quarta-feira, 7 de setembro de 2016

1ª Feira de Arte Caeté

Nos dias 10 e 11 de setembro de 2016

O coletivo Caeté, formado pelos artistas Luciano Ogura, Lucia Moretzsohn e Alessandra Bufe, realiza sua primeira feira de arte nos dias 10 e 11 de setembro de 2016 com 17 artistas selecionados, no Empório Fotográfico (Rua José Bento, 384 – Cambuci).

Com uma curadoria totalmente voltada para a qualidade plástica dos trabalhos, a ideia é oferecer um ambiente propício para aproximação entre artistas, apreciadores e consumidores de arte. Esse primeiro evento será realizado em um amplo estúdio e lá os artistas participantes apresentarão trabalhos especialmente selecionados, como gravuras, pinturas, fotografias, cerâmica, entre outros.

Diferente dos espaços tradicionais de arte, os visitantes terão a possibilidade de conhecer pessoalmente os artistas, seus conceitos e motivações. Em um local de fácil acesso, o evento vai contar ainda com espaço gastronômico e boa música.

COLETIVO CAETÉ

Três artistas se unem com o intuito de organizar feiras de arte através de uma apurada curadoria da produção atual nas áreas de pintura, escultura, gravura e outros suportes, em espaço propício à divulgação, apreciação e venda das obras, com boa música e gastronomia.

Luciano Ogura Buralli é formado em Arquitetura pela Universidade Mackenzie. Trabalha com xilogravura e linoleogravura, onde seu foco está nos temas ligados à cidade, como os cães de rua e a arquitetura decadente da metrópole. Atualmente leciona cursos de xilogravura em espaços culturais.

Lucia Moretzsohn é formada em Arquitetura pela Belas Artes. Iniciou sua trajetória na área de criação e desenvolvimento de estampas para produção industrial. Sua produção atual é focada na pintura, escultura e criação de murais tendo o feminino como tema. Dedica-se também à prática artística com crianças em seu ateliê.

Alessandra Bufe é formada em Artes Plásticas pela Faap e Desenho Industrial pela Belas Artes. Dedica-se a sua produção autoral em diversas técnicas artísticas com ênfase em pintura, escultura e gravura. Atualmente pesquisa temas relacionados à natureza e figura humana.

ARTISTAS PARTICIPANTES

Alexandre Wagner Malosti | Ana Calzavara | Angela Leite Gravura | Caio Junqueira Franco | Carlos Borsa | Debora Censi | Julia Goeldi | Guilherme Kramer | Gustavo Luiz Salvatore | Marcello Vitorino | Masahiko Kato | Miguel Anselmo | Rogério Lupo | Sheila Oliveira | Simone Fonseca Bonan | Valdinei Calvento Junior | Yara Fukimoto


SERVIÇO

1ª Feira de Arte Caeté
Empório Fotográfico - Rua José Bento, 384 / Cambuci Tel. de informações: (11) 9 7286 2626
Entrada gratuita. Dias 10 e 11 de setembro de 2016, das 12h às 20h

Projeto Tram(a)antropofágica

COMEMORANDO QUINZE ANOS A COMPANHIAANTROPOFÁGICA DE TEATRO ESTREIA O PROJETO TRAM(A)NTROPOFÁGICA E REVISITA TODOS SEUS ESPETÁCULOS E EXPERIMENTOS

 

Vai começar a TRAM(A)NTROPOFÁGICA, novo projeto da Companhia Antropofágica que marca os quinze anos de trajetória deste importante ícone do teatro de São Paulo. O público é convidado a viver uma grande experiência com o fazer teatral e a conhecer a história da companhia em mais de cento e quarenta dias de atividades que incluem temporadas, diálogos, intervenções e entre outros. Se você ainda não conhece este importante trabalho, fique de olho na programação para se inserir nesta grande trama!

 

O PÚBLICO SERÁ CONVIDADO PARA UMA VIAGEM NO TEMPO E NO REPERTÓRIO DA ANTROPOFÁGICA

Dona de um extenso processo de criação, estudo, experimentação e um significativo currículo com prêmios e indicações, a Companhia Antropofágica é um importante grupo da cena teatral de São Paulo, criado em 2002, que tem a antropofagia como princípio motivador de seu processo sócio-artístico. No auge de seus quinze anos de trabalho coletivo contínuo, o grupo recentemente contemplado na 28ª edição doPrograma Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo, se prepara para iniciar um grande e potente projeto que traz em sua forma, elementos que buscam traduzir qualidades já presentes em seu modo de criação, deixando transparecer aspectos da pesquisa de linguagem e poética. 

 

O projeto TRAM(A)NTROPOFÁGICA como o próprio nome diz, propõe uma grande trama, um cruzamento, uma interligação, para formar uma rede que une cada experimento realizado ao longo da trajetória de quinze anos. O objetivo é levar a público de forma condensada, a história da Companhia, que ao longo dos anos, se esforça em responder artisticamente à trama complexa do tempo presente, investigando seus percalços políticos e travando um diálogo crítico permanente com o desenrolar histórico do próprio tecido social que o envolve: a situação política da cidade, a relação fundamental entre o grupo e seu público e, num sentido amplo, as consequências históricas do próprio desenvolvimento humano.

 

Desta forma, o grupo busca investigar, sistematizar e ressignificarpráticas criativas, pedagógicas e sociais que definem o fazer teatral da Antropofágica. Os fios dessa trama, que aparecem soltos e dispersos na história do grupo, serão entrelaçados de forma a configurar um tecido denso reconhecível. Trata-se de transformar o passado com os olhos do presente, a fim de vislumbrar novas possibilidades de futuro.

 

TRAM(A)NTROPOFÁGICA é um marco para o grupo quecomemora quinze anos fazendo história no teatro de São Paulo e agora se prepara para uma mostra do extenso repertório desta jornada, apresentando ao público desde espetáculos premiados, até aquilo que acreditam que “não deu certo”, como forma de revisitar e investigar de fato, tudo o que foi construído durante estes anos. O público é convidado para uma imersão neste trabalho que se destaca através de uma clara opção por pesquisar procedimentos, gêneros, autores e textos ligados à tradição das formas híbridas, muito propícias ao ideal antropófago que move a cada um de nós. Composta por mais de trinta integrantes, a Companhia Antropofágica propõe com este projeto, a realização de espetáculos, intervenções, oficinas e experimentos, atuando tanto em sua sede, o Espaço Pyndorama, quanto em outros espaços da cidade de São Paulo. Serão dezoito temporadas de espetáculos e mais dezenove atividades, realizadas de Setembro de 2016 a Agosto de 2017, culminando com a estreia de um novo espetáculo. Aproximadamente doze meses, com cerca de cento e quarenta e um dias de apresentação, todas gratuitas e abertas ao público geral.

 

A abertura da TRAM(A)NTROPOFÁGICA acontece no dia 09 de setembro, com o KABARÉ ANTROPOFÁGICO, quando o grupo abre a sua sede e convida a população para embarcar nesta jornada de apresentações e a participar também desta grande trama que une toda a sua pesquisa. Inspirado na tradição dos espetáculos de formas híbridas e do teatro de variedades, este Kabaré é voltado para a pesquisa musical da Companhia. 

 

“O Kabaré é um encontro celebrativo em uma forma híbrida que transita pelo teatro, dança, música e variedades. No Kabaré celebramos a tradição crítica, através de um repertório presente em vários trabalhos, que agrupados de outra maneira se apresentam como uma espécie de carro abre alas” – explica Thiago Reis Vasconcelos, diretor da companhia.  

 

Após o Kabaré, o grupo inicia temporada em Setembro e Outubro da Trylogia: Terror e Miséria no Novo Mundo, contemplada pelo Prêmio CPT 2012, na categoria Projeto Sonoro e Prêmio CPT 2013na categoria Direção. Além de ter sido indicada no mesmo prêmio nas categorias ‘Trabalho apresentado em espaços não convencionais’ em 2012 e 2013, ‘Projeto Visual’ e ‘Projeto Sonoro’, em 2013.

 

Sobre a Trylogia, Thiago explica: “É um trabalho de que tem como tema a história do Brasil nos períodos da Colônia, do Império e da República, respectivamente da primeira a terceira parte. Em cada uma das peças foram feitas longas pesquisas sobre os processos sóciopolíticos de cada período. Esses estudos foram importantes fontes que alimentavam nossa sala de ensaio, não sendo exagero dizer que transformou nossa maneira de fazer teatro. A Trylogia é um dos divisores de águas da Antropofágica, no pensamento estético-poético. E vai ser muito importante esse diálogo que vamos ter com o público neste momento político do Brasil”. 

 

Ainda em Outubro o grupo apresenta o Programa I: BrazyleirinhasQI, com apresentações dos espetáculos O Grande Circo da Ideologia, Furo no Casco, Estudo para o Terror e M. [Isso não é uma peça feminista]. Em novembro, é a vez de A Tragédia de João e Maria, onde o grupo apresenta uma linguagem que ficou conhecida como Teatro da Deformação, com um espetáculo livremente inspirado no conto dos irmãos Grimm. A peça é uma versão adulta e deformada de Hansel und Gretel e retrata a trajetória de duas crianças abandonadas pelos pais em meio ao desespero da fome e da impossibilidade de alimentá-los. 

 

O grupo finaliza as apresentações do ano em dezembro, com Prometeu: Estudo 1.1 e a comédia Macunaíma no País do Rei da Vela, primeiro espetáculo criado pela Antropofágica, retomando as atividades do projeto em 2017.

 

Entre setembro e dezembro, acontece ainda os Diálogos Antropofágicos, abordando temas importantes do fazer teatral com a participação de nomes de peso como Marcelo Soler, da Cia Teatro Documentário; Luciano Carvalho, do Grupo Dolores Boca Aberta Mecatronica de Artes; Manoel Ochôa, José Cetra, Mei Hua, Rogério Guarapiran, Ney Piacentini, da Companhia do Latão, Maria Silvia Betti, Zernesto Pessoa, da Companhia do Feijão e Ana Souto.

 

A Companhia Antropofágica tem em seu histórico outras indicações a prêmios importantes como Indicação ao Prêmio CPT 2012, na categoria Prêmio Especial pela Intervenção 22, Indicação ao Prêmio Shell 2012, Categoria Especial pelo processo de pesquisa em Máquinas de Intervenção Urbana e Indicação ao Prêmio CPT 2013, na categoria Publicação dedicada ao universo do teatro, pela Revista Bucho Ruminante nº0.  Além disso, a Antropofágica regularmente abre a sua sede, o Espaço Pyndorama, para receber importantes grupos da cena teatral de São Paulo, que apresentam temporadas e ocupam este espaço de diversas formas. A Companhia é também responsável pela realização de uma das maiores atividades teatrais de São Paulo: a Feira Antropofágica de Opinião, uma reunião de coletivos teatrais e cinematográficos, músicos, artistas plásticos e poetas de várias gerações para dar sua opinião sobre o Brasil de hoje a partir de objetos artísticos.

 

Todas essas atividades caracterizam um dos maiores grupos de teatro de São Paulo, que agora dá início a sua TRAM(A)NTROPOFÁGICA e convida todos os interessados a participar desta grande celebração de quinze anos de estrada. 

 

Para saber todos os detalhes do projeto e da agenda do grupo, acesse: 

https://www.facebook.com/CiaAntropofagica ou http://www.antropofagica.com/


Data: 11, 18 e 25 de Setembro e 02 e 09 de Outubro de 2016 (Domingo) - Horário: 19h00

Local: Espaço Pyndorama - Endereço: Rua Turiassu, 481, fundos.

Duração: 140 minutos - Ingressos: Gratuito - Capacidade: 80 lugares- Classificação Indicativa: 16 anos

 

Programação Diálogos Antropofágicos:

14/09 - O olhar do Espectador com Marcelo Soler da Cia Teatro Documentário

21/09 - Conversa sobre a práxis estético-política presente na TrylogiaTerror e Miséria no Novo Mundo com Luciano Carvalho do Grupo Dolores Boca Aberta Mecatronica de Artes

22/09 - Apontamentos acerca da Iluminação Teatral na Antropofágica com Manoel Ochôa

28/09 - Memórias de um Espectador com José Cetra acerca da TrylogiaTerror e Miséria no Novo Mundo

21/10 - Encontro com os Dramaturgos de M. isso não é uma peça feminista, de Mei Hua, e Estudo para o Terror, de Rogério Guarapiran(haverá apresentação das peças nessa data e a conversa será realizada após as apresentações)

08/11 - Grande Circo da Ideologia com Ney Piacentini da Companhia do Latão (haverá apresentação da peça nessa data e a conversa será realizada após a apresentação) 

09/11 - Furo no Casco e a Dramaturgia de Chico de Assis com Maria Silvia Betti (haverá apresentação da peça nessa data e a conversa será realizada após a apresentação)

16/11 - Conversa sobre A Tragédia de João e Maria com ZernestoPessoa da Companhia do Feijão

 07/12 - Conversa sobre Prometeu Estudo 1.1 com Ana Souto    

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Herança de Sangue

John Link - Mel Gibson vive em meio ao deserto na Califórnia onde seu trailer também serve como estúdio de tatuagem. Vivendo longe de drogas e violência, ele tem seu cotidiano afetado com a chegada de sua filha desaparecida que está jurada de morte por traficantes. Ele fará de tudo para protegê-la.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

“Amanda”

Foto de Bianca Aun 
 De Jô Bilac, estreia no Sesc Consolação com Rita Clemente no papel
de uma mulher que perde a audição, paladar, olfato, tato e visão

Perdas sempre nos impactam, sejam quais forem. Quando um familiar, emprego ou bens se vão, não ficamos satisfeitos, à primeira vista. Mas “Amanda”, a personagem título do espetáculo homônimo, tem um olhar afetuoso para os sentidos que estão se esvaindo de seu corpo. Audição, paladar, olfato, tato e visão vão deixando de existir em Amanda. O que lhe resta é a memória, é o que legitima sua existência/resistência diante de tudo.

 Sinopse - A peça fala da luta de uma mulher que perde gradativamente os sentidos e mantém segredo sobre o seu estado. Com o passar dos dias, vai perdendo outros sentidos vitais, resinificando seu cotidiano. Quando falham audição, paladar, olfato, tato e visão, a memória se mostra a companheira de Amanda.
Texto de Jô Bilac, recheado de humor e tragédia . com direção compartilhada por Rita Clemente - um dos nomes mais respeitados da atualidade no cenário das artes cênicas de Minas Gerais e do país e Diogo Liberano, ator, dramaturgo e produtor teatral, diretor artístico da companhia carioca Teatro Inominável. 

De 12 de setembro a 11 de outubro de 2016  Segundas e terças, às 21h00
Sesc Consolação - Espaço Beta - R. Dr. Vila Nova, 245 - Vila Buarque – 3° andar - Capacidade: 50 lugares
Duração: 60 min/ Recomendação: 14 anos
Ingressos: R$ 20,00 (inteira)/ R$ 10,00 (meia-entrada: estudante, servidor de escola pública, +60 anos, aposentado e pessoa com deficiência)/ R$ 6,00 (credencial plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda pelo Portal sescsp.org.br a partir do dia 6/9, às 18h, e nas bilheterias do Sesc São Paulo dia 8/9, às 17h30.

O Eclipse da Bússola - Infantil

A contadora de histórias Fernanda Bergamin (Story Teller) conta de uma aventura vivida ao lado do acrobata Viajante de Tinta.
A bordo de um navio que passou por um inesperado naufrágio, Story Teller é salva pelo Viajante de Tinta, que num descuido deixa para trás seu antigo mapa e uma bússola dourada.
Atrás de pistas, ambos saem ao encontro dos seus pertences em um mundo distante de mistérios.
Direção Artística: Joab Rodrigues e Fernanda Bergamin. Elenco: Fernanda Bergamin, Joab Rodrigues, Junior Cesar, Bruna Panegassi, Jader Silva, Tatiana Garcia, Sérgio Angeli, Giovana Franzoi, Maria Eduarda Torrente. Participação Especial: Jottapê (Janjão de Chiquititas).

Dias 17 e 24 de setembro, sábados, às 16h, 
Teatro APCD.  Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana (próximo ao metrô Tietê). Ingressos: R$ 40,00 (inteira), R$ 20 (meia) e R$ 15,00 (sócio APCD). Classificação: livre. Duração: 60 minutos. Capacidade: 800 lugares.
Horário de funcionamento da bilheteria: quarta a sábado, das 15h às 22h; domingo, das 15h às 20h. www.compreingressos.com / Telefone: (11) 2223-2424.

A Bela e a Fera - Infantil

O clássico conto de fadas francês escrito por JeanneMarie LePrince de Beaumont há 240 anos ganha adaptação de Marcelo di Morais, para mostrar para a garotada que as aparências podem enganar. Direção: Liza Caetano.
Num país distante, um jovem príncipe vivia num belo castelo. Embora tivesse tudo que quisesse, ele era mimado e egoísta.
Numa noite de inverno, uma velha mendiga lhe ofereceu uma rosa em troca de abrigo. O nobre zombou da oferta e a mandou embora.
A feiura da anciã desapareceu e surgiu uma bela feiticeira.

O príncipe tentou se desculpar, mas era tarde demais. Ele foi transformado em Fera e junto com o surgimento da sua má aparência começou a sua espera pelo verdadeiro amor.

Dia 10 de setembro, sábado, às 16h. Infantil/ Livre | 60 min.
Teatro APCD - Rua Voluntários da Pátria, 547, Santana (próximo ao metrô Tietê).  . Ingressos: R$ 40,00 (inteira), R$ 20 (meia) e R$ 8,00 (sócio APCD). Classificação: livre. Duração: 60 minutos. Capacidade: 800 lugares. Horário de funcionamento da bilheteria: quarta a sábado, das 15h às 22h; domingo, das 15h às 20h. www.compreingressos.com / Telefone: (11) 2223-2424.

“Jair Oliveira, 30 Anos de Carreira”

Unibes Cultural recebe o compositor, multi-instrumentista, intérprete e arranjador Jair Oliveira em show comemorativo de três décadas de carreira, dia 23 de setembro, sexta-feira, às 21h

 Foto de Edu Pimenta
Show que será apresentado em São Paulo, no Unibes Cultural, dia 23 de setembro, 6ªfeira, às 21h  (ingressos a R$ 30,00 e R$15,00/meia-entrada e clientes Nextel) é um panorama musical que abrange as três décadas de trajetória artística do compositor, multi-instrumentista, produtor, intérprete e arranjador Jair Oliveira. São 20 canções que pontuam as várias fases da carreira do artista, iniciada aos 6 anos, quando participou da primeira gravação em um disco do pai, Jair Rodrigues.

“Fui dividindo a minha história em capítulos: o início ao lado de meu pai, os anos com o Balão Mágico, o início como compositor, a fase de músico da noite com os “Artistas Reunidos” e o trabalho autoral solo”, diz Jair.

O repertório e a musicalidade do show deram origem ao DVD/DOC –Jair Oliveira 30’, gravado no Auditório Ibirapuera de São Paulo, com a participação de vários artistas que, desde o começo, foram de extrema importância na construção de sua carreira, como  Jair Rodrigues, Simonny, Daniel Carlomagno, Max de Castro, Wilson Simoninha, Pedro Mariano, Luciana Mello, Tania Khalill e a filha Isabela.

O show “Jair Oliveira, 30 Anos de Carreira” abre com uma homenagem afetiva e musical de “Disparada” (Geraldo Vandré / Théo de Barros), canção defendida pelo pai do artista, Jair Rodrigues, no Festival de Música Brasileira, da TV Record, em 1966 e segue com hits da época do Balão Mágico como “Coração de papelão” e “Superfantástico”; “Simples desejo”, “É isso é que dá” e “Voz no ouvido”, composições dos tempos do projeto “Artistas Reunidos”, que revelou jovens talentos no final dos anos 90; “Bom dia, anjo”, “Você por perto”, da fase solo do músico e “Passeando com papai”, essa última composta para o projeto “Grandes Pequeninos”. O repertório traz ainda uma parceria com Seu Jorge em “Samba da Doca” e encerra com “Tiro onda”.

Jair estará acompanhado dos músicos Marcelo Maita, Dudinha Lima, Junior Gaz e Jota Erre e, embora os convidados do DVD não estejam presentes, Jair declara que as canções que contam a história do show comemorativo serão apresentadas com a mesma alegria. “O público vai se emocionar”, garante o músico.

Unibes Cultural  - Rua Oscar Freire, 2500 – Sumaré - SP. Capacidade – 300 lugares
Duração – 90 minutos. Indicação de faixa etária – Livre para todos os públicos
Ingressos R$ 30,00 e R$ 15,00/(meia-entrada e clientes Nextel)

"Gota D'Água [a seco]"

 Estreia no  Teatro Faap. Com Laila Garin e Alejandro Claveaux. diretor Rafael Gomes, Pedro Luís (diretor musical)  e da produtora Andréa Alves, da Sarau Agência.


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MIRADA} Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos

Em sua quarta edição, conjuga inovação estética e pensamento crítico

Mais de 40 espetáculos compõem a programação dessa nova edição do evento. Desses, 28 são internacionais. A Espanha é o país homenageado e traz produções inéditas no Brasil.

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Figura 1- Espetáculo 4, com direção de Rodrigo García, do coletivo espanhol La Carnicería Teatro, abre o Mirada no dia 8 de setembro no Sesc Santos

Trabalhos que correlacionam o pensamento crítico à busca permanente por inovação em temas, técnicas e formas de abordar a arte constituem a tônica da quarta edição do MIRADA} Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos, evento bienal realizado pelo Sesc que acontece de 8 a 18 de setembro de 2016 em Santos e mais cinco cidades do litoral paulista (Praia Grande, Guarujá, Bertioga, Cubatão e São Vicente).

Essa nova edição do Mirada tem em sua programação 43 espetáculos originários de 10 países da América Latina, Portugal e Espanha. Ou seja, 12 nacionalidades representadas por meio de peças, performances, intervenções urbanas e uma instalação. Trata-se de um panorama que potencializa a capacidade de o teatro e a dança reagir diante das singularidades histórica, social, política e econômica, evidenciando a força da arte politicamente engajada sem perder de vista a ambição poética e a pluralidade estética.

As quatro edições do festival tiveram curadoria do conselho diretivo do Festival composto pelo diretor do Departamento Regional do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda; pela pesquisadora e educadora Isabel Ortega, brasileira radicada na Espanha; pelo diretor do Teatro Mayor de Bogotá, Ramiro Osório; e pelo diretor artístico do Festival Ibero-Americano de Teatro de Cádiz, Pepe Bablé.

Para Danilo Santos de Miranda “chegamos à quarta edição do Festival com representantes de 12 países, tendo a Espanha como país homenageado, o que permite reafirmar o caráter de integração entre os povos e culturas desse extenso território afetivo, como objetivo central da proposta. Além disso, mantém-se o lugar privilegiado para trocas de saberes e diálogos multilaterais, notadamente com a incorporação de demandas supranacionais nas pautas discutidas em comum”.

Prestigiada no circuito internacional devido à consistência de sua produção contemporânea, a Espanha é o país homenageado em 2016 e traz oito montagens, sendo a maior parte de espetáculos inéditos no Brasil. A produção brasileira vem representada por 15 obras convidadas, provenientes de diferentes regiões do país. Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Peru, Portugal e Uruguai trazem trabalhos significativos da cena contemporânea.

O público é estimulado a uma viagem de 11 dias por uma programação que contempla assuntos urgentes de nossa época, como família, gênero, racismo, identidade, cidadania, espaço público, ditadura, justiça, terrorismo e refugiados. Essa variedade de temas vai atingir espectadores adultos e infantojuvenis durante a temporada que ocupa, para além dos espaços do Sesc Santos, outros edifícios históricos de relevância cultural e espaços não convencionais da cidade, como a sala Princesa Isabel, no Palácio José Bonifácio, a Fortaleza da Barra - fortificação construída no Guarujá em 1584 - e as catraias do bairro do Paquetá, na zona portuária de Santos.

sábado, 3 de setembro de 2016

Tocha Paraolímpica #Rio2016

Revezamento acontece no próximo domingo (4) e incluirá passagens pela Avenida Paulista e pelo Parque Ibirapuera, onde haverá uma série de apresentações culturais inclusivas


São Paulo recebe neste domingo, 4 de setembro, a #tocha #paraolímpica Rio 2016. No percurso pela capital, a tocha passará pelo #CentrodeTreinamentoParaolímpico, pelo CEU #CaminhodoMar, pelas instituições Fundação #DorinaNowill para Cegos, #Apae São Paulo e #AACD e pela #AvenidaPaulista, onde parte dos condutores fará o revezamento.
Para comemorar a passsagem da tocha pela cidade, o #ParqueIbirapuera abrigará um #FestivaldeCulturaInclusiva. A partir das 14h, haverá exibição de capoeira adaptada, danças em cadeira de rodas, teatro, flash mob e apresentação da Banda do Silêncio, formada por alunos com deficiência auditiva, cegos e ouvintes de escolas municipais.
A partir das 16h30, a tocha chegará ao Ibirapuera, onde os condutores realizarão o restante do revezamento até a celebração final, que deve ter início às 18h, em frente ao Museu Afro Brasil, com a apresentação da Orquestra Bachiana, comandada pelo maestro e pianista João Carlos Martins.
São Paulo é uma das seis cidades brasileiras que receberão a passagem da tocha paraolímpica Rio 2016. Os #JogosParaolímpicos acontecem entre os dias 7 e 18 de setembro, na cidade do Rio de Janeiro.
Roteiro / Percurso da tocha Paraolímpica Rio 2016 em São Paulo
10h00 – Chegada e acendimento da chama no Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro (Rodovia dos Imigrantes, km 11,5 - Vila Guarani, Jabaquara)
11h40 – Passagem da tocha pelo CEU Caminho do Mar (Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 5241 - Vila do Encontro)
12h – Retorno da tocha para o Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro
13h20 – Chegada da tocha para o revezamento na Avenida Paulista por condutores  (Praça do Ciclista até aestação Ana Rosa do Metrô)
14h05 às 16h30 – passagem da tocha pela Fundação Dorina Nowill, AACD e Apae São Paulo
16h35 – Chegada da tocha por comboio até a Avenida República do Líbano. Início do revezamento por condutores até a entrada do Portão 10 do Parque Ibirapuera
17h15 – Entrada da tocha no Parque Ibirapuera e revezamento na área interna até o Museu Afro Brasil
18h00 – Cerimônia de celebração da tocha em São Paulo, com a apresentação da Orquestra Bachiana e o maestro João Carlos Martins – Parque Ibirapuera, em frente ao Museu Afro Brasil.
Festival Cultural Inclusivo – Parque Ibirapuera, em frente ao Museu Afro Brasil.
14h – Grupo de Percussão Inclusiva – Nurap
14h25 – Grupo de Capoeira Adaptada – Mães da Lapa
14h40 – Apresentação de Dança da Apae São Paulo
15h10 – #FlashMob MAMMA MIA – Fundação Dorina Nowill
15h25 – Dança Contemporânea – Movimentarte
15h40 – Clube dos Paraplégicos de São Paulo
15h55 – Dança Artística em cadeira de rodas – Solidariedança
16h10 – Apresentação da cantora lírica Giovanna Maira
16h30 – Banda Música do Silêncio
fonte: http://www.capital.sp.gov.br/portal/noticia/16157/