sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Estúpido Cupido

Com Françoise Forton, Luciano Szafir, Clarisse Derzié Luz, Renato Rabelo, Sheila Matos, Carla Diaz, Luísa Viotti, Julia Guerra, Ryene Chermont, Ricardo Knupp e Mateus Penna Firme

De Flávio Marinho. Direção Gilberto Gawronski

Estreia dia 27 de Fevereiro no Teatro Gazeta

Françoise Forton comemora 50 anos de carreira com estreia de musical e exposição “A Incansável Guerreira da Arte”

O elenco de 11 atores interpreta as personagens na década de 60, em flashback, na fase atual em 2016. “Tenho como referência os filmes que assistia na Sessão da Tarde, o clima histórico antes da Ditadura Militar”, conta o autor Flávio Marinho.

“Estúpido Cupido brinca com a relação do tempo, o ontem e o hoje. Uma peça que se passa na atualidade, resgatando a ingenuidade, num descompromisso que tínhamos. O compromisso maior dos anos 60 era de se apaixonar, aí entra a figura e ideia do Cupido”, detalha o diretor Gilberto Gawronski.

Os 50 anos de carreira da atriz estão retratados na exposição: FRANÇOISE FORTON – A INCANSÁVEL GUERREIRA DA ARTE. “Ela é uma atriz que marcou a vida dos brasileiros. A trajetória profissional de Françoise – que interpretou personagens inesquecíveis no teatro, TV e cinema – está presente na memória afetiva do público”, define o curador da exposição, o colecionador Marcelo Del Cima.

Aos 8 anos de idade, em 1963, Françoise Forton, que morava em Brasília, estreou no teatro amador, num texto de Maria Clara Machado: A Menina e o Vento, na companhia Teatro Equipe. Em 1966, aos 10 anos, já profissionalmente, atuou ao lado de Glauce Rocha e Jorge Dória, emPais Abstratos. Em 68/69 filmou um dos primeiros longas direcionados ao público infantojuvenil no cinema nacional, Marcelo Zona Sul, que também lançou Stepan Nercessian. Em 70, como uma das filhas de Paulo Autran, participou de Édipo Rei. “Não tinha ideia que completaria 50 anos de carreira. O pesquisador Daniel Marano, através do Orlando Miranda que produziu Pais Abstratos, encontrou recortes de jornais, com matérias falando da estreia, em 1966, no Teatro Martins Penna, no Distrito Federal”, conta emocionada Françoise.

São 45 peças, 32 novelas, participações em minisséries e seriados, 9 longas e a Dança dos Famosos. A crítica teatral Tania Brandão sugeriu o título e escreveu o texto de apresentação da exposição. “Estrela, palavra simples, banal. Definir alguém de forma tão sumária pode ser um ato injusto. Em especial certas estrelas, que se definem não por atitudes ou vaidade, mas por uma trajetória de luta a favor da arte. Françoise Forton é isto: uma guerreira da arte. Estrela, sim, mas estrela de trabalho, amor e dedicação. Incansável, sua vida é uma exemplar trajetória de luta, prova de ouro que atesta a definição”, descreve Tania.

Na comédia musical, Tetê (Françoise Forton), vencedora de um concurso de beleza, hoje atriz famosa e apresentadora do programa “Sossega” é convencida por sua melhor amiga desde os tempos de escola, Ana Maria (Clarisse Derzié Luz), através do Facebook, a ir num reencontro da turma de colégio, uma festa com músicas e figurinos dos anos 60 e 70. No convite está bem claro: trilha sonora, drinques, traje, tudo vai levar as personagens de volta à era da inocência. “Como estamos em 2016, apesar de todo envolvimento emocional, surge o inevitável olhar crítico, sempre com muito humor”, conta Marinho. No evento, Tetê reencontra não só a rival Wanda (Sheila Matos), como também o ex-marido Frankie (Renato Rabelo) e uma antiga paixão, Teddy (Luciano Szafir) – um namorico do colegial. Wanda, durante a comemoração, mostra que os anos não conseguiram domá-la, e chega com o mesmo objetivo de Tetê: laçar Tadeu – ou Teddy, para os íntimos. Só que elas não esperavam que Teddy trouxesse na lambreta sua nova namorada, uma jovem de 21 anos, estilo 2016. Danielly (Carla Diaz) – e ai de quem a chame de Daniela – está completamente por fora da história e do clima da festa. É aí que o conflito entre o passado e presente se torna mais denso. “A encenação está baseada no espelhamento, que propõe um jogo teatral, onde saímos do realismo e o espetáculo ganha um tom mais poético”, explica Gilberto Gawronski que, pela primeira vez, em 35 anos de carreira, dirige um musical.

Estúpido Cupido é pontuado por 20 músicas integradas a ação dramática. Hits que atravessam décadas de sucesso, dos anos 60 e 70 até os dias de hoje. As músicas são tocadas por uma banda ao vivo, composta por guitarra, bateria e baixo, que dá o clima do espetáculo. O palco e a plateia são remetidos à época através de canções como “Banho de Lua”, “Lacinhos cor de rosa”, “Tetê”, “Juntinhos”, “Broto Legal”, “Frankie”, “Teddy”, “I’ve got under my skin”, “Biquíni de bolinha amarelinha”, “Filme Triste”, “Alguém na multidão”, “Erva venenosa”, “O bom”, além da música-título do espetáculo, “Estúpido Cupido”, e mais duas versões: “Nosso amor”, a partir da música “I’ll follow the sun”, dos Beatles e “Estou aqui”, a partir da música “I’m still here”, do musical “Follies”.

“Quem nunca cantou, nem que seja o refrão destes que foram os maiores hits dos anos 70, 80 e 90 e embalam festas até hoje? Quem não se lembra do universo cultural e romântico que a novela abordou e que tornou popular e eterna a canção Estúpido Cupido, na versão de Celly Campelo?”, recorda Eduardo Barata, produtor do espetáculo.

“São músicas emblemáticas. Os arranjos são baseados nos originais e o público se identifica rapidamente com eles. O diferencial é que em “Tetê” e “Juntinhos” fizemos uma transformação em bolero. Os arranjos vocais, com 11 atores cantando, e a formação instrumental dão o tom do espetáculo”, comenta a diretora musical Liliane Secco.

Há canções de Frank Sinatra, Trio Esperança, Golden Boys, The Fevers, Eduardo Araújo, Beatles, Stephen Sondheim, entre outros. São 16 coreografias. Todas referendadas nos anos 60. “Demos uma misturada nas danças e ritmos, como, por exemplo, bossa nova, twist e passos de samba”, revela a coreógrafa Mabel Tude.

No flashback das personagens jovens, o figurino tem espaço de destaque em todo espetáculo. “Mostrando a lembrança, a juventude das personagens e definindo a identidade de um tempo que passou, utilizei o mesmo figurino para a época atual, com o detalhe das cores mais desbotadas, mais esmaecidas, como antigos mesmo. A referência para o figurino é a personalidade de cada personagem, nada mais do que isso”, explica a figurinista e cenógrafa Clívia Cohen.

Estúpido Cupido alcançou mais de 20 mil espectadores, durante os 5 meses de temporada no Rio de Janeiro .“Dançamos e cantamos juntos. A comunicação do espetáculo é muito rápida e também surpreendente. Realizar o Estúpido Cupido no teatro é um presente, um prazer imenso”, conclui Forton. Para o autor foi um mergulho no tempo. “Como não tínhamos uma trilha sonora composta para a peça, revisitei todo o repertório da pré-jovem guarda para ver quais as músicas me ajudariam a contar a história”, afirma Flávio Marinho. “A peça é uma alegria, uma peça que faz uma festa. Tem sido uma felicidade constante, a beleza de ver o público se entregar e dançar até no final do nosso musical”, finaliza o diretor Gilberto Gawronsky.

Teatro Gazeta (650 lugares) - 

Avenida Paulista, 900 – Térreo - Fone 

3253.4102

Bilheteria: de terça a quinta, das 14h às 20h. Sexta a domingo das 14h até o horário do espetáculo. Aceita cartões de débito e dinheiro. Cartão de crédito somente pelo site ou telefone. Estacionamento: convênio com MultiPark (Rua São Carlos do Pinhal, 303 – subsolo do teatro). R$ 20 por 3h. 

Vendas: www.teatrogazeta.com.br e 4003.1527

Sábados às 21h | Domingos às 18h. 

Ingressos: R$ 100

Duração: 90 minutos. R

ecomendação: 12 anos

Temporada: até 20 de Março


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

"Urinal, O Musical"

Montagem original estreou em Nova York, em 2001, e foi vencedora de 3 prêmios

Tony. A versão brasileira dirigida por Zé Henrique de Paula tem 21 indicações a

prêmios, entre eles o Shell e APCA. Com 16 atores e 5 músicos no elenco, o

espetáculo aborda a questão da escassez de água


A versão brasileira para a comédia musical dos americanos Greg Kotis e Mark

Hollmann, Urinal, O Musical dirigida por Zé Henrique de Paula e com direção

musical de Fernanda Maia reestreia no Teatro Porto Seguro, dia 17 de fevereiro,

quarta-feira, às 21h. Temporada às quartas e quintas, às 21h.


A montagem que reúne 16 atores e 5 músicos no elenco recebeu 21 indicações a

prêmios: indicação ao prêmio APCA de direção para Zé Henrique de Paula; 3 indicações

ao prêmio Shell (direção, ator e figurino), 8 indicações ao prêmio Bibi Ferreira (direção,

direção musical, versões, ator coadjuvante, atriz coadjuvante, figurino, atriz e musical),

5 indicações ao prêmio Aplauso Brasil (direção, iluminação, ator coadjuvante, atriz

coadjuvante e musical) e 4 indicações ao Prêmio Arte Qualidade Brasil (espetáculo,

ator, atriz e direção). Montagem original chamada Urinetown, Cidade da Urina estreou

em Nova York, em 2001, e foi vencedora de três prêmios Tony.


Em Urinal, O Musical uma seca de vinte anos (época conhecida como os Anos Fedidos)

causou uma terrível falta de água, fazendo com que banheiros particulares deixassem

de existir. Toda a atividade sanitária da população é realizada em banheiros públicos

controlados por uma megacorporação chamada Companhia da Boa Urina, comandada

pelo ardiloso Patrãozinho. Para controlar o consumo de água, as pessoas devem pagar

para usar essas dependências.

Há leis severas garantindo que o povo pague para fazer xixi, e se elas forem quebradas,

o culpado é enviado para uma suposta colônia penal chamada “Urinal”, de onde os

criminosos jamais retornam. Tudo caminha bem, até que o jovem Bonitão, incitado

pela bela e radiante Luz, aprende a ouvir seu coração e inicia uma revolta popular que

pode mudar o destino de todos. A peça se inicia com uma saudação de boas vindas do

Policial, o narrador, assistido pela jovem de rua Garotinha.

“A escolha do texto se deu, principalmente, pela atualidade e contundência dos temas

que aborda: o consumismo, o poder das corporações, a escassez de recursos naturais e

a vida em padrões sustentáveis. Em meio à maior crise hídrica já vivida no estado de

São Paulo, nos parece essencial trazer ao debate as consequências de um estilo de vida

que já ultrapassou todos os limites de sustentabilidade. Por meio do humor e da

música, questões urgentes são trazidas à cena, ilustrando um futuro apocalíptico que

em muito se assemelha ao presente que vivemos”, afirma o diretor Zé Henrique de

Paula.

A montagem tem como inspiração principal os cabarés alemães na primeira metade do

século XX, especialmente da obra de Brecht e Weil. “Os próprios autores declararam

beber diretamente da Ópera de três vinténs, cuja ambiência sombria e decadente

lembra muito a de Urinal. Ao mesmo tempo, a peça é uma distopia futurista a la

George Orwell e Aldous Huxley, o que nos impeliu a estudar essa forma específica e as

inúmeras maneiras de aplicá-la a uma encenação teatral”, completa Zé Henrique.

“Em Urinal experimentamos trabalhar com um musical americano em moldes

completamente diferentes dos que observamos em musicais desse tipo, mesmo em

nosso país. Primeiro, não realizamos audições, o elenco é quase todo formado por de

atores com grande experiência em teatro e com pouca ou nenhuma experiência em

musicais. Segundo, o tratamento sonoro, há uma heterogeneidade muito grande de

idades e tipos físicos dentro do elenco e isto se reflete na sonoridade do grupo”,

afirma a diretora musical Fernanda Maia.

Uma banda instrumental formada por piano, baixo, bateria, clarinete, saxofone e

trombone acompanham o espetáculo. A cenografia e figurinos são assinados por Zé

Henrique de Paula. A peça se passa em vários espaços, foi criado um dispositivo

cenográfico com escadas e níveis, que multiplicam e diversificam esses ambientes. A

inspiração são os becos vitorianos, as imagens de Gotham City, as fábricas

abandonadas e a arquitetura dos banheiros públicos no fim do século XIX.

Os figurinos criam uma mistura de épocas, para alcançar esse futuro indefinido onde

se passa a ação da peça. Uma referência muito especial foi o estudo de um ramo da

moda chamado moda pós-apocalíptica ou moda distópica, que se utiliza de

sobreposições de camadas para causar um efeito de estranhamento e devastação. A

luz de Fran Barros atua como um comentarista da ação, com seus climas sombrios,

utilizando-se também de luz fria e outras fontes alternativas de iluminação.

“É muito importante salientar que a grande maioria dos recursos materiais usados na

montagem (material de cenário, figurino e iluminação) foi reciclada e não comprada.

Tecidos, madeira, ferragens, aviamentos, mobiliário, objetos, tudo foi reciclado de

doações recebidas e acervo do grupo. Esse material recebeu tratamento adequado e

foi customizado às necessidades da produção, gerando aproveitamento integral de

recursos e mínima geração de resíduos durante sua execução”, finaliza o diretor.

Realizado pelo Núcleo Experimental com recursos provenientes do Prêmio Zé Renato

de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São

Paulo, URINAL tem preparação de atores de Inês Aranha, que também é responsável

pelas coreografias ao lado de Gabriel Malo. O projeto sonoro é de Raul Teixeira e a

coordenação de produção de Claudia Miranda.

Temporada: De 17 de fevereiro a 21 de abril - Quartas e quintas, às 21h.

Ingressos: R$ 80,00 plateia / R$ 50,00 balcão e frisas

Classificação: 10 anos

Duração: 135 minutos (15 min de intervalo)

TEATRO PORTO SEGURO - Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.

Telefone (11) 3226.7300. Capacidade: 484 lugares

Bilheteria: Terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h

Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto na compra de 1 ingresso

Formas de pagamento: Todos os cartões de crédito e débito

Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos

Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50%

Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO

PEGAR: Na Estação Luz, na saída Praça da Luz/Rua José Paulino, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro

Happy Hour Restaurante Gemma – quartas, quintas e sextas das 17h às 21h

Vendas: www.ingressorapido.com.br

Site: http://www.teatroportoseguro.com.br - Facebook: facebook.com/teatroporto - Instagram: @teatroporto

"Dama da Noite"

Foto: Divulgação 
Conto de Caio Fernando Abreu abre a temporada 2016 do Centro Compartilhado de Criação. Monólogo comemora cinco anos nos palcos


Inaugurado no final de 2015, o CCC – CENTRO COMPARTILHADO DE CRIAÇÃO, espaço dirigido pelo produtor Ricardo Grasson e o ator Caco Ciocler, dá início a programação de 2016. Aberto para todas as artes, a casa recebe o espetáculo DAMA DA NOITE, que reestreia  dia 1º de março, terça-feira, às 21 horas.

Na montagem, o ator Luiz Fernando Almeida encarna a personagem e as angústias de um ser humano que não se sente inserido no mundo que vê e vive. Com direção de André Leahun, DAMA DA NOITE mostra ao público o conto do escritor Caio Fernando Abreu. No monólogo, o autor gaúcho não dá trégua e coloca o personagem numa mesa de bar em que despeja toda sua angústia, rancor e desprezo por uma sociedade que o discrimina e o exclui.

A montagem foi criada para ser apresentada para plateias pequenas,  o que potencializa o tom coloquial e ao mesmo tempo incisivo do texto de Caio Fernando Abreu. O ator Luiz Fernando Almeida fica praticamente encurralado num canto, onde há apenas uma mesa e uma cadeira. Antes, porém, o ator, com figurino exuberante e vasta peruca, vai buscar os espectadores no saguão. Já em cena, ele joga a peruca de lado e começa a jorrar o desabado daquela personagem.

Reestreia dia 1º de março, terça-feira, às 21 horas 
 Elenco – Luiz Fernando Almeida. Recomendado para maiores de 16 anos.Duração – 55 minutos. Ingressos – R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada). Ingressos pelo site www.ingressorapido.com.br. Temporada – terça e quarta-feira às 21 horas. Até 6 de abril.

* Dias 15 e 16 de março não haverá apresentações.

CENTRO COMPARTILHADO DE CRIAÇÃO – Rua James Holland, 57 – Barra Funda. Telefone – (11) 3392-7485. Aceita-se cartões Visa e Mastercard.Capacidade – 80 lugares. www.centrocompartilhadodecriacao.com

*O Palhaço e a Bailarina*

Foto: Caio Gallucci
Com Kiara Sasso e Lázaro Menezes
Concepção, Texto e Direção Lázaro Menezes. Letra e Direção Kiara Sasso. Música Adrian Steinway, Lázaro Menezes e Kiara Sasso. Direção Musical Guilherme Terra. Coreografia Anelita Gallo. Estreia dia 27 de Fevereiro no Teatro Porto Seguro
Kiara Sasso empresta seu talento à graciosa bailarina Anabel, que depois de sérios acontecimentos no circo é acorrentada a uma enorme ‘caixinha’ de música e obrigada a ficar apresentando-se para pequenos públicos no intuito de arrecadar algum dinheiro para Tombo, o antigo administrador do circo, vivido por Marcelo Goes, um carrasco e fracassado domador de leões. Enquanto isso o Palhaço, interpretado por Lázaro Menezes, vive solitário apresentando-se em ruas e praças no intuito de encontrar a bailarina e revelar a ela o singelo carinho e admiração que sente.
O musical infantil O Palhaço e a Bailarina é uma linda e comovente história de amor vivida e sonhada com muito ardor e felicidade por um casal de artistas, um palhaço e uma bailarina. Ambos vivem e trabalham juntos em no circo de Tombo, um bravo domador de leões, que alimenta uma paixão platônica pela bailarina dos ares.
Por conta da maldade e sua insatisfação como dono do circo, sempre tratou seus artistas mal, deixando-os muitas vezes sem seu mísero pagamento semanal. Tudo muda de figura quando um dia Tombo, o torpe patrão, perde muito de seu dinheiro e parte de seu circo no jogo de cartas e por conta deste vício acaba indo à falência. Tombo vê-se obrigado a demitir todos os artistas de sua trupe menos a graciosa bailarina Anabel, que por sua vez é levada por ele e acorrentada a uma enorme ‘caixinha’ de música. Ela é obrigada a ficar ao seu lado apresentando-se para pequenos públicos no intuito de arrecadar algum dinheiro para o domador.
O Palhaço é arrancado de sua bailarina, e se vê apresentando em ruas e praças onde segue ganhando sua vida com sua graça e sua arte mundana. Ele vive solitário, pensando porque ela ainda não o encontrou. Eis então, que tomado por sua coragem e bravura, o Palhaço parte decidido a encontrar sua companheira, para revelar-lhe seu carinho e admiração. Uma aventura cheia de surpresas e desafios que somente quem ama de verdade sente-se disposto a enfrentar. Mesmo sabendo que terá de vencer seu próprio medo, o Palhaço vai destemido ao encontro dos perigos e obstáculos que os aguardam.
Teatro Porto Seguro (508 lugares) - Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elísios
Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto na compra de 1 ingresso + acompanhante. Formas de pagamento: Todos os cartões de crédito e débito. Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos. Estacionamento no local: Estapar R$ 20. Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Praça da Luz/Rua José Paulino, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
Facebook: facebook.com/teatroporto – Instagram: @teatroporto
Sábados e Domingos às 15h.  Ingressos:  R$ 50 (Plateia) | R$ 30 (Balcão/Frisas) 
Duração: 65 minutos. Classificação: livre. Gênero: musical infantil
Estreia dia 27 de Fevereiro de 2016.  Temporada: até 15 de Maio




"O Santo Dialético"

Foto:  João Caldas
Na peça "O Santo Dialético", da Cia Teatro do Incêndio, pratos típicos brasileiros são servidos durante intervalo

Menu ancestral - Caldo de mandioca, arroz carreteiro, tapioca e feijoada. O preparo das receitas fica a cargo de Marcelo Marcus Fonseca durante o primeiro ato da peça O Santo Dialético, que ele também dirige. O jantar é servido no intervalo e é facultativo, com valor que varia entre R$ 20 e R$ 40.

A origem negra, índia e portuguesa dos pratos se relaciona com a temática do espetáculo, que discute a perda da ancestralidade e da identificação pessoal na vivência das grandes metrópoles. O Santo Dialético estreia neste sábado, dia 20, às 20h, no Teatro do Incêndio. Os ingressos custam R$ 5 (a bilheteria abre com duas horas de antecedência). Durante as sessões, o diretor cozinha pratos típicos brasileiros referentes ao tema do espetáculo (feijoada, acarajé e arroz carreteiro, entre outros). Projeto aborda a perda da ancestralidade. Onde fica a ancestralidade na vivência caótica da metrópole? O questionamento permeia a experiência de três momentos – dois atos e um intervalo que se integra a eles. 

A obra do antropólogo brasileiro Darcy Ribeiro emprestou o nome para o projeto A Teoria do Brasil, contemplado na 26ª edição do Fomento ao Teatro, além da peça, o projeto prevê a partir de março a realização de encontros com outras cias de teatro sobre Poesia e Teatro (Poesia Cênica Conjugada) e e a realização de oficinas (Terra Mestiça).

De 20 de fevereiro a 17 de abril, sábados, às 20h, e domingo, às 19h. 
Rua Treze de Mario, 53 – Bela Vista, São Paulo. Classificação: 14 anos. Duração: 170 minutos (intervalo de 25 minutos). Capacidade: 80 lugares.



"Com Amor, Brigitte"

Release
Foto: Divulgação
Com Bruna Thedy e André Corrêa


De Franz Keppler. Direção Fábio Ock

Estreia dia 26 de fevereiro no Teatro do MASP

Novo texto de Franz Keppler aborda o conflito entre o direito à vida privada e a liberdade de expressão


A atriz francesa Brigitte Bardot veio ao Brasil nos anos 60 e sua visita à Búzios ficou internacionalmente conhecida. O que pouca gente sabe é que antes de chegar ao balneário, a atriz teve de ficar quatro dias reclusa em um apartamento no Rio de Janeiro, para fugir do intenso assédio da imprensa e dos fãs, que a aguardavam já na pista do aeroporto do Galeão. Nos anos 60, Brigitte Bardot era considerada um ícone da beleza, da sensualidade e da moda. Ditava, junto com outros artistas, o comportamento daquela época. No entanto, ela não conseguiu carregar o peso dessa alcunha e se retirou do show business, muito em função da obsessiva ação da mídia que devassava sua vida pessoal. 

Com direção de Fábio Ock (criador da Companhia de Teatro Rock, onde dirigiu a premiada montagem A Borboleta sem asas e Na Cama com Tarantino), a peça traz no elenco a jovem Bruna Thedy, que vem se destacando no teatro nos últimos anos em peças como Preto no Branco e Universos, dirigidas por Zé Henrique de Paula; A Casa de Bernarda Alba, com direção de Elias Andreato; eEquus, dirigida por Alexandre Reinecke. O ator André Correa, com dezenas de espetáculos importantes no currículo e que recentemente esteve na elogiada montagem de Ricardo III, dirigida por Marcelo Lazaratto, vive o personagem do camareiro. 

No texto de Franz Keppler, encomendado por Bruna e Fabio, o episódio foi transportado para o apartamento de um camareiro de hotel para onde ela foge depois de uma conturbada passagem pelo Copacabana Palace. O encontro inusitado entre dois mundos completamente diferentes – e ao mesmo tempo tão iguais - é o mote da narrativa. O personagem masculino da peça também tem como função questionar Brigitte sobre o endeusamento de artistas e celebridades, criando assim um panorama para que pensemos: "Por que você é mais do que eu?" Como valorar uma pessoa e considerá-la mais importante do que outras? 

Apesar de tratar de uma personagem que é real e está viva, o espetáculo não trabalha com a obrigação de reproduzir Brigitte Bardot e sim com o objetivo de explorar a sua simbologia e o que ela representou. A ideia é trabalhar um olhar subjetivo desse ícone, sem regras e compromissos. 

Utilizando a figura de Brigitte Bardot como ícone da moda e sexualidade, a peça discute os limites entre os direitos à intimidade e à vida privada e a liberdade de expressão e informação no mundo atual, questão há muito tempo discutida e que se mostra cada vez mais atual, vide o polêmico caso das biografias não autorizadas. Aparentemente essas questões parecem estar mais ligadas a pessoas notórias e celebridades, mas atualmente, com o advento da internet, pessoas comuns passaram a sofrer os efeitos colaterais da exposição virtual, tendo suas vidas devassadas, tais como as figuras célebres da mídia. “Considero as câmeras de segurança uma das ferramentas mais representativas quando falamos em invasão de privacidade. Seja na mão de um papparazzi ou nas fachadas de prédios, as lentes que invadem nossas imagens e capturam o que fazemos no cotidiano, são instrumentos que desenham esse quadro que chamamos de século XXI. Diante dessa visão bem particular que queremos dividir com o público, vou instalar várias câmeras de segurança no cenário que, em momentos distintos, vão espionar os atores e outras vezes contracenar com eles”, explica o diretor.

O espetáculo será concebido através da intersecção de três linguagens: teatro, vídeo e performance. Apesar de o texto ter sido escrito de uma forma realista, a encenação não caminha por aí. O espetáculo está num lugar não real para que se possa ter extrema liberdade criativa. Ock afirma que “será uma Brigitte brasileira, espiada por câmeras de segurança como num reality show, conduzida por canções francesas remixadas e apoiadas por projeções intrigantes que fazem referência ao cinema. Queremos chegar num caleidoscópio estético para contar essa história”. O diálogo entre cenografia, vídeo e iluminação é estreito e contínuo. A projeção, peça fundamental da encenação, será feita no cenário para alcançar uma simbiose perfeita.

Brigitte Bardot sofreu muito com a invasão de privacidade. Por isso, representa um símbolo fortíssimo para discutir o assunto. Até quando suportamos e queremos devassar a vida privada de alguém? O espetáculo pretende levantar uma série de questões. Perguntar. Não responder.

Teatro do MASP – Pequeno Auditório (80 lugares) - Avenida Paulista, 1578
Informações: (11) 3149 5959
Bilheteria: Terça a domingo: das 10h às 17h30. Quinta-feira: das 10h às 19h30. Em dias de espetáculo nos Auditórios, a bilheteria funcionará até o horário de início da apresentação. Aceita dinheiro, débito e crédito a vista. Estacionamento Conveniado: PROGRESS PARK Avenida Paulista, 1636 / CAR PARK Alameda Casa Branca, 41

Sexta e Sábado às 21h | Domingo às 19h

Ingressos: Sexta a e Domingo R$ 50 | Sábado R$ 60

Duração: 80 minutos. Recomendação: 16 anos
Gênero: comédia dramática

Estreia dia 26 de fevereiro de 2016. Temporada até 29 de maio

Lançamento das obras “Rapunzel”, “Reino” e “Amor”, de Eloisa Vitz


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Foto: Divulgação 
Eloisa Vitz, atriz de diretora do Grupo Gattu há 16 anos, passou a escrever peças em 2011.

Logo na estreia  foi indicada ao Prêmio FEMSA Cola-Cola como Melhor Texto para teatro infantil por
“RAPUNZEL”,
e venceu em 2014 o Premio de melhor texto teatral pelo juri popular,
concedido pelo portal R7, por “REINO”.

Sua última obra, “AMOR”,  está em cartaz até o dia 28 de fevereiro no Teatro do Sol, que fica na Rua Damiana da Cunha, 413, em Santana,
com espetáculos aos sábados às 21h e domingos às 20h. A entrada é gratuita.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

1º Curto-Circuito dos Teatros Independentes

Foto: Divulgação

Guia público pelo mapa teatral dos espaços da cidade.

Grupos apresentam cenas curtas sobre São Paulo

O projeto será aberto no Galpão do Folias e termina no Espaço dos Parlapatões, ambos no Centro de São Paulo, passando pelas zonas Norte (Refinaria Teatral), Leste (Espaço Sankova), Sul (Encena) e Oeste (Viradalata e Teatro do Centro da Terra). Também na região central a programação (preço único de R$ 10,00) inclui o eatro Ágora,  o Casarão do Belvedere e o Espaço da Cia da Revista. Entre outros objetivos, a ação quer reconectar as pessoas com o teatro realizado na cidade.

Depois do lançamento oficial, em setembro de 2015, quando apresentou a 1ª Cartografia dos Teatros de São Paulo e o Portal -, o Movimento dos Teatros Independentes de São Paulo (MOTIN) realiza a ação prática 1º Curto-Circuito dos Teatros Independentes de São Paulo entre os dias 15 de fevereiro de 2016 (segunda-feira) e 21 de fevereiro(domingo) em vários teatros (sedes de cias ligadas à organização) da cidade. Parceria com a Cooperativa Paulista de Teatro, a realização tem o apoio da Secretaria Municipal de Cultura.

 

A programação reúne mais de 20 grupos que irão apresentar cenas curtasem nove espaços teatrais das companhias participantes. A ideia é mostrar ao público onde estão alguns dos teatros independentes da cidade. A cada noite, cinco companhias apresentam blocos de 10 minutos no local estipulado. Haverá cinco minutos de pausa entre cada cena para troca de cenário e reorganização do palco. A temática que irá nortear as apresentações é a cidade de São Paulo. Ao todo, cada noite terá 70 minutos de programação e preço único de R$ 10,00.Entre as cias confirmadas estão: Teatro Ágora, Teatro do Centro da Terra, Espaço Redimunho, Teatro Ruth Escobar, Pequeno Ato, Grupo Refinaria Teatral, Espaço Cia da Revista, Galpão do Folias, Teatro da Rotina, Coletivo Cultural Sankofa, Teatro Viradalata,Teatro em Cena, Cia Teatro da Investigação (Casa do Belvedere), Eco Teatral, Galpão 101 (A Próxima Companhia), Espaço Parlapatões, Teatro Studio Heleny Guariba (Núcleo do 184) e Espaço Elevador.


“Vamos estimular a troca de diferentes artistas com diferentes linguagens, seguindo o princípio plural do MOTIN. Cada um dos blocos vai rodar espaços diferentes da cidade, promovendo intercâmbio entre público e artistas”, diz Pedro Granato, presidente do MOTIN.


Programação

A abertura acontece dia 15 de fevereiro, segunda-feira, no Galpão do Folias. Haverá uma intervenção reunindo todos os artistas participantes como celebração da relação do teatro independente com São Paulo. Bandeiras do MOTIN serão ‘fincadas’ nos teatros independentes e banners com mapas dos teatros relacionados no Curto Circuito na entrada de cada espaço. Na terça-feira, dia 16, as apresentações começam no Refinaria Teatral, na zona Norte da cidade. A proposta é levar luz para os espaços em diferentes regiões, por isso os integrantes do MOTIN consideramimportante começar fora do Centro. Dia 17,quarta-feira, as apresentações continuam no espaço Sankofa, na zona Leste. Quinta-feira, dia 18,é a vez do Encena na zona Sul, seguindo a lógica de descentralizar a programação.


Na sexta-feira, dia 19, haverá duas apresentações em espaços próximos, e o Curto-Circuito chega ao centro de São Paulo. Às 21h as apresentações acontecem no Ágora e à meia-noite no Casarão do Belvedere, que estão muito próximos. A ideia é permitir que o público se desloque a pé para conferir as duas programações. No sábado é a vez da zona Oeste, com apresentações às 18h no Teatro Viradalata e às 21h no Teatro do Centro da Terra, que também estão próximos e permitem um deslocamento a pé. São dois teatros que podem receber um maior número de espectadores. Para encerrar a programação, volta-se ao Centro da cidade, primeiramente no Espaço da Cia. Da Revista. O fechamento se dá no Espaço Parlapatões, terminando a mostra em um espaço público simbólico para o teatro e a cidade,a Praça Roosevelt.

Em parceria com a Cooperativa Paulista de Teatro, a atividade visa o desenvolvimento cultural da cidade e a aproximação dos cidadãos. "Constitui‐se também, e principalmente, como uma ação artística demilitância politica em defesa de espaços independentes com utilização pública", diz Celso Frateschi, fundador do MOTIN. Além disso, como primeira ação do MOTIN de 2016, o Curto Circuito divulgará suas próximas ações, sendo a mais importante delas a realização da Escola de Espectadores – projeto que vem sendo estudado desde o ano passado por meio dos encontros com Jorge Dubatti, pensador argentino e criador do conceito da Escola de Espectadores. O objetivo maior do evento concentra-se no público. A finalidade primeira do Curto-Circuito é reconectar as pessoas com o teatro realizado na cidade. Entre outras propostas, o MOTIN quer estão divulgar a programação de 2016 dos teatros independentes para o público em geral, fortalecer o movimento por meio da realização de ações práticas e lançar o começo da Escola de Espectadores (próxima ação prática do MOTIN).


Sobre o MOTIN
Nova expressão da organização dos teatros na cidade, o MOTIN é um movimento criado por teatros independentes de São Paulo que visa discutir sua atividade cultural pública e sua identidade frente a população. "As semelhanças nos aproximam e as diferenças nos unem. É um constante processo", conta Celso Frateschi, sobre o movimento que surgiu em meados de 2013, decorrente do encontro de um grupo de artistas-gestores de espaços culturais, principalmente dos pequenos teatros espalhados pela cidade.

 

O Movimento dos Teatros Independentes de São Paulo (MOTIN) foi criado formalmente no mês de setembro de 2015, com duas iniciativas importantes para a cultura na cidade: a 1ª Cartografia dos Teatros de São Paulo– estudo quantitativo  sobre teatros, levantando dados inéditos sobre os espaços voltados a artes cênicas na cidade – e o Portal do MOTIN – ferramenta online de divulgação de espetáculos dos teatros independentes, estabelecendo uma nova relação de comunicação dos teatros com seu público. A concretização de ambas as ações foram possíveis devido ao apoio e parceria com o poder público.


Locais de apresentação:

1.      Grupo Refinaria Teatral - R. João de Laet, 1507 - Vl Aurora – Z. Norte
2.      Coletivo Cultural Sankofa - R. Pangauá, 669 V. Ré - M. Patriarca - Z.Leste
3.      Teatro Encena - R. Sargento Stanislau Custódio, 130 - Vl Sônia – Z. Sul
4.      Casarão do Belvedere - R. Pedroso, 267 - CENTRO
5.      Galpão do Folias - R. Ana Cintra, 213 - Santa Cecília – Z.Oeste
6.      Espaço Cia da Revista - ​Al.  Nothmann, 1.135 - Santa Cecília - Centro
7.      Teatro Ágora - R. Rui Barbosa, 574 – Bela Vista - Centro
8.      Teatro Viradalata - R. Apinajés, 1387 - Perdizes - Z. Oeste
9.      Teatro do Centro da Terra - R. Piracuama, 19 – Perdizes – Z. Oeste

ABBA The History - A Tribute Show

Foto: Divulgação 
Espetáculo que comemora os 40 anos do fenômeno pop da década de 70, completados em Abril de 2012, já circulou por 180 idades no Brasil e América Latina. 
O show é uma homenagem dos cantores e fãs do grupo #MariMoraes #PatríciaAndrade #DiegoSena #JheffSaints  à Agnetta, Björn, Benny e Anni-Frid, cujas as iniciais formam o nome da banda #ABBA. 


O público vai à loucura com a oportunidade de dançar e cantar clássicos como Chiquitita e Take a Chance on Me, ambas do filme Mama Mia cuja história é amarrada e contada por canções do ABBA.
O repertório de The History é baseado na trilha sonora do musical britänico tornado longa-metragem, estrelando Meryl Streep. Outro filme que influenciou The History é Priscilla, A Rainha do Deserto, (1994).
A banda que acompanha The History é formada por Davi Fernandes (direção musical e teclado), Glauco de Almeida (baixo), Rogério Dutra Jr. (bateria), Christian Coelho (guitarra) e Jéssica Nascimento (backing vocal).

Reis das pistas 

"Quebramos o gelo e o protocolo das frias terras suecas, incorporando um toque 'caliente' de brasilidade ao intepretar estes hinos do ABBA", define Mari Moraes, cantora que interpreta Agnetha Fältskog, a loira do ABBA."
Fizemos muitas pesquisas sobre o grupo e descobrimos que o comportamento dos integrantes nos vídeos, mais contidos, era bem diferente do que se via no palcos, onde enlouqueciam", continua Mari, citando o documentário ABBA: The Movie, de 1977, que mostra a banda numa turnê australiana.

Em The History, o público também vai à loucura com a oportunidade de dançar e cantar clássicos como Chiquitita e Take a Chance on Me, ambas do filme Mama Mia, cuja  história é amarrada e contada por canções do ABBA.
O repertório de The History é baseado na trilha sonora do musical britänico tornado longa-metragem, estrelando Meryl Streep.Outro filme que influenciou The History é Priscilla, A Rainha do Deserto, (1994).

Referência para artistas desde os anos 70, quando viveu seu auge, o quarteto está bem representado em sua versão nacional – brasileiros que arrancariam palmas e gritinhos de Bjorn e Anni-Frid, remanescentes da formação original do grupo presentes em carne e osso na festa do 40o. aniversário acompanhada de exposição na Tate Modern Gallery, em Londres, no início de abril. Para celebrar a data, o grupo sueco acaba de publicar um livro com fotografias antigas e inéditas e uma edição especial do álbum Waterloo (com o título da canção que lhes deu a vitória no tradicional festival Eurovision, em abril de 74). O disco chega às lojas da Inglaterra com extras em áudio e um DVD com atuações da época.
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Teatro Shopping Frei Caneca - Rua Frei Caneca, 569 – 7º andar.
Sexta e sáb às 21h e domingo às 19h. Duração: 90 minutos
Estreiou em 22/01 e terá show nos dias 06, 07, 12, 13 e 14 de fevereiro de 2016.
Preço do ingresso: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia).