sábado, 7 de fevereiro de 2015

"Além dos Cravos"

cid:image001.jpg@01D0421B.895C6B70
Foto: Divulgação
Cemitério São Paulo recebe espetáculo Além dos Cravos, do EmFoco Grupo de Teatro, de Fortaleza

Companhia é conhecida em sua cidade por fazer espetáculos polêmicos em locais inusitados, como ônibus e cemitério. Depois de ter feito temporada no cemitério da Consolação, grupo faz sessões no Cemitério São Paulo e Araçá.





 Nascido e criado em Fortaleza, o EmFoco Grupo de Teatro deixa rastros de polêmica por onde passa.  Ocupar uma casa, um ônibus ou um cemitério faz parte de sua verve artística (e de sua pesquisa teatral). Agora, em janeiro e fevereiro de 2015, o grupo está em São Paulo para apresentar gratuitamente parte de seu repertório. Depois de ter feito uma temporada curta no cemitério da Consolação, a companhia faz sessões no Cemitério São Paulo (dias 6, 7 e 8 de fevereiro) e no Araçá (dias 13, 14 e 15 de fevereiro).

O EmFoco mostra, nessa curta temporada em solo paulista, dois espetáculos: nos cemitérios realiza o Além dos Cravos e na Casa de Zuleika (Rua Silvio Sacramento, 121, Metrô Clínicas) um dos primeiros trabalhos do grupo, oJardim das Espécies (dia 26 de janeiro, 2 e 9 de fevereiro).

Qual a sensação de adentrar um cemitério? O que ele representa? O que é a vida? O que é a morte? A partir desses questionamentos, o espetáculo Além dos Cravos busca utilizar o espaço urbano – cemitério – como campo de experimentação artística. Este trabalho parte do desejo do Emfoco Grupo de teatro em voltar o seu olhar para o uso de espaços alternativos, e criar a cena a partir do jogo entre ator x público x espaço.

O cemitério é um local que nos leva a questionamentos sobre a vida e a morte, dois opostos que se complementam. Ao adentrar nesse espaço atores e público se propõem a refletir sobre o tabu – morte – e sua relação com os outros acontecimentos da vida. É por meio de uma vivência poética que o espetáculo convida os espectadores a se deslocarem por toda a extensão do cemitério e assim compartilhar experiências e incertezas acerca da vida e da finitude humana.

Jardim das Espécies é um espetáculo que se realiza em espaços não convencionais. A peça é baseada no arquétipo feminino do século XXI que tenta compreender o este universo que passou por toda a revolução feminina sem perder as funções tradicionais de mãe e de mulher. Em decorrência da pressão social, midiática e do acúmulo de funções, essa nova mulher desenvolve neuroses antes desconhecidas (TOC, cleptomania, sadomasoquismo, narcisismo, e outras), chegando a casos extremos de realizar atos “loucos”. E assim, a partir de fragmentos de histórias, jogos cênicos e de forma inusitada, o espetáculo aproxima o espectador da realidade tão comum nos nossos dias.

Em Jardim das Espécies, Célia, Teresa e Elisabete são três mulheres do século XXI que atravessaram o período pós-feminista sem perder as funções de mãe e de esposa. Três mulheres que pressionadas pelo acúmulo das atividades domésticas, pressão psicológica da sociedade e da mídia desenvolvem neuroses que culminam entre a sanidade e a loucura, ficando na linha tênue da própria realidade.

Temporada: Até 15 de fevereiro de 2015 - Sexta a domingo às 16h
Duração: 80 min/ Recomendação: 12 anos - Lotação: 45 pessoas - Tel. Informações: (11) 98623.1232

Grátis - Espetáculo com público reduzido. Solicitação de data para reserva de ingresso pelo email: temporadaemfoco@gmail.com. Por razões climáticas ou indisponibilidade do cemitério, o espetáculo poderá ser cancelado.

Cemitério São Paulo – dias 6, 7 e 8 de Fevereiro de 2015
Rua Cardeal Arcoverde, Nº 1250 – São Paulo - SP

Cemitério do Araçá – dias 13, 14 e 15 de Fevereiro de 2015
Avenida Doutor Arnaldo, 666 - Cerqueira César – São Paulo - SP

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

"O Fingidor"

De Samir Yazbek, comemora 15 anos reestreiando no Tucarena

Com texto e direção de Samir Yazbek, o espetáculo "O Fingidor" (Prêmio Shell 1999 de Melhor Autor), uma das mais festejadas montagens da Companhia Teatral Arnesto nos Convidou, reestreia no dia 7 de março, sábado, no Tucarena, às 21 horas.

Inspirado na vida e obra de Fernando Pessoa, o espetáculo está comemorando 15 anos, justamente quando o TUCA completa 50 anos de história, além de ser 2015 o ano que marca os 80 anos de morte do poeta.

A peça, que segue em cartaz até o dia 19 de abril (com exceção dos dias 27, 28 e 29 de março), é uma obra de ficção. “O Fingidor” apresenta o poeta em seus últimos dias, quando se candidata disfarçado a uma vaga de datilógrafo, oferecida por um crítico literário, profundo conhecedor de sua obra. Envolvendo personagens reais e fictícios, inclusive os heterônimos de Pessoa, o espetáculo traz uma visão bem-humorada sobre a poética do autor.

Este retorno ao palco traz parte do elenco da montagem original, encabeçado por Helio Cicero que divide o palco com Daniela Duarte, Douglas Simon, Fause Haten, Fernando Oliveira,Fernando Trauer, Gabriela Flores, Luiz Eduardo Frin e Marcelo Cozza.

Esta é a sexta temporada de “O Fingidor” em São Paulo, tendo ainda se apresentado com sucesso em Portugal (XXV FITEI, no Porto, e no I Encontro Luso-brasileiro de Cultura, em Serpa), além de outras cidades brasileiras. O texto também foi adaptado para a televisão (Rede Cultura, projeto “Direções”), publicado duas vezes em português e traduzido para outros idiomas, como o francês e o espanhol. Para 2015, está previsto o lançamento de uma nova edição de “O Fingidor", pela Editora Giostri, e está em andamento um projeto de recriá-lo no cinema, pelo diretor Ugo Giorgetti.

A Companhia Teatral Arnesto nos Convidou é responsável também pela montagem de “As Folhas do Cedro” (Prêmio APCA 2010 de melhor autor), entre outras, e já prepara a estreia de “Post Scriptum” (texto e direção de Samir Yazbek) na Mostra Oficial da próxima edição do Festival de Curitiba.

O enredo

Segundo Samir Yazbek, "O Fingidor" não pretende ser um recital de poesia, tampouco uma biografia teatralizada do poeta. A peça serve-se da heteronímia, recurso por meio do qual Pessoa criava personalidades literárias, para apresentar, em carne e osso, uma personagem que Pessoa nunca imaginou: um “certo” Jorge Madeira (Helio Cicero). 

No enredo, Fernando Pessoa, vivendo seus últimos dias, disfarça-se como o datilógrafo Madeira, para conhecer José Américo, o crítico literário que o admira e prepara uma conferência sobre a sua obra. A partir daí, temos uma história com muitas surpresas. As situações se desenrolam com personagens reais e fictícias, tais como a governanta Amália, de quem Pessoa enamora-se, a irmã do poeta, o editor de uma revista literária, um jovem estudante de literatura e os principais heterônimos de Pessoa, resultando numa parábola sobre papel do artista na sociedade moderna.

Tucarena  - www.teatrotuca.com.br - Rua Bartira, 1024 - Perdizes/SP (esquina com a Rua Monte Alegre). Tel: (11) 3670-8455. Não haverá espetáculo nos dias 27, 28 e 29 de março.
Temporada: Sexta (às 21h30), sábado (às 21h) e domingo (às 19h) - Até 19/04/2015
Ingressos: R$ 50,00 (inteira); R$ 25,00 (meia); R$ 10,00 (estudantes, professores e funcionários da PUC-SP). Antecipados: www.ingressorapido.com.br (4003-1212). Grupos: (11) 5571-1407
Duração: 1h40 - Gênero: Drama cômico - Classificação etária: 14 anos
Capacidade: 170 lugares - Ar condicionado - Acesso universal Estacionamento conveniado: R$ 14,00 (Pier Park, R. Monte Alegre, 835, tel. 3120-5052)

"Garagem"

Exibindo foto Guga Melgar 37 .jpg
Foto; Divulgação
Ministério da Cultura, Banco Volkswagen e CiaTeatro Epigenia/15anos
Apresentam

   GARAGEM  
… onde a vida se resume a uma vaga.

Texto e direção de Gustavo Paso


Um dos grandes valores deste projeto é seu ineditismo. Com um elenco de 16 atores e músicos, “GARAGEM” estreará dia 14 de janeiro, no Galpão do Folias. O espetáculo tem um tratamento naturalista. Serão 4 carros entrando e saindo de cena.  Porém, com grande base simbólica. A iluminação cênica totalmente “fria”, da total ênfase a este naturalismo acrescido de técnica, para exatamente desconstruir e infringir o natural, o transformando no símbolo... no signo.

“GARAGEM” impressionou pela qualidade e ousadia de um dos mais importantes nomes do teatro carioca, o dramaturgo, cenógrafo e diretor Gustavo Paso. No Rio de Janeiro o projeto foi encenado no estacionamento do Shopping Rio Sul e ainda originou um longa metragem, filmado ao vivo por 6 câmeras para a edição do filme homônimo, também dirigido por Paso. 

Transgredindo o fazer teatral, o espetáculo foi escrito para ser encenado em uma garagem de verdade: “Quando escrevi o texto sabia que queria montar em uma garagem de verdade. Não me interessava ir para um teatro”, afirma Gustavo Paso, autor e diretor da peça.

A peça conta historia de Juan (Gustavo Falcão), um advogado previdenciário que perde tudo e se vê despejado, recém separado da esposa (Luciana Fávero) e seus dois filhos, sem lugar para morar, quando entre recibos antigos e certidões encontra uma escritura de uma vaga de garagem que adquiriu de uma senhora, sua vizinha, quando ainda tinha dois carros. Não pensa duas vezes. Recolhe os moveis que ficaram da mobília do quarto da empregada e se muda para lá. Pressionado pelo Sr. Lacerda (Marcos Breda) e o Sindico e ex-Sogro (NOME DO ATOR), Juan tem seus dias contados no seu novo 

Exibindo GARAGEM_foto de Guga Melgar_Gustavo Falcão e Luciana Favero 38.jpg
Foto: Divulgação
Existe um momento que antecede a chegada em casa onde nós estamos sozinhos, o momento em que nos desligamos da vida externa e nos deparamos com a "interna". A divisão Casa/Trabalho tem um hiato... uma interseção: a Garagem. O espaço-tempo que antecede encontros, brigas, comemorações... Sendo quando estacionamos o carro ou trancamos uma bicicleta, sempre “realizamos” a ideia de “se chegar a casa”.

O mais curioso e absurdo em “GARAGEM” é que os moradores neste estágio de aproximação do lar, como uma metáfora de um umbral às avessas, encontram uma pessoa pelo caminho, vivendo em um lugar inabitável, porém feliz. Perseguido pelo síndico e vivendo situações e problemas alheios que vão se desenrolando, vidas que vão se ajeitando à medida que Juan vai interferindo com seus conselhos, sua mão amiga, e o que às vezes é tão difícil de conseguir nos dias de hoje: bons ouvidos para refrear a incomunicabilidade humana. Como dizia o pop rock: "Assim caminha a humanidade, com passos de preguiça e sem vontade!"

Depois de inúmeras reuniões com diversos Shoppings da Cidade de SP, a Cia carioca que completará 15 em 2015 assinou contrato com o Espaço FOLIAS. “A peça tem características de Evento Diário. As questões de Alvará deixaram para traz a Arte e mais uma vez declinamos ao ficar de frente com as burocracias, Precisa-se de muita visão para se topar este empreendimento. No Rio fechamos com um dos melhores Shopping da Cidade e fizemos mais de 6 milhões de mídia espontânea em apenas 1 mês de temporada, esgotando os ingressos em 2 semanas . Queríamos um grande Shopping em SP, mas faltou o que vem faltando muito no Brasil: sair da zona de conforto!" explica Paso.

No elenco estão Gustavo Falcão, Luciana Fávero, Marcos Breda, Alvaro Gomes, Elea Mercúrio, Dody, Dai Bonfim, Camilla Carandino, Lumi Kin, Clóvis Gonçaves, Thalita Vaz, Felipe Miguel, André Poyart, Cecilia Lage e Antônio Ysmael.

Temporada de 14 de janeiro a 12 de fevereiro. De segunda a quinta – sempre às 21hs
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia entrada)
Venda de ingresso na bilheteria das 18 às 20hs – de segunda a quinta ou pelo CompreIngresso – Aceita-se todos os cartões de credito/débito -
Gênero: Comédia Dramática
Duração: 120 minutos. Censura – 14 anos
Rua Ana Cintra, 213 – Santa Cecília São Paulo - 80 lugares - Reservas pelo telefone: 11 3361-2223

“Florilégio II - Nas Ondas do Rádio”

FotoRetorna ao Museu da Casa Brasileira em fevereiro

Completando 1 ano e meio de sucesso de público, espetáculo dirigido por Elias Andreato fica em cartaz no Museu aos finais de semana de fevereiro a março. Gratuito.

O espetáculo de teatro musical Florilégio II - Nas ondas do rádio estreou há pouco mais de um ano no Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. A partir de 7 de fevereiro, a peça, que faz uma homenagem à era do rádio no Brasil e mostra como a geração desses cantores era idolatrada pelo público, retorna ao MCB para temporada de dois meses. No palco, o trio de atores Carlos Moreno, Patrícia Gasppar e Mira Haar vive cantores da época, em uma história recheada de clássicos musicais que embalavam os ouvintes. A direção geral é de Elias Andreato e arranjos e direção musical deJonatan Harold (indicado ao Prêmio Shell 2014 por este trabalho).

A peça ficará em cartaz de 7 de fevereiro a 29 de março (sábados e domingos às 16h), reunindo o repertório da época com muito bom humor para relembrar as estrelas do passado. “Florilégio II – Nas ondas do rádio” é um espetáculo para toda a família e será apresentado também durante o carnaval.

Florilégio II - Nas ondas do rádio traz composições memoráveis da cultura popular brasileira, de autor es como Cartola, Ataulfo Alves, Zé Keti, Dorival Caymmi, Herivelto Martins, Assis Valente, Lupicínio Rodrigues, entre outros. Incluindo, naturalmente, a emblemática canção “Os cantores do Rádio” de Alberto Ribeiro, João de Barro e Lamartine Babo.

“O repertório conquista a todos porque atinge a memória afetiva e musical de cada pessoa, de diferentes formas para cada geração, mas sempre despertando lembranças que remetem subjetiva e carinhosamente aos bons tempos já vividos”, afirma Carlos Moreno.

O espetáculo Florilégio II - Nas ondas do rádio é uma continuação de Florilégio, criado em 2010. Desde então, o espetáculo já atraiu mais de 38 mil espectadores em apresentações realizadas desde 2010 em diversos espaços culturais da cidade de São Paulo, inclusive durante a Virada Cultural Paulista. No MCB, chega à sua 5ª temporada, após o sucesso 2010 a 2013.


Ficha técnica:
Elenco: Mira Haar, Patricia Gaspar e Carlos Moreno
Direção: Elias Andreato                                      Direção Musical e Arranjos: Jonatan Harold
Cenários e Figurinos: Mira Haar                          Produção Administrativa: Sonia Kavantan
Produção Executiva: Rosângela Longhi               Fotos: João Caldas

De 7 de fevereiro a 29 de março. Sábados e domingos às 16h – Entrada Gratuita
Retirar ingressos com 1 hora de antecedência.

Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano
Tel.: (11) 3032-3727 Capacidade: 220 lugares

Acesso a pessoas com deficiência / Bicicletário com 40 vagas/ Estacionamento pago no local

"Vanya e Sonia e Masha e Spike"

Uma grande estrela de Hollywood (com seu namorado, 30 anos mais jovem) vem passar o final de semana na linda casa de campo de sua família, onde vivem seu irmão e sua irmã, solteirões. Acontecimentos imprevistos transformam esta estadia num turbilhão de confusões hilariantes.

De: Cristopher Durang
Direção: Jorge Takla
Com: Marília Gabriela, Elias Andreato, Patrícia Gasppar, Bruno Narchi, Bianca Tadini, Teca Pereira.

Dias e horários:
Sexta 21h
Sábado: 17h e 21h
Domingo: 17h

Preços:
Sexta-feira R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia)
Sábado e Domingo R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia)

Bilheteria: quarta à sexta das 14h às 20h e sábado e domingo das 14h às 16h
Televendas: 11 3662-7233 e 11 3662-7234  - Site: www.faap.br/teatro
Teatro FAAP - Rua Alagoas, 903 - Higienópolis - São Paulo
Compras on-line e mais informações:www.teatrofaap.showare.com.br

Alice – O Musical

Foto
Foto: divulgação
Reestreia dia 21 de fevereiro no Teatro Viradalata

A direção é assinada pelo ator e diretor Max Oliveira que integrou o elenco de importantes espetáculos musicais, como "Miss Saigon", "A Bela e a Fera", "Cats" , "New York, New York" e "A Madrinha Embriagada" em São Paulo e as produções "The Lion King" (O Rei Leão) na Espanha e na Austrália
Alice – O Musical volta em cartaz com  uma nova atriz no papel de Alice, agora a  protagonista é interpretada pela atriz e cantora Alice Zamur. A famosa história da garotinha em busca de um coelho branco, perdida em um mundo de fantasias é contada neste espetáculo por uma nova ótica. Alice está crescida! Entediada em seu quarto ela resolve ler um livro para se entreter, quando de repente a história ganha vida e a velha estante da família deixa escapar fantásticas criaturas que transformam o seu quarto num verdadeiro país das maravilhas. 

Nessa versão a Alice é uma adolescente encarando sua própria personalidade, seus desejos e mudanças. “A magia e a loucura da ficção escrita por Lewis Carroll é responsável por transportar gerações para este mundo conhecido como o País das Maravilhas. Entender melhor a história e identificar o significado desta maravilhosa viagem de Alice foram o ponto de partida para a nossa produção” comenta o diretor Max Oliveira.

Foto
Foto: Divulgação
Inspirado no crescimento da menina Alice, o espetáculo adaptou a linguagem original à realidade infanto-juvenil contemporânea, encontrando ganchos para tratar de temas atuais como bullying, distanciamento familiar e dificuldades na adolescência.

As canções foram compostas especialmente para a produção pelo ator e músico Elton Towersey. O espetáculo conta com a participação especial de Paula Capovilla (Evita, A Madrinha Embriagada) e Cláudio Galvan (A Família Addams, O Rei Leão), que emprestam suas vozes à mãe de Alice e ao Gato Sorridente, respectivamente.


FICHA TÉCNICA

Direção geral: Max Oliveira. Direção artística: Marina Costa.Direção residente e letras : Fernando Marianno. Elenco: Alice Zamur, Adriano Tunes, Márcio Godoy e Thiago Sak. Composição musical e arranjos : Elton Towersey. Trilha sonora: Guilherme Góes. Voz em off: Paula Capovilla (mãe) e Claudio Galvan (gato). Figurinos: Jota Produções. Execução de Cenografia : Gabriel Gombossy. Execução de bonecos: Carlos Alexandre Ribeiro. Administração e Coprodução: Valentina Produções.Realização e Produção: Voir Produções

SERVIÇO:
Temporada: de 21 de fevereiro a 26 de abril. Sábados e Domingos ás 16 horas
Teatro Viradalata: R. Apinajés, 1387 – Sumaré. Telefone:(11) 3868-2535. Lotação: 270 lugares.  Ingressos: R$ 50,00.Duração: 60 minutos. Ingressos O teatro aceita todos os cartões de débito e crédito.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

“Carnaval Encantado é no Teatro Fernando Torres”

Exibindo carnaval.jpg
Foto: Divulgação

“Branca de Neve- O musical encantado”      
Sessões de Carnaval dias 16 , 17/02 às 16h00
 “A Bela e a Fera – 20 anos”
   Sessões especiais de carnaval dias 15,1617/02 às 18h00

 
Exibindo image-1.jpg
Foto: Divulgação
“Branca de Neve" é a primeira princesa que Walt Disney trouxe às telas. Em nossa adaptação teatral, fiel ao original e ao desenho, levamos aos palcos a história clássica da bela princesa e os inesquecíveis sete anões. O espetáculo tem 35 profissionais envolvidos, músicas cantadas ao vivo, 4 cenários e efeitos especiais incríveis preparados para criar toda a magia que Walt Disney levou as crianças. E o diferencial é o que o espetáculo teatral faz é utilizar a música e a comédia para sensibilizar' afirma a produção do espetáculo. 

Exibindo IMG_7704.jpg
Foto: Divulgação
“A Bela e a Fera- 20 anos" é uma história de amor clássica. Está cheia de personagens inesquecíveis, cenas fantásticas e figurinos deslumbrantes, além é claro de belas e originais canções. O espetáculo tem 35 profissionais envolvidos, 10 atores, mais de 40 luxuosos figurinos, 5 cenários e efeitos especiais incríveis preparados para criar toda a magia que envolve a história.' complementa. 

Teatro Fernando Torres - Lugares: 687 - Rua Padre Estevão Pernet , 588 - Próximo às estações de Metro: Tatuapé e Carrão - Informações / Bilheteria: (11) 2227-1025
Cafeteria no local: Tablado Café. Estacionamento no local (ESTAPAR): R$ 20.00 (preço único). 
Bilheteria: de terça a quinta, das 14h às 20h; ou dinheiro.
Estreia em 24/01/2015  até 29/03/2015
Sábados e domingos às 16h00 e 18h00. V
alor: $ 40,00 inteira / $ 20,00 meia

#Teatro #TeatroFernandoTorres #BrancadeNeve #ABelaeaFera #Fuievou

"As Moças"

Site
Foto: Divulgação
Fernanda Cunha e Casa 5
 Apresentam

Angela Figueiredo e Fernanda Cunha
em
AS MOÇAS:
O último beijo
De Isabel Câmara.  Direção André Garolli

ÚLTIMA E CURTA TEMPORADA EM SÃO PAULO:
 De 07 a 22 de Fevereiro de 2015 no Espaço Parlapatões
 Sábados às 20h e Domingo às 19h

Uma relação de amor, ódio e amizade. Duas mulheres, uma jornalista a outra QUASE atriz, uma QUASE velha a outra jovem. Elas se encontram no Rio de Janeiro em algum momento entre os anos de 1965 e 1975 e dividem o mesmo apartamento enquanto tentam se estabelecer profissional e afetivamente em meio à ditadura militar e à revolução sexual que marcaram aquela época.

Com direção de André Garolli, a montagem de As Moças, de Isabel Câmara, é uma releitura deste clássico da dramaturgia brasileira dos anos 60.
Mineira, de Três Corações, Isabel escreveu um único texto para o teatro: “As Moças: O Último Beijo”. Ficou conhecida como uma das principais autoras do grupo de jovens dramaturgos de 69, ao lado de José Vicente, Leilah Assumpção, Consuelo de Castro e Antônio Bivar. Uma geração de autores que compõe um retrato existencial e subjetivo daquela época marcada pela revolução sexual e a repressão política.
Como característica os textos apresentam diálogos que beiram ao absurdo além da autenticidade e sinceridade, num tom confessional, que aparecem na relação das personagens e no jogo cênico
O texto As Moças, surgiu em 1969, foi encenado em São Paulo, com direção de Maurice Vaneau, e em 1970, no Rio de Janeiro, no Teatro Ipanema, com direção de Ivan Albuquerque, rendendo a Isabel o Prêmio Molière de melhor autor de 1970.
Angela e Fernanda, duas atrizes de gerações diferentes e apaixonadas por seu oficio, procuravam há algum tempo um texto para montar e iniciar uma parceria artística e de produção. Conheceram-se no “II Festival de Peças de Um Minuto” dos Parlapatões e logo perceberam grande afinidade. Um amigo, o diretor Marcos Loureiro as apresentou ao texto As Moças. A partir daí foram em busca da realização do espetáculo. Depois de aprovar o projeto em leis de incentivo, inscrever em editais e procurar patrocinadores, resolveram “arregaçar as mangas”, apostar e investir recursos próprios e montar o espetáculo. Convidaram André Garolli para a direção. Elas o conheceram quando ele as dirigiu em algumas peças do II Festival de Peças de Um Minuto. Convidaram Branco Mello para criar a trilha sonora e Cassio Brasil para criar o cenário e figurinos. Contaram com o apoio e parceria de amigos e empresas também apaixonadas pelo teatro como: Parlapatões, Morente Forte Comunicações, Espaço Horizon, Cabelaria, Spazio e a Casa 5.
Garolli conta que “estava terminando de elaborar as diretrizes do Projeto Homens à Deriva, no qual a proposta é discutir o período da ditadura militar quando a Fernanda e a Angela me convidaram para dirigir As Moças, um texto que conheci através das mãos do saudoso Fauzi Arap. Daí para frente achei que o interessante seria discutir que sociedade e que momento era esse do Brasil que permitiu a consolidação desse golpe. Nos confinamos em uma pequena sala de ensaio, que poderia ser um conjugado, um alojamento, um camarim, uma cela, um “entre quatro paredes”  qualquer,  afim de tentar reinventar a vida (que pretensão!!). Recebemos visitas de companheiros que trouxeram ideias e estratégias surpreendentes. E assim, passo a passo, lutamos com nossas diferenças, com nossos ideais, com nossas vaidades, com nossos sonhos e através da convivência, da negociação, do desapego conseguimos nos libertar para dar luz a essas Moças.”
O espetáculo tem a trilha sonora de Branco Mello, criada a partir de trechos de diversas obras musicais, clássicos dos anos 60 e 70. “Pra fazer a trilha do espetáculo, pensei muito no Brasil e na música do final dos anos sessenta. Me aprofundando na loucura da relação das personagens Tereza e Ana, achei que a história delas poderia ter acontecido tanto num conjugado em Copacabana no Rio de Janeiro, quanto em qualquer outro lugar do mundo. Lembrei de Jimi Hendrix, Chet Baker, Jim Morrison, John Coltrane, The Who, Mile Davis e Mutante… Está tudo aqui”, afirma Branco.
Por se tratar de um texto intimista o palco do Teatro do Espaço Parlapatões é perfeito para a montagem, pois a ação se desenrola próxima aos espectadores desvendando a relação entre estas duas mulheres. Responsável pelo cenário e pelos figurinos, Cassio Brasil comenta que foi a relação de valor presente em toda a peça que motivou seu raciocínio. “O tempo todo é isso que discute, – quanto você vale se tem dentes faltando na boca? – e um reloginho de pulso, ainda que sem corrente, preso ao pulso por uma fita? Esses valores são instáveis, difusos.  Quem controla as oscilações dos valores de nossas vidas? O que vai ser joia hoje, pra amanhã retornar a condição de miçanga?”.
Se existe uma peça na história do teatro brasileiro do século XX cuja fortuna crítica merece uma revisão é As Moças, texto que costuma ser analisado por manuais que pretendem dar conta da dramaturgia brasileira escrita a partir dos anos 60 e por estudos que visam debater o lugar da mulher na sociedade no contexto histórico da ditadura militar.
A proposta desta montagem é envolver o público de maneira direta e explosiva, partindo da construção realista das cenas, com linguagem contemporânea e interpretação naturalista, além de cenários e figurinos com personalidade, porém sucintos.

ESPAÇO PARLAPATÕES (98 lugares) - Praça Franklin Roosevelt, 158 – Centro
Bilheteria: 3258.4449 - Vendas: www.ingressorapido.com.br / 4003.1212
Terça a quinta das 16h as 21h; sexta e sábado 16h a meia-noite, domingo 16h as 20h. Formas de Pagamento: Dinheiro e todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque.
 
Sábado às 20h e Domingo às 19h.  Ingressos: R$ 40
 Duração: 60 minutos. Classificação: 16 anos
 Reestreia dia 07 de Fevereiro.   Curta Temporada: até 22 de Fevereiro

"Elza e Fred" - reestreia no Teatro Renaissance

ELZA & FRED 1 - DNG
Foto: Divulgação
Suely Franco e Umberto Magnani
em
 ELZA e FRED 
 Reestreia dia 06 de fevereiro 
Com Mayara Magri, Igor Dib, Luciano Schwab,
Fernando Petelinkar, Antonio Aguerre,
David Leroy e Eduardo Estrela

De Marcos Carnevale, Lily Ann Martín e Marcela Geraghty
Direção Elias Andreato. Música ao vivo Jonatan Harald

Comemorando 100 anos de carreira nos palcos: Suely Franco 55 e Umberto Magnani 45

            Com direção de Elias Andreato adaptação para o teatro do filme argentino, que foi sucesso mundial em 2006, faz curta temporada no Teatro Renaissance após temporadas de sucesso desde sua estreia em outubro de 2014.

            A montagem brasileira desta história de amor na melhor idade traz nos papéis centrais os premiadíssimos atores Suely Franco e Umberto Magnani contando a história deste casal octagenário que pela descoberta do amor, se abre para a vida novamente!
            O espetáculo focaliza o tema do envelhecimento em suas várias vertentes e desenvolve-se a partir do momento em que Fred se transfere para um novo prédio, logo após ficar viúvo.
           Neste novo endereço, Elza será sua nova vizinha. Ela, muito atirada e comunicativa, tenta viver intensamente cada dia, enquanto Fred é hipocondríaco e muito quieto. Mesmo com estas diferenças e com a insistência de Elza, os problemas são superados, mostrando aos dois que nunca é tarde para amar.
            Com forte carga dramática, o texto transmite otimismo e posicionamento perante a vida e fala também sobre a capacidade e importância de nunca deixar de sonhar.
           “O amor que envelhece os preconceitos. O amor é mágico… Ele faz o tempo correr ao contrário!
            O que envelhece não é o tempo, é o cotidiano enfadonho, que cria a nossa incapacidade de se comover diante do sorriso de uma mulher ou de um homem… ou diante de tudo que nos provoca vida e prazer.
             Nossa sociedade ensina que os velhos e aqueles que um dia também ganharão este nome,  têm amor com hora e data para terminar,  que o prazo de validade está carimbado em cada coração. Tudo passa, tudo passará… Nos faz crer que a atenção dos vizinhos, conhecidos de qualquer fila,  ou dos sorridentes vendedores de drogaria, já deve ser o bastante! E nossa resignação é acalentada por algum carinho familiar… São migalhas de bondade que recebemos. E como temos o parco dinheirinho de nossas aposentadorias…é preciso pagar a todos com a renúncia dos nossos sonhos de amor! Assim deverá ser o final da nossa doce vita? Não e não!

           Viva o amor caduco!” - Elias Andreato

          “O amor não muda com o passar das horas. Mas se sustenta até o final do mundo.” - William Shakespeare


Teatro Renaissance (448 lugares) - Alameda Santos, 2233 - Cerqueira César (metrô Consolação) / Informações: 3069.2286
Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h. Aceita dinheiro e cartões Visa e Mastercard. Não aceita cheque. Estacionamento no local – R$ 30.
Vendas: www.compreingressos.com / 2226-8038
Sextas às 21h30 | Sábados às 21h | Domingo às 19h30  - Ingressos: R$ 80
Duração: 80 minutos - Classificação etária: 12 anos
  Curta Temporada:         De 06 de fevereiro até 08 de março
 Estreou dia 03 de outubro de 2014 no Teatro Folha

Mostra Internacional de Teatro de São Paulo

MITsp_2015_A_Gaivota_10_foto_de_Ekaterina_Tsvetkova (coletiva).jpg
Figura 1 - Espetáculo A Gaivota Foto: Ekaterina Tsvetkova
Venda antecipada de ingressos 
A partir do dia 5 de fevereiro de 2015, quinta-feira, às 14 horas, começa a venda antecipada dos ingressos da segunda edição da MITsp. O Sesc venderá em sua rede online ingressos para os espetáculos que acontecerão em seus espaços físicos (Consolação, Ipiranga e Pinheiros) e o Ingresso Rápido atenderá os teatros Sérgio Cardoso, João Caetano e Auditório Ibirapuera - Oscar Niemeyer. A Mostra Internacional de Teatro de São Paulo  acontece de 6 a 15 de março de 2015.
A 2ª edição da MITsp tem apresentação do Itaú Unibanco e é feita em parceria com o Itaú Cultural. O evento é correalizado pelo Sesc São Paulo, Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e pelo Centro Internacional de Teatro Ecum - CIT Ecum. A MITsp ainda conta com o financiamento das Leis Estadual e Federal de Cultura e do Fundo Nacional de Cultura.
A Gaivota (foto), de Anton Tchekhov e direção de Yuri Butusov, do grupo Theatre “Satiricon” named after A.Raykin, da Rússia, é o espetáculo que abre a programação do evento no dia 06 de março às 16h, no Auditório Ibirapuera - Oscar Niemeyer.
Confira a lista dos locais de apresentações que estarão com as vendas antecipadas:
cid:image001.jpg@01D0406E.0B972760·         A Gaivota
Auditório Ibirapuera - Oscar Niemeyer
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Ibirapuera

·         As Irmãs Macaluso
João Caetano
Rua Borges Lagoa, 650 - Vila Clementino

·         Julia - Sala Sérgio Cardoso
·         E se Elas Fossem para Moscou? (Peça) - Sala Sérgio Cardoso
·         E se Elas Fossem para Moscou? (Filme) - Sala Paschoal Carlos Magno
Teatro Sérgio Cardoso
Rua Rui Barbosa, 153 - Bela Vista

·         Woyzeck - Ginásio
·         Canção de Muito Longe - Teatro Anchieta
·         Opus Nº 7 - Ginásio
Sesc Consolação
Rua Doutor Vila Nova, 245 - Vila Buarque

·         Stifters Dinge - Ginásio
Sesc Ipiranga
Rua Bom Pastor, 822 - Ipiranga

·         Senhorita Julia - Teatro Paulo Autran
Sesc Pinheiros

Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros