domingo, 7 de setembro de 2014

" As Damas de Paus"

cartaz-release
Mara Carvalho, Liane Maya, Andrezza Massei, Carol Costa,      Arthur Berges, Guilherme Delazzari, Murilo Armacollo e Pier Marchi
 em
 As Damas de Paus
 Texto Mara Carvalho.     Direção Kleber Di Lázzari
  Estreia dia 12 de Setembro no Teatro Fernando Torres
Comédia musical de Mara Carvalho coloca em cena quatro mulheres (vividas por Liane Maya, Mara Carvalho, Andrezza Massei eCarol Costa) que tentam manter vivas as tradições de uma família. Entre as tradições, está o jogo de baralho semanal.Transitando entre o suspense e o humor, entre uma cartada e outra, estas quatro mulheres debatem o universo feminino diante do masculino, derrubam crenças milenares, revelam segredos e tecem uma estrutura ‘nonsense’ recheada de surpresas e final surpreendente.
Com banda ao vivo, o espetáculo possui canções originais de Mara Carvalho e Thiago Gimenes, que também assina a direção musical e arranjos; coreografias de Keila Fuke; e direção geral de Kleber Di Lázzari.
O Olhar do Diretor
"Há um lugar em que a investigação teatral se faz totalmente necessária. Um lugar que transita, sem preconceitos ou medos, pela multiplicidade humana. Que revela o nosso sublime e nossos pontos frágeis; nossa poesia e escatologias; o masculino e o feminino; o riso e as lágrimas; isso tudo – um pouco dessa imensidão que nos forma.
O texto de Mara Carvalho nos dá este presente. Uma comédia musical ‘nonsense’ que revela e permite. Revela o humano, e permite ao elenco transitar pelas muitas possibilidades de linguagens e tons interpretativos, como são as possibilidades do ‘existir’.
Ela bebe em fontes do Teatro do Absurdo, como Beckett e Ionesco, sem deixar de ser completamente singular. Está entre o cômico e o suspense. Constrói mulheres plenas. Um universo profundo, hilário e sensível. Capacidade bastante particular da generosa Mara.Estas mulheres transitam entre a força e as tradições presentes nas trágicas gregas, o humor cáustico e popular de Dercy Gonçalves, e a graça encantadora de uma Eva Todor.
O ‘nonsense’ que permeia toda a construção de ‘As Damas de Paus’ permite à encenação se utilizar de linguagens estéticas distintas. A construção cênica bebe na fonte do expressionismo alemão, do lúdico que cura de Arthur Bispo do Rosário, mas se abre a recortes poéticos típicos do teatro épico. É um jogo; de cartas, de cena, de compreensão. As regras são claras, mas os curingas podem mudar o rumo deste jogo a qualquer momento. E é aí que a cena brinca consigo mesma, e no melhor estilo Monty Python.
Um prazer. É isto o que sinto ao conduzir um projeto como este. Obrigado a todos pelo presente. Agora, desfrutemos da história dessas quatro mulheres, das suas sombras, dos seus homens – esses fantasmas que nos assombram e desafiam. Posso afirmar que ‘As Damas de Paus’ é um jogo de ‘damas’ e ‘cavalheiros’ de muito respeito!
EVOÉ! " diz Kleber Di Lázzari
TEATRO FERNANDO TORRES  - Rua Padre Estevão Pernet, 588 – Tatuapé. (Próximo ao metrô Tatuapé)
Bilheteria: 2227-1025. De 3ª a 5ª feira das 14h às 20h; de 6ª a dom., a partir das 14h. Aceita Cartão de Débito e de Crédito. Acessibilidade para PNE.  Estacionamento no local (R$ 20,00 – preço único), Ar condicionado e cafeteria. Vendas: 4003.1212 – www.ingressorapido.com.br
 Sextas às 21h30 | Sábados às 21h | Domingo às 19h. Ingressos: Sextas e Domingo R$ 50, Sábados R$ 60
Duração: 90 minutos. Recomendação: 14 anos
Gênero: comédia musical. Estreia dia 12 de setembro.  Temporada: até 23 de novembro 


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

“Myrna sou Eu” prorroga temporada

Imagem da Internet
Sucesso de Público, espetáculo prorroga temporada
até o dia 13 de dezembro de 2014, no Teatro Eva Herz

MYRNA SOU EU
Consultório Sentimental de Nelson Rodrigues

O espetáculo “Myrna sou Eu” é um sucesso de público e crítica. Com sessões lotadas, e cadeiras extras, a temporada será prorrogada até o dia 31 de dezembro, sempre aos sábados, às 18h, no Teatro Eva Herz. O texto é de Nelson Rodrigues,  comadaptação, roteiro e direção de Elias Andreato e interpretação de Nilton Bicudo.

Leia mais em: http://fuievou.blogspot.com.br/2014/03/myrnasou-eu.html

Teatro Eva Herz - São Paulo   Av. Paulista, 2073 - Bela Vista - São Paulo/SP
Bilheteria Terça a Sábado, das 14h às 21h e Domingos, das 12h às 19h
(11) 3170-4059. Ingressos: R$ 40,00 (inteira)
Temporada: até o dia 13/12, aos sábados, às 18h (iria até o dia 27 setembro)
Estreou em Maio de 2013
Recomendado: 12 anos. Duração: 70 min.
Capacidade: 168 (quatro lugares para cadeirantes)

"Antes de Mais Nada"

Foto: Divulgação
O Espetáculo ANTES DE MAIS NADA, com Fulvio Stefanini, Roney Facchini, Chris Couto e Karin Rodrigues, tem pré-estreia marcada para o dia 06 de setembro, noTeatro Tuca.

Ministério da Cultura, CESP e Porto Seguro apresentam o espetáculo ANTES DE MAIS NADA.

“A vida mal se converte em memória e já começa a se degradar. Aí começa a ficção”. Em meio a frases como esta que Alfredo, personagem vivido pelo ator Fulvio Stefanini (que neste ano completa 60 anos de carreira), dará o pontapé inicial em ANTES DE MAIS NADA, espetáculo teatral que estreia em 6 de setembro de 2014 no TUCA, o teatro da PUC, um dos mais queridos palcos paulistanos. A atmosfera mítica e afetuosa do TUCA combina perfeitamente com a curta saga de Alfredo, homem que começa a se embrenhar nos caminhos da velhice e que precisa se despedir - depois de 30 anos de afastamento - de seu melhor amigo Bernardo, conhecido ator que acaba de morrer. Em um intervalo de menos de 24 horas, Alfredo se prepara para a despedida, enquanto administra o cotidiano junto à filha, que começa a traçar um caminho de frustrações semelhante ao do pai, e à vizinha de porta, interessada no punhado de luz que será lançado sobre a família. Além disso, em um misto de devaneio e lembranças do passado, Alfredo receberá a inusitada visita do próprio amigo, com quem desenterrará histórias cheias de humor e melancolia. A peça, entre outras questões, propõe uma reflexão bem humorada sobre temas como felicidade, ritos de passagem, memória e o universo do teatro e da televisão.
Alternando situações de drama e de comédia, ANTES DE MAIS NADA conta ainda com os talentos de Roney Facchini (indicado aos prêmios Shell e APCA de melhor ator no primeiro semestre de 2014 com a peça “Ou Você Poderia Me Beijar”), no papel de Bernardo, e de Chris Couto no papel da filha Mariângela. O elenco conta também com a luxuosa participação de Karin Rodrigues (comemorando 50 anos de carreira) como a divertida e sinistra vizinha da família. Ao lado de Fulvio, os três prometem arrancar da plateia uma sequência de suspiros e risadas. 
O espetáculo traz a assinatura de Zé Henrique de Paula na direção (“Cândida” e “Ou você poderia me beijar”). Em uma parceria inédita, a Mais Palcos Projetos Culturais, produtora de Germano Soares Baía (“Variações Enigmáticas” e “O Avarento”), traz a equipe do Núcleo Experimental de Zé Henrique para o processo de criação. Desta forma, a experiência de Germano com grandes produções se alia à consistência artística do Núcleo Experimental de Zé Henrique, uma companhia com mais de 10 anos de estrada com forte viés de pesquisa de novas linguagens, e que traz no repertório uma mescla de textos clássicos com criações de novos autores.
Em ANTES DE MAIS NADA, mais uma vez Zé Henrique se debruça sobre o texto de um novo dramaturgo. O escritor Flavio Cafiero, 42, autor do livro “O frio aqui fora”, editado em 2013 pela Cosac Naify, e também roteirista de cinema e TV, tem no espetáculo sua primeira experiência profissional em dramaturgia para teatro. O autor, um dos vencedores do Prêmio Off-Flip de literatura 2013, participa ativamente do processo de criação e montagem da peça, junto com elenco e equipe técnica,enquanto se prepara para o lançamento de seu segundo livro no fim do ano, também pela Cosac Naify.
Com figurinos e cenografia também assinados por Zé Henrique de Paula, iluminação de Fran Barros, trilha sonora de Fernanda Maia e coprodução de Mario Silvio, ANTES DE MAIS NADA estreia no dia 6 de setembro de 2014, às 21:30, no TUCA, com a promessa de conduzir o espectador numa delicada e nostálgica história de uma grande amizade, que sobrevive ao tempo, aos descaminhos da vida e, em última instância, à própria morte.

Teatro TUCA - R Monte Alegre, 1024 - Perdizes – São Paulo - Fone: (11) 3670-8455
Estacionamento: R$ 14 (Rua Monte Alegre, 835) / Valet Estapar: R$ 20,00 (somente sábados e domingos)
Horários: sextas e sábados 21h30 / domingo 19h
Ingressos: sexta R$ 60 / sábado R$ 80 / domingo R$ 70
Classificação etária: 12 anos. Duração: 80 minutos
Pontos de venda: bilheteria do Tuca (terça a domingo 14h às 19h / domingo 14h às 18h) ou www.ingressorapido.com.br

Veja algumas fotas da pré-estreia vip!! 




 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

"Cazuza"

Foto: 'Cazuza - Pro Dia Nascer Feliz' no Teatro Procópio Ferreira. Venha cantar com a gente!
Foto: divulgação
Pela primeira vez nos palcos a breve e trepidante trajetória de um dos maiores ídolos da música brasileira 
De Aloísio de Abreu

Direção de João Fonseca

Após temporada de sucesso absoluto no Rio de Janeiro e turnê por doze cidades, o musical chega aos palcos do Teatro Procópio Ferreira para apresentações de quinta a domingo.

“Não quero que me imitem. Não quero ninguém atrás de mim. Tenho muito medo de ser porta-voz de qualquer coisa”.  Nesta declaração de 1988, Cazuza já profetizava o inevitável. O talento instintivo e avassalador, o temperamento explosivo, a linguagem única e libertária, fizeram dele um ícone sem precedentes na cultura contemporânea produzida no Brasil. Muito mais do que isso: ainda que à revelia foi, mesmo sem pretender sê-lo, o grande cronista da juventude brasileira dos anos 80. Morto em 1990, aos 32 anos, no auge da carreira, foi alçado a precoce e definitivo mito no imaginário brasileiro.

O espetáculo reúne alguns dos maiores clássicos de Cazuza tanto em carreira solo quanto com a banda Barão Vermelho, como Pro Dia Nascer Feliz e Codinome Beija-Flor. Também os hits Bete Balanço, Ideologia, O Tempo Não Para, Exagerado, Brasil, Preciso Dizer que Te Amo e Faz Parte do Meu Show estão presentes no roteiro, que ainda reserva espaço para composições de Cazuza que ele nunca chegou a gravar, como Malandragem, Poema e Mais Feliz.


A escolha de Emílio Dantas para o personagem título foi imediata, segundo João Fonseca. “Trabalhei recentemente com Emílio em outro musical e o considero um talento extraordinário. Desde o começo, achava que ele era o ator ideal para o personagem, o que foi comprovado durante as audições com a aprovação unânime de toda a equipe e da família do Cazuza.” Emílio, que além de ator também é cantor, precisou emagrecer cinco quilos para o personagem: “Estava predisposto até a perder mais, mas chegamos ao consenso de que não seria necessário, porque há toda a fase dele saudável. Então, para representar a doença, usamos uma energia física mais baixa, maquiagem, luz e figurino”, finaliza.

Para a construção do texto, Aloísio de Abreu partiu das conversas com pessoas próximas a Cazuza e fez uma ampla pesquisa para a criação da estrutura dramática do espetáculo. “Apesar de frequentar os mesmos lugares, eu não conhecia o Cazuza. Entretanto, sempre tive uma profunda identificação com a obra dele, que tem um quê de crônica da nossa época, revelando de forma rasgada comportamentos típicos dos jovens que todos éramos nos anos oitenta”, explica Aloísio.

Como a vida do personagem foi curta e ao mesmo tempo muito intensa, o autor procurou contar a história de forma ágil, avançando sempre a partir dos momentos de virada na carreira e na vida dele: a descoberta do teatro, o gosto pelo rock, o momento em que resolve cantar, montar uma banda, se profissionalizar, o estouro, as brigas, a mudança no estilo de sua obra, o estrelato solo, a descoberta da doença, a urgência poética no fim das forças. Enfim, momentos que levam a história adiante. “As músicas se inserem quase como parte do texto. Estrutura de musical mesmo. Claro que tem momento show, mas a trajetória do Cazuza é contada através das letras e da poesia dele. Tudo no texto ‘faz parte do show“, complementa.

A montagem dá continuidade à pesquisa desenvolvida pelo diretor João Fonseca de uma cena musical brasileira mais despojada e teatral. “Este espetáculo é mais um passo do trabalho que comecei com ‘Gota d’água’ e que culminou no ‘Tim Maia’. É uma nova possibilidade de desenvolver e aperfeiçoar uma linguagem muito autoral de musical iniciada há alguns anos.” O diretor conta que os depoimentos de Lucinha Araújo foram fundamentais na estruturação cênica do espetáculo: “A partir das lembranças dela, vamos conhecendo a vida e a obra desse artista e, tal como sua obra, a peça alterna momentos exagerados e de puro rock'n’roll a momentos mais intimistas e delicados”, finaliza.

Um amplo trabalho de pesquisa também foi essencial para a concepção musical do espetáculo. Os diretores musicais Daniel Rocha e Carlos Bauzys conceituaram a sonoridade em diferentes situações: Barão Vermelho não produzido; a gravação do primeiro disco; e, depois do sucesso, já consolidados. A banda solo de Cazuza também é reproduzida com fidelidade. “Adaptar a obra dele tornando-a cênica e, ao mesmo tempo, empolgante e reconhecível ao público, foi nosso maior desafio”, define Daniel.

Assim, uma das trajetórias mais impressionantes da música brasileira é recriada pela primeira vez nos palcos. Aliás, nada mais oportuno, num momento em que se reascende no país, como poucas vezes se viu, articulações e movimentos em torno da ética, de transparência pública, de honestidade em diversos planos, de dignidade. “Não sei quem foi o ufanista que jogou essa bandeira. É uma pessoa louca, porque o Brasil não está em condições de receber manifestações como essa. Inflação de 900%, um monte de denúncias de irregularidades, fora o assassinato do Chico Mendes. Eu estou é triste! Desiludido!”, disse Cazuza para mãe, após cuspir na bandeira pátria durante um show em 88. Hoje, 15 anos depois, “eu vejo o futuro repetir o passado, eu vejo um museu de grandes novidades…”, Cazuza estaria se perguntando: mas, afinal, cadê o Amarildo?*

Cazuza Pro Dia Nascer Feliz, o Musical é apresentado pelo Ministério da Cultura, com patrocínio da Sulamérica, Sem Parar, Mills e Eurofarma.

Teatro Procópio Ferreira (641 lugares)
Rua Augusta, 2.823 - Cerqueira César
Informações: 3083-4475. Reservas e grupos: (11) 3064-7500
Vendas: www.ingressorapido.com.br e tel.: 4003-1212.
Bilheteria: de terça à sábado, das 14h às 19h; domingo, das 14h às 18h ou até o início do espetáculo. Aceita pagamento com cartões de todas as bandeiras. Acesso a deficientes físicos, ar condicionado e entrega de ingressos a domicílio. Estacionamento conveniado na Rua Augusta, 2673 - R$ 13 (período de 4 horas, só aos sábados).

Quinta e Sexta às 21h | Sábado às 17h30 e 21h30 |

Domingo às 18h

Ingressos

Quinta: R$ 140 (premium) | R$ 120 (setor II) | R$ 50 (setor III)

Sexta: R$ 160 (premium) | R$ 140 (setor II) | R$ 50 (setor III)

Sábado e Domingo: R$ 180 (premium) | R$ 150 (setor II) | R$ 50 (setor III)

Duração: 165 minutos (com 15 de intervalo)
Classificação: 14 anos

Festival Hors Pistes SP

Nos dias 6 e 7 de setembro, o MIS recebe a terceira edição do Festival Hors Pistes SP, que acontece em parceria com o Centre Pompidou de Paris. O Festival mescla cinema e performances "fora da pista", experimentais e conceituais.

Neste ano, nós teremos a première, no Brasil, de filmes super bacanas - comoAtlas (2013), do fotógrafo Antoine D’Agata (da agência Magnum). Desde 1983, ele viaja o mundo fazendo o registro da prostituição, do sexo e do abuso de drogas, retratados no longa. Também haverá sessões com filmes que retratam a cena underground japonesa - com curtas de UMMMI e Mariko Sugihara, duas das mais novas e talentosas diretoras japonesas, e The Deserted Archipelago (1968), do diretor Katsu Kanai, que em 1970 foi premiado como Melhor Filme no festivalVisions Du Réel.

Outro destaque do Festival é a participação do artista franco-brasileiro João Vieira Torres, que estará presente no MIS e, além de realizar performances, apresentará quatro curtas na abertura do Festival.

O Festival tem entrada gratuita e acontece nos dias 6 e 7 de setembro. Em anexo, segue a programação completa. 
Museu da Imagem e do Som - MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo| (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Estacionamento conveniado: R$ 8. Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

FESTIVAL HORS PISTES SÃO PAULO 2014
DATA 29/08 a 31/08 : Oficina com João Vieira Torres
06/09 e 07/09 : Festival Hors Pistes São Paulo
LOCAL Auditório LABMIS (64 lugares)
INGRESSO gratuito (retirada com uma hora de antecedência na Recepção MIS)
CONFERIR CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA NO SITE.

"Um Amor de Renúncia"

Com Cassio Valero, Talita Hunter e 
Valdir Ramos
Da obra de Chico Xavier ‘UM AMOR DE RENÚNCIA’.

A Rama Kryia Produções traz para o palco do Teatro Paiol Cultural o espetáculo ‘Um Amor de Renúncia’. O texto foi adaptado por Alberto Centurião e baseado no romance “Renúncia que foi ditado pelo espírito Emmanuel, psicografado por Chico Xavier e é considerado uma das obras de referência na literatura espírita. ‘Um Amor de Renúncia’, com trilha sonora de Markinhos Moura, estreia no dia 20 de julho, domingo, no Teatro Paiol Cultural.
“Renúncia” é um romance que narra à saga familiar de Madalena e sua filha Alcione, ao longo de quatro décadas. A adaptação faz um recorte neste painel para contar a história do amor impossível de Alcione e Padre Carlos, que é Pólux reencarnado. Um amor impossível, porém invencível que transcende os limites temporais.
Da extensa galeria de personagens de “Renúncia”, três são trazidos à cena: Pólux/Padre Carlos, Alcione e Emmanuel, que comenta e conduz à narrativa.
‘Um Amor de Renúncia’ começa no umbral, onde Pólux recebe a visita luminosa de Alcione quando se prepara para reencarnar. O tempo passa e os espíritos enamorados voltam a se encontrar, já encarnados, na cidade de Ávila, quando Alcione está com 17 anos e Carlos já fez seus votos de padre.
Os anos se passam e a jovem Alcione,moradora de Paris, recebe a visita de Carlos, que largou a batina e partiu ao seu encontro,mas,Alcione está às voltas com compromissos familiares, cujos detalhes não pode revelar a Carlos que, desiludido e enciumado, retorna à Espanha.
Passados alguns anos, Alcione parte ao encontro do amado Carlos, mas o encontra casado e infeliz.
Mais uma vez, Alcione renuncia ao seu amor, afastando-se de Carlos. Sem que ele saiba, Alcione decide entrar para a ordem das Carmelitas, para dedicar-se ao serviço aos necessitados, sob o nome de Maria de Jesus Crucificado.
Carlos, por sua vez, traído pela esposa, entra para a ordem dos Jesuítas, sendo admitido em importante cargo da Santa Inquisição, em Madri. Servindo na comunidade de Medina Del Campo. Alcione toma posição em defesa das jovens freiras assediadas por um capelão corrupto e é denunciada à Inquisição, sendo encarcerada sob as ordens de Frei José do Santíssimo, na realidade seu amado Carlos. 
Depois de dez meses sem ver a luz do sol, Alcione, está à beira da morte quando finalmente recebe a visita de seu algoz, a quem reconhece de pronto. Carlos se desespera ao perceber o mal que causou à pessoa que mais ama no mundo e o desfecho desse amor você só saberá assistindo ao espetáculo ‘UM AMOR DE RENÚNCIA.’

Serviço:
Teatro PAIOL CULTURAL - Rua Amaral Gurgel,164 - Tel: 11-3337-4517
Estacionamento conveniado/ Lanchonete. Rampa para portadores de deficiência
Temporada até  28 de setembro. Domingos às 18h30
Duração: 1h15mim. Classificação: 08 anos
Ingressos: Inteira: R$ 40,00 // Meia: R$ 20,00
Grupos a partir de 10 pessoas: R$ 20,00. Meio entrada para Estudantes, Idosos e Professores da Rede Pública com apresentação de Identificação na Bilheteria do Teatro.
Reservas de ingressos com a RAMA KRIYA
Vendas antecipadas: 11-9-9503-4838 e teatroramakriya@gmail.com

"O Grande Circo Místico"

Foto: Divulgação
Com Fernando Eiras, Letícia Colin, Gabriel Stauffer, Isabel Lobo, Ana Baird, Reiner Tenente, Paula Flaibann, Marcelo Nogueira, Thadeu Torres, Felipe Habib, Leonardo Senna, Juliana Medella, Leo Abel, Natasha Jascalevich, Luciana Pandolfo,  Renan Mattos e Douglas Ramalho.


‘Não sei se é um truque banal / Se um invisível cordão / Sustenta a vida real...’
No início dos anos 80, o ballet do Teatro Guaíra (PR) arrebatou milhares de espectadores em todo o país com a turnê de ‘O Grande Circo Místico’, espetáculo que apresentou um relicário de canções inéditas, assinadas por Edu Lobo e Chico Buarque a partir do poema ‘A Túnica Inconsútil’, de Jorge de Lima. Mais de três décadas depois, temas como ‘Ciranda da Bailarina’, ‘A História de Lily Braun’ e ‘Beatriz’ estarão de volta ao palco em um formato inédito: o de teatro musical.
Os dramaturgos Newton Moreno (‘As Centenárias’, ‘Jacinta’, ‘Agreste’, ‘Maria do Caritó’) e Alessandro Toller criaram a dramaturgia e João Fonseca (‘Tim Maia’, ‘Cazuza’) dirige a montagem, que chega a São Paulo dia 14 de agosto para temporada no novo Theatro Net SP. A idealização do projeto é da atriz Isabel Lobo, em parceria com a produtora Maria Siman, da Primeira Pagina Produções Culturais ( ‘Ensina-me a Viver’, ‘Maria do caritó’, ‘Incêndios’).
Inspirado pelo universo original do poema, os autores criaram uma nova história, ao retratar a improvável história de amor entre Frederico, um aristocrata, e Beatriz, a bailarina de um circo. Dois jovens talentos darão vida ao casal principal: Leticia Colin, estrela de ‘Hair’, ‘Como Vencer na Vida Sem Fazer Força’ e ‘O Despertar da Primavera’, e Gabriel Stauffer, aposta de João Fonseca.
Fernando Eiras assume a figura do administrador do circo, enquanto Isabel Lobointerpreta a vilã Charlote, noiva renegada de Frederico. Ana Baird (Mulher Barbada) eReiner Tenente (Clown) completam o sexteto protagonista. Ao todo, estarão em cena17 atores e cinco músicos.

Novidades para um clássico
Com o aval de Edu & Chico, Newton e Alessandro tiveram total liberdade para criar novos conflitos, personagens e situações – como uma guerra, que mudará o rumo de toda a história e não aparecia no espetáculo de dança e no poema original.
‘Eles criaram um melodrama típico de circo para falar exatamente sobre o circo. O estilo circense não foi somente uma linguagem encontrada para contar a história. O circo aqui é a essência, é a história. A guerra aparece como seu oposto’, analisa João Fonseca.
Na trama, Frederico (Gabriel Stauffer) é obrigado a servir como médico do exército, deixando de lado a iminência de um casamento com Charlote (Isabel Lobo) e a avassaladora paixão por Beatriz (Leticia Colin). Enquanto o conflito – com seus mortos e feridos – avança, o circo é ameaçado e precisa lutar para evitar sua extinção.
‘O mais difícil foi fazer com quem as músicas, todas lindas e muito complexas, tivessem função dramática. Elas aparecem na dramaturgia de forma orgânica, complementando o texto falado’, revela o diretor. Para dar conta da estrutura dramática,João, Newton e Alessandro pinçaram outras quatro canções da mítica parceria de Chico & Edu. ‘Abandono’, ‘Valsa Brasileira’, ‘Salmo’ e ‘Acalanto’ foram incluídas no roteiro, todas com arranjos renovados do diretor musical Ernani Maletta.
‘As canções tem uma dramaticidade incrível. O grande desafio é trabalhar com letras que dizem muito sobre a história e as personagens’, diz Ernani, cujo currículo abrange uma série de trabalhos com o Grupo Galpão e o diretor Gabriel Vilella. Os temas serão executados ao vivo por um grupo de cinco músicos e alguns instrumentos também serão tocados pelos próprios atores em cena.

Uma equipe polivalente
Além de interpretar, tocar e dançar, o elenco de 17 atores – selecionados em uma disputada audição – precisou desenvolver habilidades circenses. João propôs que cada ator descobrisse a sua ‘função’ dentro do picadeiro, de acordo com as afinidades de cada um com tradicionais ícones circenses, como trapézio, nariz de palhaço, malabares e acrobacias.
O grupo contou com o apoio de Leonardo Senna, que está no elenco e assina a consultoria circense da montagem. Atual coreógrafo da Companhia de Circo e Dança de Helsinque (Finlândia), Leonardo integrou a Intrépida Trupe por 12 anos e agora foi responsável pela adaptação dos atores ao universo do picadeiro.
Neste conceito, o cenário, assinado por Nello Marrese (‘Rock in Rio – O Musical’, ‘Tim Maia – Vale Tudo’), traz uma grande lona, que se modifica de acordo com as fases da história, assim como os mais de 50 figurinos, de Carol Lobato (indicada ao prêmio Cesgranrio por ‘Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz’), e a iluminação de Luiz Paulo Nenen, atualmente indicado aos prêmios Shell, APTR e Cesgranrio por ‘Incêndios’.
Com o currículo repleto de grandes produções musicais, Tania Nardini (‘Rent’, ‘O Fantasma da Ópera’, ‘A Bela e a Fera’, ‘Chicago’, ‘My Fair Lady’, ‘Evita’, ‘O Rei e Eu’, ‘Priscilla, Rainha do Deserto’) criou as coreografias. Ela foi também responsável pelos números de dança de ‘Cambaio’ (2001), último musical da parceria Edu & Chico.
A atual montagem consolida a parceria de João Fonseca com a produtora Maria Siman e com Newton Moreno, cujo espetáculo ‘Maria do Caritó’ lhe rendeu oPrêmio Shell de Melhor Direção em 2011. O trabalho representa ainda um novo passo na sequência de musicais brasileiros que João vem dirigindo nos últimos anos, como os já citados ‘Cazuza’, ‘Tim Maia’, ‘Rock in Rio’ e também ‘Gota d’Água’ (2008), ‘Oui Oui, a França é Aqui’ (2009) e ‘Opereta Carioca’ (2010).
A estreia de ‘O Grande Circo Místico’ celebra ainda os 70 anos de seus compositores – Edu, também supervisor musical do espetáculo, completou a data redonda em agosto de 2013, e Chico festejará em junho.
O espetáculo conta com o patrocínio Banco Itaú, com recursos captados através da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet e Prefeitura do Rio de Janeiro – Secretaria Municipal de Cultura, através do Edital de Fomento à Cultura Carioca.

Músicas de Edu Lobo & Chico Buarque                     Texto: Newton Moreno e Alessandro Toller
Direção: João Fonseca                                                   Direção Musical: Ernani Maletta                                           Coreografia: Tania Nardini                                             Produção: Primeira Página Produções

Theatro Net SP - Shopping Vila Olímpia

Temporada de 14 de agosto a 28 de setembro. De quinta a sábado, às 21h. Domingos, às 19h.
Ingressos: Plateia: R$ 150; Balcão nobre: R$ 100; Balcão: R$ 50
Duração: 180 minutos. Classificação: 12 anos