sexta-feira, 2 de outubro de 2015

"Sabor Paulista"

A segunda edição do projeto Sabor Paulista oferece aulas com chefs, nutricionistas e educadores para visitantes.. Em seu segundo ano, as ações do projeto já passaram por feiras livres, em agosto, e passarão pelo Museu do Futebol, o Festival de Gastronomia Orgânica e do Museu Brasileiro de Arte Moderna e Contemporânea (MAC). O Museu da Imigração traz a Fusion Cuisine, uma mistura cultural e étnica de sabores, ingredientes e técnicas culinárias com até 10 opções, entre culinárias, árabe, peruana, europeia, latino-americana, asiática e muito mais.
Para o Museu do Futebol, o tema será um pouco do que tradicionalmente se come nas portas dos estádios em todo o Brasil, exaltando a típica comida de rua.
No Museu de Arte Contemporânea, o Sabor Paulista aborda o aspecto cultural e artístico da comida. Por meio de cheiro, cores, texturas e formas, os expositores trazem a experiência lúdica das artes e como elas se intercomunicam para dentro da gastronomia.

O projeto chega na sexta edição do Festival de Gastronomia Orgânica para conhecer as tendências e novidades da alimentação saudável, alinhada aos cuidados com a natureza. Na feira gastronômica chefs são desafiados a criar um menu utilizando apenas alimentos vindos da terra, e 100 % orgânicos.
 
O Sabor Paulista é uma iniciativa da Globo que em 2014 percorreu 10 feiras por todas as regiões da cidade e atingiu mais de quatro mil feirantes e 20 mil frequentadores.
Confira a programação completa:
Mostra Cultural Paraisópolis - 19/09 – CEU Paraisópolis. Horário: 09h às 17h
Rua Doutor José Augusto de Souza e Silva, s/n - Jardim Parque Morumbi - São Paulo - SP
Museu da Imigração - 26/09 –Horário: 11h às 17h Rua Visconde de Parnaíba, 1316 - Mooca, São Paulo
Museu do Futebol - 03/10 – Horário: 12h às 19h. Praça Charles Miller, S/n - Pacaembu, São Paulo. Estacionamento: exige uso do zona azul que pode ser comprada na bilheteria do museu.
MAC USP Ibirapuera - 10/10 – Av. Pedro Alvares Cabral, 1.301
Horário: 11h às 18h

VI Festival de Gastronomia Orgânica
16 e 17/10 – 
Horário: 10h às 19h. Av. Francisco Matarazzo, 455 - Perdizes, São Paulo – SP
Fonte: G1 - http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/08/projeto-da-aulas-de-culinaria-e-nutricao-em-food-park-e-feiras-em-sp.html

"O Canal"

Exibindo O Canal - Mário Bortolotto e Carcarah - foto Gisela Schlögel.jpg
Foto: Divuilgação 
 Texto inédito do dramaturgo americano Gary Richards, com direção de Mário Bortolotto, que estreia dia 7 de outubro, quarta-feira, às 21h30, no TEATRO CEMITÉRIO DE AUTOMÓVEIS. Montagem é o mais novo trabalho da Cia Cemitério de Automóveis após o sucesso de Killer Joe.


 Peça fala sobre quatro sujeitos envolvidos em um desmanche de carros. Com direção de Mário Bortolotto, que também está no elenco ao lado dos atores Carcarah, Jiddu Pinheiro e Dudu de Oliveira, montagem é o mais novo trabalho da Cia após o sucesso de Killer Joe.

Na peça, quatro sujeitos estão envolvidos num esquema de desmanche de carros embaixo de uma ponte no Brooklin, em Nova York. “É sobre um loser, o que também aproxima a dramaturgia dele da minha. Um texto veloz, com um ritmo de diálogos muito bom. Ele trabalha com repetição, o que ajuda ainda mais em tornar a fala coloquial. Frases curtas e que permitem um ritmo intenso na interpretação. É quase um thriller policial”, afirma Mário Bortolotto.
Em O CANAL, escrito em 1993, Vinny (Carcarah) é um cara que trabalha numa oficina mecânica que é uma fachada para um desmanche de carros. Quem está por trás de tudo é um policial corrupto, Jerry (Mário Bortolotto), que dá as dicas dos carros. Vinny está querendo voltar a levar uma vida honesta e faz um acordo com a polícia para grampear e entregar o policial. A história então toma um rumo inesperado.

Os dois ainda contam com o ladrão de carros viciado em drogas Willie (Dudu de Oliveira). Fora isso, Vinny ainda está sendo ameaçado de despejo pelo proprietário do imóvel, Chick, (Jiddu Pinheiro), um playboy produtor de filmes pornôs. “Achei o texto vasculhando algo que tivesse a temática do grupo. Quando vi que eram quatro caras durões numa garagem de desmanche já me interessei de cara”, afirma o ator e produtor Carcarah.

Exibindo O Canal - Dudu de Oliveira - foto Gisela Schlögel.jpg
Foto: Divulgação 
“É o tipo de encenação com que gosto de trabalhar, calcado em texto e atores. Assim como em Killer Joe, há também um cuidado maior com o cenário e ambientação, já que fazemos o possível para corresponder às indicações do texto”, finaliza o diretor, que também assina a sonoplastia. O cenário, de Mariko e Seijj Ogawa, procura reproduzir fielmente o ambiente da oficina mecânica. A iluminação é de Marcos Loureiro. Os figurinos são de Letícia Madeira.

Estreia dia 7 de outubro de 2015, quarta-feira, às 21h30. Até 17 de dezembro.
Duração: 1h20 minutos. Classificação: 16 anos.
Ingressos: Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Quartas e Quintas, às 21h30.

Teatro Cemitério de Automóveis – Rua Frei Caneca, 384 - Telefone: 2371-5743. Capacidade 35 lugares. Bilheteria funciona de sexta a domingo, uma hora antes do início do espetáculo. Acesso para deficientes. Ar condicionado. BAR. Aceita cartão. Informações sobre o espaço e atividades: site  www.cemiteriodeautomoveis.com.br

"Oju Orum"

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Foto: Divulgação
O papel da mulher e os muitos discursos de poder por trás da construção de gênero são alguns dos temas abordados no terceiro espetáculo do grupo


Quatro mulheres (Anastácia, Alice, Alzira e Anita) em quatro períodos históricos distintos. Em comum, elas tem o fato de serem mulheres que, em algum momento de suas trajetórias, tiveram contato com algum tipo de violência, seja ela simbólica ou não. Com esse mote, o Coletivo Quizumba estreia OJU ORUM dia 8 de outubro, quinta-feira, às 20 horas, na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, no Ipiranga.

A montagem, com direção de Johana Albuquerque, é focada no público jovem e tem como base de sua pesquisa elementos da cultura africana e afro-brasileira, tais como a Capoeira Angola, o Samba, o Funk e as narrativas orais. A pesquisa para a dramaturgia desse espetáculo surgiu das muitas versões da história da negra Anastacia (Oju Orum, originalmente), trazida ao Brasil como escrava. Paralela à esta pesquisa, o Coletivo Quizumba realizou uma série de Núcleos de Investigação no distrito do Jabaquara, recolhendo histórias de mulheres de diferentes idades e regiões do Brasil.

Quatro vozes que tentam ser ouvidas
OJU ORUM apresenta a história de quatro mulheres, cujas narrativas expõem, simbolicamente, os discursos de poder que estão por trás da construção de gêneros. Caladas em suas falas e corpos, essas jovens procuram construir uma voz que lhes permita questionar e ressignificar suas vidas.

A inspiração para as histórias e construção da dramaturgia vieram das pesquisas que o grupo realizou em parceria com diversas Ongs do Jabaquara. A história da negra Anastácia (cujo nome verdadeiro seria Oju Orum) foi o elemento disparador da pesquisa. Muitas são as versões sobre sua origem: há relatos de que ela teria sido uma princesa africana trazida à força para o Brasil. Outras fontes dão conta de que ela teria nascido aqui mesmo, em terras tupiniquins, mas teria uma ascendência real. Qualquer que tenha sido o local exato do seu nascimento, todas as versões concordam em afirmar que, apesar do contexto histórico de escravidão em que estava inserida, Anastácia/Oju Orum se levantou como uma voz que não se conformava com o destino que lhe haviam traçado. Em alguns lugares do país, ela é cultuada como santa popular até os dias de hoje.

