que se deixa enganar para ser aceito socialmente.

O Brasil Emergente com cara de Burguês Fidalgo

A tradução e adaptação de Adonis Comelato, Hugo Possolo e Rafael Fanganiello mantém o ambiente histórico, quando nobres e burgueses disputavam o domínio da sociedade para, sem fugir do tempo na qual a história é narrada, jogar com nossa realidade atual.
Para o diretor Hugo Possolo, a encenação permite “uma visão sobre um país emergente, que quer ser mais do que consegue. Mais que uma analogia de épocas, os Parlapatões pretendem brincar com as facetas risíveis de um Brasil que vive a fantasia de crescimento, sem resolver sequer seus problemas básicos.”
A encenação é festiva, com música ao vivo e espaço para os improvisos que caracterizam o grupo. Cada personagem da história é uma hipérbole dos tipos brasileiros contemporâneos em ascensão, revelando o quanto cada uma delas se deixa corromper na perspectiva de uma vida melhor.
A visão alegórica da encenação traz nos figurinos de Cássio Brasil como uma síntese do encontro de dois tempos, com trajes de época enfeitados com elementos contemporâneos, como fitas de vídeo e luvas cirúrgicas formando perucas, ou com porcas e parafusos se tornando bordados e enfeites luxuosos.

Do mesmo modo a música, na direção musical de Pedro Vilhena, traz uma fusão de canções conhecidas que retratam o ufanismo e também canções especialmente compostas por Comelato, Fanganiello, Possolo e Vilhena.
Nascido como uma comédia-balé, essa adaptação busca no burlesco sua vertente mais festiva e sensual, com coreografias de Rogério Maia.
Enfim, uma encenação divertida, festiva e alegre com a visão crítica e provocativa do humor parlapatônico.

A história de Jordain

Com extraordinário humor, O Burguês Fidalgo conta a história do  Sr. Jordain, que não economiza esforços nem dinheiro para se tornar um membro da nobreza. Para isso, contrata professores de música, dança, esgrima e filosofia que brigam entre si para ver quem tira mais vantagem e dinheiro de Jordain, incluindo Dorante, um nobre falido, que promete um romance com a Marquesa Doriméne. Sua esposa, a Sra. Jordain, é a única que percebe como o marido tem sido feito de tolo.

Em paralelo, o jovem Cleónte quer casar com a filha de Jordain, Lucile, mas o pai quer que a filha se case com um fidalgo. As confusões se sucedem até que o criado de Cléonte, Coville, arma uma grande farsa para enganar o burguês Jordain.

Elenco: Hugo Possolo, Raul Barretto, Fabek Capreri, Alexandre Bamba, Lívia Camargo, Fernando Fecchio, João Paulo Bienemann, Fani Feldman ,  Débora Veneziani 
Cantora: Dani Nêga Músico: Demian Pinto Texto  Molière. Direção Hugo Possolo. Tradução e Adaptação Adonis Comelato,

Hugo Possolo e Rafael Fanganiello



Espaço Parlapatões - Pça Franklin Roosevelt, 158 - www.espacoparlapatoes.com.br 

de 03/8 a 27 /10. Sextas e Sábados às 21h, Domingos às 20h 
Ingressos: R$ 30,00 (Inteira) e R$ 15,00 (Meia)
Bilheteria: (11) 3258.4449 de terça a domingo das 16h às 22h 
Pela Internet: Ingresso Rápido: 4003 1212 - www.ingressorapido.com.br
Classificação etária: 16 anos. Duração: 90 minutos. 
Realização:  Parlapatões / Agentemesmo Produções Artísticas
Patrocínio: CCR – Ministério da Cultura – Governo do Brasil - Lei Federal de Incentivo à Cultura

Sobre os Parlapatões
Em 1991 surgiu o grupo teatral Parlapatões, voltados para a comédia, técnicas circenses e improvisação. Produziram mais de 46 diferentes espetáculos, promoveram eventos, mostras e festivais. Hoje, o grupo tem o seu teatro próprio, o Espaço Parlapatões, reconhecido nacionalmente por sua programação artística e pelo seu papel na revitalização do centro paulistano. Em janeiro de 2013 inauguram o Galpão Parlapatões, na Lapa, que funcionará como centro de treinamento circense e sala de ensaio para teatro, circo, música e cinema. Os Parlapatões realizadores, junto à JLeiva e Chaim Produções, da Festa do Teatro, que em suas três edições já distribuiu mais de 100 mil ingressos de teatro gratuitamente para a população. Os Parlapatõesmantiveram também, entre 2005 e 2012, o Circo Roda, que realizou os espetáculos Stapafúrdyo, Oceano, DNA – Somos Todos Muito Iguais e Caravana – Memórias de um picadeiro. O vasto repertório dos Parlapatões já circulou todo o Brasil e seus principais festivais: FTC (Curitiba); FILO (Londrina), FIT (Belo Horizonte) e Porto Alegre em Cena. Destacam-se as peças: PPP@WllmShkspr.br; Piolim (Grande Prêmio da Crítica APCA); Sardanapalo, (Festival de Edimburgo, Escócia); e U Fabuliô, (representante oficial do Brasil na Expo 98), em Lisboa; As Nuvens e/ou um Deu$ Chamado Dinheiro; Prego na Testa; Hércules e O Papa e Bruxa. Seus espetáculos já se apresentaram na Espanha, Portugal, Chile, Escócia e E.U.A.

Quem Ri Por Último É Loira Ou Português!

Está de volta ao Teatro Bibi Ferreira a comédia, Quem Ri Por Último É Loira Ou Português! 

Em cartaz desde 2001, mostra a versatilidade do ator e comediante Jorge Paulo, em várias situações e personagens diferentes.
Sozinho em cena faz uma apresentação diferente! Mistura o estilo Stand Up com personagens, imitações, piadas, satiriza o cotidiano, programas de tv, os relacionamentos e muito mais!
Foto: Divulgação
Em 2013 completa 11 anos em cartaz! Nesses 11 anos os show já foi visto por mais de 900 mil pessoas, tornando-se assim um dos espetáculos de humor tradicionais da cidade.
Em 2010 ficou entre os 5 melhores de São Paulo, em votação do Guia da Folha.
“Quem Ri Por Último É Loira Ou Português” é completo, versátil, dinâmico e interativo, tendo como objetivo levar o bom humor e a alegria para o público.
TEXTO E DIREÇÃO: Jorge Paulo

Às Sextas-feiras  às 19h -  Até 27/09. Ingressos R$50 - Meia R$25
Teatro Bibi Ferreira - Av. Brigadeiro Luis Antonio, 931 - (11)3105-3129
Classificação etária  14 ANOS. Duração 60Min

"Desgraças de uma Criança"

TAPA no ARENA

Uma Ponte na História

apresenta
DESGRAÇAS DE UMA CRIANÇA
de Martins Pena 

O Grupo Tapa irá ocupar o Teatro de Arena Eugênio Kusnet durante todo o ano de 2013.

Serão 62 atores em cena, 17 peças, 12 autores e 8 diretores. No dia 7 de agosto entra em cartaz a peça Desgraças de uma Criança, de Martins Pena(1815 - 1848).

Desgraças de uma criança 72.jpgA peça mostra as peripécias amorosas de dois conquistadores às voltas com duas garotas, que em uma noite festiva, criam grandes confusões para encobrir o romance proibido. Além disso, Martins Pena critica com leve ironia e muito humor as relações sociais daquela época, e que ainda podem ser percebidas nos dias atuais.

Direção: Brian Penido Ross. Direção Musical: Júlio Mancini.
Elenco: Adriano Bedin, Júlio Mancini, Giovanna Ghiurghi, Laura Carvalho, Augusto César e Talita Olivieri. 

O Grupo Tapa mantém há quase 35 anos o seu  projeto de companhia de teatro de repertório com encenações que constituem instigantes diálogos não apenas com a cultura brasileira, mas com a ideia de cultura como um valor que distingue os homens dos demais habitantes deste planeta.

 Pelas mãos de Eduardo Tolentino de Araújo, seu diretor artístico, chegaram ao público textos  de autores como  August Strindberg, Luigi Pirandello, Tennessee Williams, Nicola Maquiavel, Martins Pena, Artur Azevedo entre tantos outros.

Algumas destas montagens poderão ser revistas no projetoTAPA no ARENA -  Uma Ponte na História,  que entre abril e dezembro de 2013 fará uma OCUPAÇÃO DO TEATRO DE ARENA ÊUGENIO KUSNET, tradicional espaço para experimentações teatrais e marco da resistência contra  o período da ditadura no Brasil.


Foto Eduardo 2.jpgAs peças estão sendo adaptadas para o palco de arena, pois todos os espetáculos foram concebidos para o palco italiano. O cronograma de apresentações começa no dia 26 de abril e segue até o dia 22 de dezembro, com espetáculos de quarta a domingo.

Teatro de Arena Eugênio Kusnet - Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República - Tel: 11. 3256.9463 

Temporada: de 7 de agosto a 12 de Outubro. Quartas e quintas feiras, às 20h, e sáb. às 18h. Ingressos: R$ 20,00 / R$ 10,00 meia

Classificação: 10 anos. Duração: 65 minutos

"Mucho Locas"


"Quatro mulheres. Quatro destinos. Muitas risadas."

Elas estão chegando...

Mucho Locas estreia turnée nacional em Santo André/ SP


Marisa Carnicelli, Evelyn Elman, Valéria Lopes Gomes, Alessandra Vitanis. Foto Fabio Barrocal1.jpgO texto é do autor José Vitor Rack, paulistano, radicado em São José do Rio Preto. A direção é do carioca Tom Arruda, experiente diretor e ator, que assina a sua primeira produção na capital paulista.
No palco: Alessandra Vitanis, Evelyn Elman,  Marisa Carnicelli e Valéria Gomes. Participações especiais dos dançarinos Luccas Cassimiro e Thiago Labbate.

Mucho Locas tem o mérito de ter no seu elenco e equipe técnica, profissionais capacitados e que se dedicaram ao projeto por acreditar na sua qualidade. O espetáculo traz aos palcos artistas experientes, que estão despontando no cenário de teatro nacional.

Marisa Carnicelli, Evelyn Elman,valeria Gomes Alessandra Vitanis,  foto Fabio Barrocal.jpgA peça mostra a trajetória de quatro mulheres que foram internadas por seus maridos numa casa de repouso particular. Elas têm histórias diferenciadas, dificilmente seriam amigas fora daquele lugar, mas compartilham pontos em comum: dão valor exacerbado à aparência, almejam a liberdade e acalentam planos de vingança contra os homens que as confinaram no local. Planejam um plano de fuga e enquanto ele não se realiza, o público acompanha os planos para a ação e conhece um pouco dos desejos, sonhos e frustrações de cada uma das personagens.

A montagem apresentará ao cenário teatral paulista um diretor que acabou de chegar do Rio de Janeiro e tem uma trajetória pautada pela busca do aprimoramento artístico, rigor e projetos voltados para a formação de artistas.
O autor, José Vitor Rack, também está despontando no cenário teatral brasileiro, com peças inteligentes, que apresentam reflexões pertinentes sobre o mundo contemporâneo. 
As atrizes, por sua vez, têm experiência na área de interpretação e estão em constante busca do aprimoramento, com a realização de oficinas e cursos: São elas: Alessandra Vitanis, Evelyn Elman,  Marisa Carnicelli e Valéria Gomes. Participações especiais dos dançarinos Luccas Cassimiro e Thiago Labbate. Stand in: Marcela Oliveira.
Marisa Carnicelli,Evelyn Elman, Valeria Gomes,Alessandra Vitanis  Foto Fabio Barrocal 3.jpg 
A equipe técnica também é formada por profissionais capacitados, que já estão acompanhando os ensaios (para mais informações ver o projeto da peça). 
Entre os destaques da produção quanto aos elementos cênicos, a trilha é original, isto é, especialmente composta para a encenação e trilha com nomes de compositores como Flávio Venturini, escolhida para que as cenas ganhem dinamismo e veracidade.
Um dos grandes trunfos é a parceria com o renomado Fernando Pires, que assina o design dos sapatos usados pelas atrizes em cena.
Depois de Santo André, a montagem continuará viajando e o objetivo e entrar em cartaz em São Paulo, Capital,  ainda este ano.

SOBRE A PEÇA:
Mucho Locas  foi escrita por José Vitor Rack especialmente para Tom Arruda. É uma comédia leve, que segundo o autor promove diversão, mas tem como objetivo colocar em pauta reflexões sobre a ¨ditadura da beleza e do corpo ideal¨, questionar o limite entre a loucura e a ¨normalidade¨, além de discutir a estrutura do teatro:  “Escrevi este espetáculo tendo duas coisas em mente: fazer um teatro divertido e questionador. O texto questiona os padrões de beleza que as mulheres tentam irracionalmente seguir, mostra que a fronteira entre a loucura e a normalidade é muito mais tênue do que parece e, sobretudo, questiona a própria estrutura clássica do teatro. Derrubando a quarta parede o tempo todo e apostando no nonsense, tentei demonstrar que nem só as fórmulas acadêmicas conseguem produzir um bom espetáculo¨, diz o autor.
Alessandra Vitanis, Evelyn Elman, Marisa Carnicelli, Valeria Gomes Foto Fabio Barrocal 2.jpg
A HISTÓRIA
Numa casa de repouso particular na Serra da Mantiqueira se encontram quatro mulheres muito diferentes entre si. Classes sociais, educação, valores morais, estilo de vida, tudo nelas é conflitante e, em situação normal, jamais se tornariam amigas. Porém elas descobrem que seus passados têm fatos em comum e o futuro as une novamente em torno de um objetivo grandioso: fugir dali e fazer um plano de vingança contra quem as internou.
A peça mistura o presente (elas no hospício) com o passado (elas contando suas histórias e como foram parar ali). Elas desenvolvem um plano detalhado, onde escapam pela tubulação do ar condicionado e ganham a rua.
Estas quatro mulheres, maltratadas pela sorte, querem ¨arrancar o couro¨ do ministro boiola, do padre falso moralista, do jogador galinha e do amante demolidor de casas.

PERSONAGENS:

DALILA GUMERCINDO (Valéria Gomes) - Ex-bailarina do Amado Batista, ex-miss Franco da Rocha, 14ª colocada no Miss São Paulo, ex-assistente de palco dos sorteios da Tele Sena, interpretou a prima da melhor amiga da protagonista de uma novela da Record. Foi dona de uma loja de donuts, seu preferido era o de morango com creme. É ainda ex-mulher de Gilberto Pancada, ex-meia esquerda da Portuguesa.

JURACIARA MEDEIROS (Alessandra Vitanis) - Morava com os pais e seis irmãos no interior do Pará quando foi cortejada e se casou com um jovem fazendeiro da região, rapaz bonito e com aspirações políticas. Foram morar em Belém e logo ele se elegeu deputado e depois assumiu cargo de ministro. Logo chegaram a seus ouvidos histórias e mais histórias de traições dele, todas com homens. Enlouquecida de ódio, viaja a SP pronta a municiar o principal adversário político do marido com todas as histórias sujas que ela conhece. Uma vingança maquiavélica. Mas o marido fruta foi mais ágil, conseguiu sua interdição judicial e a internou.
TANINHA (Evelyn Elman) - Todos chamam Tânia de Taninha. É a paciente mais antiga da casa de repouso, onde tem uma posição de liderança, por assim dizer. É praticamente a dona do pedaço. Foi parar ali após desistir da vida religiosa. A noviça Tânia engravidou de um padre. Foi convencida a fazer um aborto. Arrependeu-se e surtou, andando pelo convento com um lençol enrolado nos braços, ninando-o e dizendo coisas sem nexo.

ESTELA ROXXXXXXY (Marisa Carnicelli) - Estela Roxxxxxxy (com seis xis!!!) era uma estrela do mundo pornô. Muito bem sucedida, famosíssima em todo o mundo pela performance magistral no filme DOIS EM CADA BURACO, , mas foi .perdendo o status de deusa do sexo. Querendo mudar de vida, Estela adotou o pseudônimo de Carolina e foi viver num casarão que herdou de um tio, no Paraná. Saiu de lá meses depois em uma camisa de força. A casa era mal assombrada, causando nela um terrível pavor, que foi confundido pelas pessoas com loucura galopante. 
SOBRE O AUTOR

José Vitor Rack - É escritor e roteirista. Paulistano, reside desde a infância em São José do Rio Preto, interior de São Paulo. É autor de mais de dez peças de teatro, entre elas: Toucinhos do Céu & Outras Lembranças, Até as Pedras da Rua Sabem que Eu Te Amo, Brilho da Lua, Do Avesso e uma adaptação de Noite de Reis, de William Shakespeare.
O DIRETOR

Tom Arruda - Ator, diretor, cenógrafo, figurinista e produtor, formado pela Escola de Comunicação e Artes (ECA) – USP e pela Escola Célia Helena. Trabalhou
por cinco anos na W7 Brasil Produções como Diretor de Produção, produtora carioca de Samuel Petrotti. Atuou em grandes produções teatrais, shows e organização de eventos, além de assinar a direção de montagens no rio de janeiro e em Minas Gerais, com destaque para Noite de Reis, de William Shakespeare. Como ator, participou de filmes, peças de teatro e na TV, das novelas Éramos Seis e As Pupilas do Senhor Reitor, no SBT.

ELENCO

Alessandra Vitanis: Atriz e cantora (é soprano). Também é arte-educadora e fez participação na telenovela Carrossel. No teatro, interpretou textos de Plínio Marcos, Garcia Lorca, Gorki, entre outros.

Evelyn Elman: Publicitária, cantora e atriz. Protagonizou, pela OperAria, a personagem Golda, do musical O Violinista no Telhado, dirigida por A. Taglianetti e Fe Camargo. Outros trabalhos: ópera-rock José e Seu Manto Technicolor, sob direção de Iacov Hillel e atuou no musical Tango Mulher, direção de Milton Neves, como reconhecimento do seu talento recebeu o troféu Super Cap de Ouro.

Marisa Carnicelli:
Publicitária, atriz e radialista; em 2005, assumiu o comando do programa A Casa é Sua, na Rede TV. No teatro, atuou em espetáculos como: A Gata Borralheira, AViagem ao Mundo do Faz de Conta, A Garçonnière de Meu Marido, Salve-se Quem Puder que o Jardim Está Pegando Fogo e Renúncia.

Valéria Gomes:  Atriz desde 1991, Valéria tem experiências em teatro, cinema e TV. Protagonizou piloto de sitcom na RedeTV com Luciana Gimenez e nos palcos encenou textos de Anton Tchekhov.

Participações especiais dos dançarinos Lucas Cassimiro e Thiago Labbate. Cassimiro e Labbate almejam os palcos como forma de diversificar as suas habilidades profissionais.

Stand in: Marcela Oliveira.
Estudou na Escola de atores Wolf Maya, na Oficina de Atores Nilton Travesso e na Universidade São Judas Tadeu. É arte educadora e já atuou em diversos espetáculos teatrais.

FICHA TECNICA
Alessandra Vitanis, Evelyn Elman, Marisa Carnicelli, Valeria Gomes foto de fabio barrocal.jpg 
Texto: José Vitor Rack
Direção: Tom Arruda
Elenco: Alessandra Vitanis, Evelyn Elman,  Marisa Carnicelli e Valéria Gomes. Participações especiais dos dançarinos, e modelos, Luccas Cassimiro e Thiago Labbate. Stand in: Marcela Oliveira.
Cenografia e Figurinos: Tom Arruda
Artista Plástico: Celso Rorato
Construção de Cenário e Camareiras: L´ Equipe
Operador de Luz: Elton Ramos e Marcus Filomenus
Trilha Sonora e Operação de Som: Enoque de Paula
Narração: Ney Casanova ( Tupi FM)
Calçados exclusivos: Fernando Pires
Costureira de Hábitos: Débora Muniz
944267_538361176227227_484476717_n.jpgMaquiagem de Cena e Estúdio: Jeff Souza
Fotos de Cena e Studio: Fabio Barrocal
Designer Gráfico: Fabio Barrocal
Logo do Projeto: Giovana Braido e Amanda Machado
Programação Audiovisual: R8 Produções
Making Off: R8 Produções
Assessoria de Imprensa: Nanda Rovere
Direção de Produção: Tom Arruda (Produtom)
Assistente de Produção: Silvia Figueiredo
Produtores Colaboradores: Liana Obata e Keila Blaske
Realização: Produtom

SERVIÇO 

Mucho Locas

Teatro Municipal de Santo André - Praça IV Centenário, s/nº. Centro. Tel.: (11) 4433-0789.
Lotação: 478 lugares
Ingressos: R$ 60 reais e R$ 30 reais. (Meia) - Estudante, professores, Artistas com DRT, aposentados, pensionistas e terceira idade.
Censura: 16 anos. Duração:60 minutos
Dia 10 de agosto de 2013, sábado, às 19h00 e às 21h00. 
#FUIEVOU 

"Doidas e Santas" na CicloFaixa

Novidade em divulgação de cultura em São Paulo:

"Doidas e Santas” com Cissa Guimarães e Giuseppe Oristanio participam da pedalada na CicloFaixa de Lazer passeando e divulgando a peça que está em cartaz em São Paulo, no Teatro das Artes, no 3º piso do Shopping Eldorado. Estreou dia 5/7 e faz parte do Circuito Cultural Bradesco Seguros. No elenco ainda a atriz Josie Antello numa comédia romântica de Regiana Antonini livremente inspirada no livro homônimo de Martha Medeiros. É muito divertida e emocinante. #Indico

O evento se dará dia 28/7, com saída prevista entre 12h00 e 12h30 da Praça do Ciclista.

Aproveite a ação para mostrar o seu momento “Doidas e Santas” na CicloFaixaSP. Tire uma foto que, na sua opinião, interprete o nome da peça e compartilhe via Facebook, Twitter ou Instagram, utilizando a hashtag#doidasesantasnaciclofaixa. As fotos vão para o nosso álbum no Facebook. ( via  http://www.ciclofaixa.com.br/doidas-e-santas-na-ciclofaixasp/)

Doidas e Santas
Teatro das Artes - Av.Rebouças, 3970 – 3º piso do Shopping Eldorado - Tel.: (11) 3034-0075
Sexta e sábado, às 21h30; domingo, às 18h30
Em cartaz até 29/9/2013

Aproveite e conheça as regras de utilização da CICLOFAIXA - http://www.ciclofaixa.com.br/regras-de-utilizacao/
Foto: Divulgação
#FuiEVou