Há ainda as histórias de outras três mulheres: Alice, uma adolescente que acabou de virar "mocinha", vive com o pai no sertão nordestino do início do século passado. Ela busca a todo custo encaixar-se nos  paradigmas do que é ser uma mulher em seu tempo. Na década de 70 temos Alzira, uma mineira, com ideias e anseios na contra-mão do esperado, desejos que não cabiam na cidadezinha onde nascera. Grávida, ela se muda para o Rio de Janeiro sozinha e tentarácontar ela mesma a sua história. O enredo se completa com Anita, uma jovem contemporânea, moradora da periferia de São Paulo. Conectada como qualquer adolescente hoje em dia, Anita está ainda descobrindo sua sexualidade e tem o sonho de construir uma casa para a família. Sua história dá uma reviravolta quando uma self íntima vaza nas redes sociais.

O espetáculo não pretende trazer uma versão da mulher como vítima, e sim como ser histórico, trazendo à tona histórias de mulheres comuns, suas vivências, experiências e lutas. “Buscamos narrativas que vão para além da história hegemônica que impõe, em geral, a perspectiva masculina, heteronormativa, adulta, branca e urbana”, fala o dramaturgo Tadeu Renato.
 Elenco – Camila Andrade, Jefferson Matias, Kenan Bernardes, Thais Dias e Valéria Rocha. Direção e Concepção Musical – Jonathan Silva. 

Temas densos
Um dos grandes desafios de Johana Albuquerque, diretora convidada para dirigir este projeto do grupo,  foi transformar a extensa e profunda pesquisa de campo realizada pelo Coletivo Quizumba em imagens poderosas e construir uma linguagem que pudesse cativar o público jovem. OJU ORUM vem tratar de inúmeros temas e episódios que perpassam a vida cotidiana da adolescência de meninas e meninos (questões de gênero, sexualidade, relação familiar e amor). “O meu trabalho consistiu em selecionar todo um universo de informações que o grupo trouxe de suas pesquisas e sintetizar o que de melhor havia nas histórias, transformando esse material em algo poético e belo”, explica Johana.

A diretora conta como a pesquisa do Coletivo Quizumba foi levada para a cena. “Os aspectos da cultura africana e afro-brasileira, bases da pesquisa do grupo, encontraram na dança, nas músicas e canto um lugar de extraordinária expressividade. Esses elementos fazem parte do repertório e talento do Coletivo Quizumba.”

OJU ORUM – Estreia em 8 de outubro, quinta-feira, às 20 horas. Temporada – De quinta-feira a sábado às 20 horas e domingo às 19 horas.Até 8 de novembro.
Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho.– Rua Silva Bueno, 1533 - Ipiranga. Telefone para informações – (11) 2060-0318.Capacidade – 60 lugares.
Ingressos – R$ 10,00 (inteira)/ R$ 5,00 (meia - estudantes, maiores de 60 anos, classe artística e moradores do bairro Ipiranga). 

Fotografias inéditas de Thomaz Farkas

 Serão expostas em outubro no MIS

De 6 a 14 de outubro, o público do MIS poderá conhecer imagens inéditas da coleção do fotógrafo Thomaz Farkas. A exposição provém do livro Thomaz Farkas - DF​ que será lançado no museu na mesma data. Entrada gratuita.

O MIS, Instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, apresenta Thomaz Farkas - DF​ uma exposição composta por 21 fotografias preto e brancas de Thomaz Farkas, considerado um pioneiro da fotografia moderna no Brasil. A mostra revelará 13 imagens inéditas capturadas em Brasília: uma parte durante a construção da capital do Brasil e, outra, entre os anos de 1998 e 2000.

Resultado de um intenso trabalho de pesquisa do curador Eder Chiodetto, coordenador da Coleção Ipsis, a exposição marca o lançamento do novo volume do livro homônimo Thomaz Farkas, 4º volume Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira, no dia 6 de outubro, às 19h. Na mesma data será realizado um​ ​bate-papo com Eder Chiodetto,​ Kiko Farkas, filho e editor dos livros de Thomaz, e Juliana de Arruda Sampaio, pesquisadora.
Thomaz Farkas – DF revela duas fases do olhar do fotógrafo Thomaz Farkas: uma, entre os anos 1958 a 1960 ao registrar o trabalhado do Núcleo Bandeirante durante a construção da capital de Brasília; e outra, quando, 40 anos depois, Farkas volta a Brasília e registra o cotidiano da periferia e dos habitantes que fizeram a capital federal surgir embora não tenham sido contemplados​ no seu projeto modernista.

Sobre Thomaz Farkas
Thomaz Jorge Farkas foi um dos pioneiros da moderna fotografia do Brasil. Nascido em Budapeste no ano de 1924, veio para o Brasil quando criança, em 1930. Seu pai, Desidério Farkas, foi sócio-fundador da Fotoptica, empresa que também viria a dirigir.

Thomaz iniciou sua carreira de fotógrafo na década de 1940 e foi um dos mais expressivos membros do Foto Cine Clube Bandeirante. Em sua obra destaca-se o registro da construção e inauguração de Brasília. Criou em 1979 a Galeria Fotoptica em São Paulo, destinada exclusivamente a exposição de fotografias.

Engenheiro de formação atuou como professor de Fotografia, Fotojornalismo e Jornalismo Cinematográfico da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Foi também produtor de documentários, entre os quais destacam-se Brasil Verdade, Jânio a 24 Quadros e Coronel Delmiro Gouveia. Morreu em São Paulo, aos 86 anos de idade. 

Exposição Thomaz Farkas - DF​
[21 fotografias pb, 13 inéditas]
DATA 6 a 14 de outubro. HORÁRIO terças a sábados, das 12 às 21h, domingos e feriados, das 11 às 20h.​
LOCAL Espaço Expositivo térreo

Lançamento o livro: Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira 4º volume: Thomaz Farkas
DATA Terça-feira, 6 de outubro. HORÁRIO 19h00
LOCAL Foyer do Auditório
[Realização: Ipsis Gráfica e Editora | Concepção​, organização e textos: Eder Chiodetto
| Preço de capa: R$ 50,00 * Edição impressa sob a autorização da Thomaz Farkas Estate, detentora dos direitos autorais juntamente com o Instituto Moreira Salles.]

Bate-papo com Eder Chiodetto Kiko Farkas e Juliana de Arruda Sampaio
DATA terça-feira, 6 de outubro, às 19h30. HORÁRIO 19H30
LOCAL Auditório do MIS [172 lugares]. CLASSIFICAÇÃO livre

"A Ilha de Ouro"

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Foto: Amélia Lopes
Premiado texto de Simoni Boer, ganha nova montagem em São Paulo.

 Com direção de Victor Cantagesso e Silvani Moreno, Cia. Chicote de Teatro dá vida ao musical infantil que conta a história de um capitão e de seus marinheiros que embarcam para uma viagem em busca da famosa Ilha de Ouro.


Em 2002 Simoni Boer recebeu os prêmios Panamco no Teatro e o Concurso Nacional de Dramaturgia por seu texto A Ilha de Ouro. Uma nova montagem, dirigida por Victor Cantagesso e Silvani Moreno, e encenada pela Cia. Chicote de Teatro, faz duas sessões especiais em Outubro nos dias 11 e 25, aos domingos às 14h30.

O espetáculo tem como tema central o AVENTURAR-SE - desejo inerente a todas as pessoas, sejam crianças ou adultos - mas nos faz refletir também sobre amizade, sonhos, ganância, partidas e chegadas... Cada personagem resolve embarcar em busca de algo. Dinheiro, comida, mistério, família, sucesso. E é o encontro desses desejos que desencadeia as relações e jogos entre eles.

O espaço cênico se configura a partir das localizações espaciais proposta pela fábula: cais do porto e navio. Através da manipulação de escadas, cavaletes, paletes e objetos cotidianos, os atores constroem e reconfiguram o campo de jogo, expondo a narrativa fabular em sua natureza lúdica e solicitando a cumplicidade do público para que juntos possam atribuir sentidos e significados.

Sinopse :   
Um velho marujo do mar, Capitão Miromar Salgado, e seus marinheiros de primeira viagem, embarcam para uma aventura em alto-mar em busca da Ilha de Ouro.  Uma viagem cheia de desafios, mistérios e descobertas, e repleta de músicas interpretadas ao-vivo por atores/marinheiros.

Dias 11 e 25 de outubro, domingo, às 14h30, no Teatro UMC (Av. Imperatriz Leopoldina, 550 – Entrada pelo boulevard lateral do Fran’s Café). Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia). Classificação: Livre. Capacidade: 290 lugares. Duração: 60 minutos.

“A Lenda do Vale da Lua”

Espetáculo musical infantil A Lenda do Vale da Lua estreia no Teatro Porto Seguro com canções originais de Chico César

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Foto:  Priscila Prade

 Um dos textos mais premiados do país,  de João das Neves é um jogo de faz de conta com cantorias, músicas e bailados populares, recheado de poesia

Dirigida por Wilma de Souza, A Lenda do Vale da Lua é uma grande festa, que com muita poesia, música cantada e tocada ao vivo, adereços e bonecos envolve os jovens atores Sabrina Petraglia, Jacqueline Sato, Daniel Granieri e Vitor Placca, o ator e músico Cristiano Meirelles e a plateia, em uma grande brincadeira de contar histórias. A estreia acontece dia 10 de outubro, sábado às 15h, no Teatro Porto Seguro

Os jovens atores Sabrina Petraglia, Jacqueline Sato, Daniel Granieri e Vitor Placca começam o espetáculo na plateia, desenhando, aceitando a sugestão da música que está sendo cantada no palco, pelo músico e ator Cristiano Meirelles que é um personagem que no espetáculo representa a cultura popular, as brincadeiras, as cores, a dança e a música. Ele se comunica com a plateia com o intuito de capturar pessoas para o seu mundo colorido e cheio de histórias. A forma utilizada por ele é o som. No momento em que os quatro jovens atores são atraídos para o palco a história começa.

O palco se transforma em grande festejo para os jovens atores criarem em cena aberta a história de Jorge e Suzana, que moravam no Vale da Lua e tinhas dois filhos:  Carlos e Lúcia.  Numa noite em que as crianças olhavam o céu e viram uma estrela cadente, elas tiveram uma grande ideia. Inventaram um boizinho para brincar, dançar e encantar o Vale da Lua. Mas a brincadeira foi parar na cidade grande e para trazer o boizinho de volta, foi preciso contar com a ajuda das lendas.

Os quatro jovens atores se revezam para interpretar os quatro personagens da história (pai, mãe, Lúcia e Carlos), além das figuras que vão surgindo na narrativa, como o Astronauta, Mateus e Bastião, o Doutor, Dona Lua e a Ema. Para tanto se utilizam de objetos e adereços que vão encontrando pelo palco. "Dentre os objetos utilizados pelos personagens, existem alguns bem cotidianos, como vassouras, guarda-chuvas, cestos e meias, a ideia é que a criança possa levar para casa algumas sugestões para criar  o seu próprio Vale da Lua", comenta a diretora Wilma de Souza.

O músico paraibano Chico César compôs 10 canções especialmente para o espetáculo, que tem 13 músicas ao todo, outras duas compostas pelo diretor musical da peça, Tato Fischer, e um rap criado pelos atores, junto com Tato. As canções são interpretadas ao vivo pelos atores e tocadas e cantadas por Cristiano Meirelles com sanfona, violão, flauta e muita percussão.

Realizado pelas produtoras Barros + Barros Produções, Tiarajú Produções Artísticas e Culturais e Brancalyone Produções A Lenda do Vale da Lua ainda conta com cenário, figurinos, e adereços de Márcio Vinícius, iluminação deWagner Freire e coreografias de Gal Spitzer.

Temporada: 10 de outubro a 13 de dezembro. Sábados e domingos, 15h
Teatro Porto Seguro: Alameda Barão de Piracicaba, 740. Campos Elíseos
Capacidade: 484 lugares. Vendas: www.ingressorapido.com.br 
Acessibilidade. Sistema de vendas: Ingresso Rápido
Ingresso: R$ 40 (plateia) e R$ 30 (frisa e balcão)              
 ** Ingressos a R$ 10 no balcão levando uma peça de roupa ou brinquedo em bom estado doação.
Duração: 55 minutos. Censura: Livre

Bilheteria:
Horário de funcionamento:
Terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h. 
Telefone: (11) 3226-7300

“UP 6” e “Aldeia dos Ventos – Mix”

Foto do site Oficina dos Menestreis
Montagens dirigidas por Deto Montenegro são resultado final dos trabalhos de oficinas de teatro musical, com o objetivo de oferecer condicionamento artístico para os mais diferentes públicos

Por conta do sucesso da primeira temporada, em agosto passado, a Oficina dos Menestréis traz de volta, para mais duas apresentações, em outubro, dois espetáculos que fazem parte de seus projetos sociais.

Nos dias 10 (sábado, às 17h30) e 11 (domingo, às 16h30) retorna ao palco do Teatro Dias Gomes o musical “UP 6”, com elenco composto por 38 jovens com Síndrome de Down. Já nos mesmos dias, porém no sábado, às 21h e domingo, às 20h, é a vez dos 22 alunos da Oficina, composto por cadeirantes e deficientes visuais, interpretarem “Aldeia dos Ventos – Mix”, de Oswaldo Montenegro.

Ambas as montagens, dirigidas por Deto Montenegro, têm como proposta de levar o programa de treinamento artístico, desenvolvido na Oficina dos Menestréis, aos mais diversos públicos.

PROGRAMAÇÃO
UP 6 - É o sexto musical do Projeto UP, iniciativa inovadora de inclusão social por meio do teatro musical, com elenco de jovens com Síndrome de Dowm e direção de Deto Montenegro. Após oito meses de treinamento, o grupo com 38 alunos, apresenta o resultado artístico da sexta edição do projeto. No musical, cenas do repertório da Oficina dos Menestréis na programação da Rádio ZYBembom, roteirizada de forma leve, divertida com a  presença da banda e de convidados especiais.

Elenco: alunos do Projeto UP da Oficina dos Menestréis
Temporada: Dias 10 (sábado, às 17h30) e 11 de outubro (domingo, às 16h30)
Classificação: 10 anos. Duração: 60 minutos

Foto: divulgação no site
Aldeia Dos Ventos - Mix – O musical de Oswaldo Montenegro é uma fábula que trata do conflito entre a lógica e a mágica. O rei de um país morre. A princesa Desirée, entristecida, sai em busca do Reino dos Mortos para encontrar seu amado rei. Durante a jornada ela encontra um carroceiro e pede para que ele a acompanhe nessa busca.

Leve e bem-humorado, o musical retrata a típica relação cordial e sem paixão em confronto com as possibilidades arriscadas e fascinantes que o “novo” oferece. O elenco é formado por alunos do Projeto Mix Menestréis (cadeirantes e deficientes visuais), que participaram do curso de teatro musical beneficente e inclusivo da Oficina dos Menestréis, além de convidados especiais.

Elenco: alunos do Projeto Mix Menestréis
Temporada: 10 (sábado, às 21h) e 11 de outubro (domingo, às 20h)
Classificação: 10 anos. Duração: 60 minutos

SERVIÇOS PARA OS DOIS ESPETÁCULOS
Ingressos: R$60,00 (inteira), R$30,00 (meia) e R$25,00 (promocional). Os ingressos promocionais podem ser adquiridos mediante apresentação da carteirinha da Oficina dos Menestréis, que pode ser impressa pelo site: www.oficinadosmenestreis.com.br

TEATRO DIAS GOMES - Capacidade: 400 lugares - Rua: Domingos de Morais, 348, Vila Mariana. Estação Ana Rosa do Metrô. Tel: 5575-7472 www.oficinadosmenestreis.com.br Facebook.com/oficinadosmenestreis

‘Explicando a morte para crianças de seis anos”

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Fotos de Fernanda Vinhas
Texto inédito do poeta e dramaturgo Sergio Mello,
estreia em 09 de outubro, à meia-noite no Satyros 1

Direção de Marcos Loureiro
Com os atores Bruno Mograbi,  Luiz Gustavo
e Roberta Uhller
   
O texto “Explicando a morte para crianças de 6 anos” escrito por Sergio Mello e publicado em 2009, na Coleção Primeiras Obras, da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, ganha montagem inédita, dirigida por Marcos Loureiro, a partir de 09 de outubro, sexta-feira à meia-noite no Espaço dos Satyros 1. A curta temporada segue até 07de novembro, sempre às sextas-feiras e aos sábados à meia-noite.
O texto foi apresentando ao ator Bruno Mograbi, em 2013. Foram dois anos até se chegar na formação final que será levada aos palcos nos Satyros 1 em curta temporada de um mês. Além de Bruno Mograbi, estão no elenco os atores Luiz Gustavo e Roberta Uhller. A direção é de Marcos Loureiro (Hotel Lancaster, A Louca de Chaillot, Navalha na Carne).
O espetáculo trata de temas relacionados à amizade e ao perdão e revela a “injeção de idade adulta” que as crianças recebem quando passam por alguma tragédia cedo demais, o que as obrigam a seguirem, meio deformadas, com o peso da desesperança destoando em seus rostos.


A notícia da abertura de um bar por um jazzman de New Orleans, numa cidadezinha do interior de São Paulo, após ter perdido casa e família para o furacão Katrina, começou a se espalhar pelo meio universitário da capital. Todos querem ver de perto um autêntico jazzman.
Três jovens (uma garota e dois rapazes) se encontram casualmente neste bar bar e têm o curso de suas vidas mudado após serem presos pela polícia na saída. O motivo da prisão se revela no decorrer da dolorosa viagem de libertação dos três.

Espaço dos Satyros 1 - Pça. Franklin Roosevelt, 214 - Consolação - Centro.
Telefone: (11) 3258-6345. 70lugares
Temporada – De 09 de outubro a 7 de novembro (curta temporada)
Duração: 50 minutos. Classificação indicativa: 16 anos       
Preços - R$30,00 inteira e R$15,00 meia

Répétition

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Foto: Divulgação 
De Flávio de Souza, estreia dia 9 de outubro no Teatro Folha

Com direção de Walter Lima Jr, elogiado espetáculo de Flávio de Souza chega ao Teatro Folha com inteligente discussão sobre a experiência teatral. Os atores Paulo Serra, Tatianna Trinxet e Alex Nader vivem dois papéis cada e propõem uma  instigante brincadeira entre realidade e ficção

A palavra francesa Répétition significa ensaio, repetição, explicação. Ao escolher esse título para o espetáculo que chega, em 9 de outubro, 21h30, no Teatro Folha, Flávio de Souza quis justamente brincar com esses múltiplos significados. Com direção de Walter Lima Jr, a montagem mostra um ensaio teatral em que as constantes repetições de cenas oferecem ao espectador descobertas e explicações sobre o trio de atores que vivem, ao mesmo tempo, seus personagens e seus conflitos pessoais.  Répétition volta aos palcos depois de grande sucesso no Rio de Janeiro em duas temporadas nos anos de 2013 e 2015 – onde o espetáculo recebeu elogios de público e crítica. A peça é um projeto da produtora Constelar, comandada por Tatianna Trinxet.

Répétition é a segunda parceria do dramaturgo Flávio de Souza e do diretor Walter Lima Jr, que montaram juntos Fica comigo esta noite, grande sucesso nos palcos adaptado para os cinemas. “Nesta segunda experiência com uma peça de Flavio de Souza, me deparei com um texto tão divertido quanto inesperado, fascinante mesmo”, define Walter Lima. O espetáculo é uma comédia inteligente, instigante e intrigante. Temas como amor, desejos, ciúme, casamento, ficção, realidade, traição, fantasia, amizade, teatro e arte envolvem o espectador num exercício de metalinguagem.  Em cena, estão os atores Paulinho Serra, Tatianna Trinxet e Alex Nader, que vivem um triângulo amoroso que se desenrola no palco e fora dele. A equipe também tem planos de transformar o espetáculo em um longa-metragem.

Contada em páginas de uma peça de teatro, Répétition se alterna em planos de ficção e realidade. Dinho/Fernando (Alex Nader), Laura/ Silvia (Tatianna Trinxet) e Luis/Marcelo (Paulinho Serra) se confundem com as palavras, com o texto, com os gestos e, principalmente, com as questões de suas personagens. Muitas vezes, debates pessoais entram apenas no teatro, por medo que os personagens têm de confrontos na vida real. “A nossa primeira montagem deu muito certo. A direção do Walter Lima Jr foi primorosa e contribuiu para o impacto que o espectador sente, ao se deparar com as situações impostas pelo texto”, lembra Tatianna, atriz e diretora de produção.

Teatro Folha - Shopping Pátio Higienópolis, na Av. Higienópolis, nº 618 – Piso 2 – Higienópolis

De 9 de outubro a 20 de dezembro. Sexta  21h30, Sábado 20h e Domingo 20h

Ingressos: R$30,00 (setor 2) e R$50,00 (setor 1) às sextas-feiras; R$40,00 (setor 2) e R$60,00 (setor 1) aos sábados e domingos.

Duração: 55 minutos. Classificação: 14 anos

" Peça Esporte"

Dramaturga austríaca Elfriede Jelinek
é encenada pela primeira vez no Brasil
Cia de Teatro Acidental  em obra inédita da Prêmio Nobel de Literatura

Com direção de Clayton Mariano, espetáculo da autora do romance levado
ao cinema como A Professora de Piano estreia dia 2 de outubro, no Tusp

Entre a Copa do Mundo e as Olimpíadas no Brasil, a Cia de Teatro Acidental escolheu apresentar uma peça falando sobre homens que abrem mão da sua individualidade para entrar numa torcida, uma histeria coletiva. Até então inédita no teatro por aqui, a autora, a dramaturga austríaca Elfriede Jelinek, que conquistou o Nobel de Literatura em 2004, além dos prêmios Georg Büchner, Franz Kafka e Mülheim de Dramaturgia, é mais conhecida pelo romance que originou o filme A Professora de Piano, de Michael Haneke. Com oito atores, Peça Esporte estreia dia 2 de outubro, no Tusp. Com sessões de sexta a domingo, às 20h, a temporada segue até 15 de novembro, sob a direção de Clayton Mariano, do Tablado de Arruar.

A obra associa o esporte à guerra por meio de uma sinfonia de vozes que se expressam de forma provocadora, sem ação dramática. No lugar dos diálogos, frases com alta densidade imagética. A imagem do corpo como carne frequentemente dá o tom das cenas. Destaque para os corpos femininos, excluídos ou subjugados pelos ideais de virilidade atlética: a mãe do esportista que destruiu seu corpo na busca de torná-lo perfeito, uma jovem atleta vista como enfeite para os jogos e não como verdadeira competidora.

As personagens são pouco delineadas, o que deixa livre a distribuição das falas entre o elenco: Artur Kon, Cauê Gouveia, Danielly Oliveira, Eduardo Bordinhon, Mariana Dias, Mariana Otero, Mariana Zink e Tati Mayumi. Nesta montagem, há papéis divididos entre vários atores; e os intérpretes se revezam em mais de um. “Não é possível acompanhar perfeitamente onde uma figura acaba e a outra começa, elas se misturam. No texto, uma vai assimilando o discurso da outra”, fala Artur Kon, ator da Cia de Teatro Acidental, responsável também pela concepção e produção da peça no Brasil.


 Tusp – Teatro da USP: Rua Maria Antônia, 294, Consolação (metrô Santa Cecília). Tel. 3123-5233. Site:www.usp.br/tusp Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Bilheteria: Duas horas antes do início do espetáculo. $ e cheque. Capacidade: 98 lugares. Acesso para portadores de deficiência.Estacionamento conveniado: MariAuto, Rua Maria Antônia, 176. Desconto mediante apresentação de carimbo (do Tusp) no comprovante de entrada. R$ 20,00 / 3h.
 Estreia: 2 de outubro, sexta, 20h. Temporada: sexta a domingo, 20h, até 15 de novembro.

Serviço: Palestra com o jornalista Juca Kfouri
Quando: 16 de outubro, sexta-feira, 17h. Tusp. Grátis. Ingressos distribuídos com uma hora de antecedência. Duração estimada: 90 min.