sexta-feira, 2 de agosto de 2013

“Shrek – O Musical”

Aguardando a estreia de “Shrek – O Musical”!! 



DO CINEMA PARA O PALCO, SHREK CHEGA À CIDADE PARA CONQUISTAR FIONA
E O PÚBLICO DE SÃO PAULO
 “SHREK – O MUSICAL”
Ver um personagem levitar em pleno palco já é motivo de sobra para atrair milhares de espectadores por toda a temporada. Se os efeitos da série Shrek impressionaram o público nas salas de cinema em todo o mundo, a adaptação musical para os palcos brasileiros com certeza irá surpreender o exigente público paulistano por sua grandiloquência.
SHREK – O MUSICAL conta a história do carismático ogro que luta contra um nobre trapalhão pelo amor de sua princesa Fiona. Tudo com a espirituosa e perspicaz ajuda de seu amigo Burro. E as peripécias dessa saga são cantadas e contadas de forma singular pela produção brasileira, num conjunto cenográfico que transpõe fantasticamente a plateia para o pantanoso e divertido mundo de Shrek. E, claro, conduzida por um elenco talentoso, encabeçado por Diego Luri e Giulia Nadruz, Shrek e Fiona, e tem entre os destaques o ator Rodrigo Sant’Anna, do humorístico global Zorra Total, que personifica o Burro.
Baseada no original da DreamWorks Theatricals, a versão brasileira de SHREK – O MUSICAL tem direção de Diego Ramiro e direção musical de Marcelo Castro, vencedor do prêmio Shell.
Claudio Botelho, nome que é excelência em produções musicais brasileiras, assina com maestria as versões das músicas para o português. O texto assinado por Cristina Berio foi criativamente adaptado para conquistar o público no Brasil. Essa dobradinha é apenas uma das combinações que vão prender o espectador por toda a hilariante jornada.
Entre os muitos efeitos surpreendentes que enriquecem o espetáculo vale ressaltar o ilusionismo de Issao Imamura, que, como num passe de mágica, faz levitar a princesa Fiona, para delírio da plateia.
Aplaudido por mais de 2,5 milhões de pessoas nos países por onde passou (EUA, Inglaterra, Espanha, Itália),SHREK – O MUSICAL estreou no Rio de Janeiro, onde permaneceu por cinco meses. Na curtíssima temporada curitibana, também foi aplaudido por milhares de pessoas, em sessões lotadas.
Confirmado para estrear em São Paulo no mês de setembro de 2013, no Teatro Bradesco, o musical deve atingir a casa dos 100 mil espectadores, uma quantia digna das proporções do simpático e desengonçado Shrek.
Diversão garantida, SHREK – O MUSICAL é uma atração que vai conquistar toda a família. Programa digno de agenda. Aval para isso o espetáculo já tem: “Realmente me surpreendi! É uma grande emoção ver a paixão da equipe brasileira, que realizou uma das produções mais criativas que já vi”, disse Bill Damashcke, da DreamWorks.

Curiosidades monstruosas
Assim como o ogro, SHREK – O MUSICAL tem números de peso:
• Mais de 100 profissionais envolvidos
• Orquestra de 15 músicos
• Mais de 200 empregos diretos e indiretos
• 90 cenários, 200 figurinos, 80 microfones
• 24 atores e 4 stand-ins
• 20 kg é o peso do figurino de Shrek
• 100 quilos distribuídos em 10 metros constituem a personagem Dragona, imenso boneco operado por 4 profissionais
• 3,5 toneladas de gelo foram consumidas somente na primeira temporada

“SHREK – O MUSICAL”  foi a primeira produção da DreamWorks Theatricals, divisão da gigante DreamWorks Animation. A superprodução teve grande sucesso de bilheteria nos Estados Unidos, onde estreou em 2008 e foi indicada a oito Tony Awards.
Produzido pela Kabuki Produções, apresentado pelo Ministério da Cultura, com patrocínio da Vivo e dos Correios,SHREK – O MUSICAL é diversão garantida para toda a família, com classificação livre.
Kabuki ProduçõesResponsável por trazer ao Brasil os melhores espetáculos da Broadway e do mundo, a Kabuki Produções proporciona experiências e entretenimento do mais alto padrão de qualidade.
O clássico “Jekyll & Hyde – O Médico e o Monstro” e o teatro circense catalão “La Fura dels Baus” são alguns dos projetos realizados no país pelos produtores artísticos Diego Ramiro e Lilian Cordeiro.
SinopseShrek é um ogro que vive feliz e sozinho num pântano de Tão Tão Distante.
Seu sossego é ameaçado quando o governante local, Lord Farquaad, despeja no lugar todas as criaturas mágicas de seu reino. Para se livrar delas, o ogro faz um acordo com Farquaad: vai buscar a “peça” que tornaria completo o reino de Lord. Essa peça é Fiona, uma princesa politicamente incorreta que vive aprisionada num castelo vigiado por um dragão. Shrek e seu amigo Burro partem para a missão de libertá-la. E conseguem. Mas Shrek se apaixona por Fiona, passando a lutar pela conquista de seu coração.
AutoresDavid Lindsay Abaire - Textos e MúsicasRecebeu o Prêmio Ed Kleban. Letrista do Teatro Musical Mais Promissor. Prêmio Pulitzer de Drama pela peça “Rabbit Hole”, que estreou na Broadway com cinco indicações ao Tony Awards. Com "Shrek The Musical", foi indicado a dois prêmios Tony, como Melhor Texto e Melhor Música.
Jeanine Tesori - MúsicasEscreveu quatro musicais da Broadway nomeados ao Tony Awards: “Twelfth Night”, “Thoroghly Modern Millie”, “Shrek The Musical” e “Caroline or Change”, que também ganhou o prêmio Olivier de Melhor Musical no National Theater de Londres. Indicada em diversas premiações, Jeanine escreveu canções para os filmes “Shrek Terceiro”, “A Pequena Sereia III”, “Mulan II” e “Lilo e Stitch II”.
DireçãoDiego Ramiro - Diretor ArtísticoDiego já atuou como ator e apresentador de TV, em quase duas décadas de carreira. Nos últimos anos, está à frente da Kabuki Produções em sociedade com Lilian Cordeiro. Juntos, montaram o musical “Jekyll & Hyde, O Médico e o Monstro” e “Cielo Arte – La Fura dels Baus” em parceria com o grupo catalão La Fura dels Baus.
Marcelo Castro – Diretor MusicalUm dos nomes mais respeitados no teatro musical brasileiro, dirigiu inúmeras montagens como “Avenida Q”, “O Despertar da Primavera”, “A Noviça Rebelde”, “Hair” e “Um Violinista no Telhado”, pelo qual recebeu o 24º Prêmio Shell (2011), na categoria melhor música. Também regente, é responsável por costurar diversos tipos de canções e diferentes timbres.
TraduçãoCláudio Botelho – MúsicasO mineiro Cláudio Botelho é considerado, ao lado de Charles Möeller, um “mago dos espetáculos”. Desde 1990, assinou traduções, versões e foi responsável pela direção musical de grandes espetáculos, como “As Malvadas” (Prêmio Sharp de melhor Musical de 1997), “Cole Porter – Ele Nunca Disse que Me Amava” (Prêmio Governador do Estado pela direção musical), e “Company” (indicado ao Prêmio Shell), entre mais de 30 montagens.
Cristina Berio – TextoNascida e criada entre a Itália e o Brasil, Cristina Berio atualmente mora em Los Angeles, onde trabalha como diretora de dublagem. Pesquisadora e produtora de documentários de TV (The War On Drugs), participou da produção do documentário sobre Frank Zappa, produzido por Gail Zappa. Cristina trabalhou como tradutora em Shrek 3, Homem Aranha 3, A Era do Gelo 2, The Simpsons, Munique, O Terminal, entre outros títulos. Cristina coordenou a equipe de texto de Shrek – O Musical, formada por Fernanda Fernandes e Pavlos Euthymiou.
CoreografiaCaio NunesComeçou seus estudos de Ballet na Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (antiga Escola do Teatro Municipal do RJ), participou de diversas companhias e foi diretor e coreógrafo do grupo  Dzi Croquets. Com diversos prêmios, coreografou Comissões de Frente de Escolas de Samba do RJ e RS e também montagens de teatro, shows e cinema. É responsável pela preparação corporal de diversos atores e cantores e é coreografo da TV Globo.
Realização: Kabuki Produções


SHREK – O MUSICAL
Estreia dia 13 de setembro.     
Temporada: Até 22 de dezembro de 2013
Sessões sextas às 20h30, sábados às 15h e 19h e domingos às 15h e 19h
Duração: 120 min. c/ intervalo 20 min.
Classificação: Livre. Menores de 12 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais).
Teatro Bradesco
 - 
www.teatrobradesco.com.br
Piso Perdizes do Bourbon Shopping São Paulo - Rua Turiassú, 2100, 3º piso, Pompéia


INGRESSOS
Setor                                                                                  Valores 
                                                                  Sextas                            Sábados e DomingosBalcão Nobre                                              R$ 70,00                                    R$ 90,00
Frisa 2º andar                                              R$ 90,00                                   R$ 110,00
Frisa 1º andar                                              R$ 110,00                                 R$ 130,00
Plateia                                                        R$ 150,00                                  R$ 180,00
Camarote                                                    R$ 150,00                                  R$ 180,00

Cliente Bradesco tem 25% de desconto na compra de até 4 ingressos, além de um guichê exclusivo na bilheteria do teatro. Desconto válido apenas para pagamentos com os cartões Bradesco.
Usuário dos cartões Zaffari Card e Bourbon Card, possui 25% de desconto na compra de até 2 ingressos por titular do cartão na bilheteria do teatro.
* Descontos não cumulativos com meia entrada e outras promoções, limitado até 200 ingressos de cada sessão/espetáculo.

ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.
Capacidade: 1439 pessoas
Acesso para deficientes
Estacionamento: 
Self – Primeiras duas horas R$ 9,00 - Hora adicional R$ 2,00
Valet – Primeira hora R$ 14,00 - Hora adicional R$ 10,00
Motos – Primeiras duas horas R$ 9,00 - Hora adicional R$ 2,00
Vendas: Ingresso Rápido: 4003-1212 - www.ingressorapido.com.br
Bilheteria Teatro Bradesco: Piso Perdizes do Bourbon Shopping São Paulo - Rua Turiassú, 2100, 3º piso, Pompéia/ Horário de funcionamento: Domingo a Quinta das 12h às 20h, Sexta e Sábado das 12h às 22h.

"Lou&Leo"

(foto acervo pessoal: Leo Moreira Sá)
(foto acervo pessoal: Leo Moreira Sá)
Léo Moreira Sá e Beatriz Aquino

em

LOU&LEO

Argumento Léo Moreira Sá
Dramaturgia Nelson Baskerville e Léo Moreira Sá
Direção Geral Nelson Baskerville

O artista e ativista transexual Léo Moreira Sá, ex-bateirista de “Mercenárias”, primeira banda de punk rock feminina do Brasil, narra sua trajetória em busca de sua identidade desde a sua vinda do interior pra São Paulo, os movimentos feministas dos anos 80, USP, a dependência da cocaína e a conseqüente prisão em 2004 até ganhar o premio Shell 2012 de iluminação junto a Cia de Teatro “Os Satyros”.

Lou&Leo
meus projetos pessoais terão que esperar
Por Nelson Baskerville

Em maio de 2012, após a apresentação de Luís Antônio-Gabriela no Páteo do Colégio, fazendo parte da Virada Cultural Paulista, Léo Moreira Sá me procurou. Antes disso eu tinha tido um breve encontro com ele como responsável técnico no teatro dos Sátyros. Gabriela o tinha tocado. Ele então me convidou para uma mesa de discussões sobre Teatro e Diversidade Sexual na qual fui com prazer. Era uma continuação de uma dívida que eu contraíra com Luís Antônio; e depois da estreia do espetáculo em 2011, nunca deixei de atender a um só convite que discutisse esse assunto. Continuo assim, com prazer. Quando Léo fez uso do microfone falando da transexualidade com tanta propriedade eu não conseguia entender qual a ligação dele com tal assunto. Talvez ele também tivesse um irmão, irmã, parente transexual. Saí do encontro sem saber e sem perguntar. Nessas ocasiões meus antepassados ingleses gritam na minha alma: nunca faça uma pergunta capaz de constranger o outro ou a si próprio. Logo depois ele me procurou novamente para me convidar a dirigir um espetáculo que falava de sua vida e na primeira reunião constatei. Léo havia sido Lou. Não consegui disfarçar o espanto e fascínio que tive ali na frente dele. A história que ele queria contar era novamente um Luís Antônio-Gabriela invertido. Eu poderia, por questões de carreira, declinar para não repetir o assunto, para não ficar marcado ou para não acharem que eu achei na diversidade “o meu filão”.

Claro que essa ideia horrorosa do inferno em que vivemos também passou pela cabeça. Mas ao mesmo tempo eu não hesitei um só momento. Não disse um “vou pensar”, “vou ler o texto antes”, porque não se tratava só de mim, eu tenho consciência do que despertei depois de Luís Antônio. E não há nenhuma “questão de mercado” que me impeça de fazer aquilo que eu tenho que fazer. Gosto do Brecht quando ele diz que a arte deve se preocupar com as “tragédias que poderiam ser evitadas”. Experimentei isso com relação ao meu irmão/irmã e vi em Lou&Leo novamente a mesma história, o mesmo preconceito, a mesma descriminação.
 O espetáculo é mais um documentário cênico performático que me desafia e me tira noites. Léo não é ator, é cara-de-pau, como ele mesmo gosta de dizer. Um homem contando a própria história no palco. Uma vida rica. Um homem em um corpo feminino que desceu ao Hades e voltou para passar a experiência (se não for assim nada faz sentido na vida). Um menino que um dia é obrigado a vestir uma saia para poder ir à escola. A vinda pra São Paulo; ele é natural de São Simão, perto de Ribeirão Preto.

O abuso sexual. A entrada na USP, a entrada nas “Mercenárias” onde foi baterista. A história de amor com Gaby, uma travesti com quem ele casou. O envolvimento com as drogas, o tráfico, a prisão em 2004 e o ingresso na Companhia dos Sátyros que lhe valeu, junto com Rodolfo Garcia Vazquez, o premio Shell de iluminação de 2012.
A discriminação é um erro que cometemos como humanidade. Faço Lou&Leo para entender melhor o que é gênero (descobri que são muitos e não precisam de rótulos). Para entender melhor o humano e as mentiras que nós nos contamos como humanos.


Sobre Léo Moreira Sá
Em 1980, Lou Moreira ingressou no curso de Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da USP, mas não chegou a concluir porque entrou em 1984 na lendária banda de punk rock dos anos 80, as Mercenárias, ocupando o banquinho da bateria que antes havia sido ocupado por Edgar Scandurra, o guitarrista do IRA! Em 1985 foi lançado o primeiro disco "Cadê as armas", pelo sêlo independente "Baratos Afins" e em 1987, o segundo disco "Trashland" pela EMI-odeon! A banda acabou em 1980, mas se tornou um clássico do Rock Nacional,  obtendo reconhecimento internacional com o lançamento da coletânea póstuma:  "Beginning of the End of the World: Brasilian Post-Punk 1982-85" na Inglaterra em 2005! Com o fim da banda, Lou Moreira  se tornou empresária abrindo um Café no C.A. XI de agosto da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, e depois uma casa noturna em 1995, a "Circus"! Nessa época, viveu um momento de muitos conflitos acerca de sua identidade de gênero,  que a levou ao consumo desenfreado da cocaína, perdendo o controle de sua vida emocional e financeira! Há 8 anos longe das drogas, assumiu sua transexualidade e com sua identidade redefinida como Leo Moreira Sá, reconstrói sua vida como ator e iluminador das artes cênicas, desde 2009 na Cia de Teatro Os Satyros, sendo reconhecido em seu primeiro trabalho como iluminador com o  Prêmio Shell 2012 na categoria melhor iluminação pelo espetáculo Cabaret Stravaganza!
Breve Currículo:
out/2009 - dez/2011 - operador de luz da Companhia de Teatro Os Sátyros.
dez/20O9 - ator em UM DIA UM CISNE (direção: Tânia Granussi)
maio/2010 - dez/2011 - ator da peça HIPÓTESES PARA O AMOR E A VERDADE de Ivam Cabral e Rodolfo Garcia Vazquez.
dez/2010 - ator em ADORAÇÃO (direção: Fábio Penna)
out/2011 - jun/2012 : lighting designer, operador de luz e ator em CABARET STRAVAGANZA de Rodolfo Garcia Vazquez
mar/2012: vencedor do PRÊMIO SHELL 2012 na categoria iluminação (Cabaret Stravaganza)

LOU&LEO
SATYROS I - Sala Ademar Guerra  - R. Praça Roosevelt, 214 – Informações: 3258-6345
Bilheteria: aberta 1 hora antes do espetáculo

Terças e  Quartas às 21h. Ingressos: R$ 30

Duração: 50 minutos. Recomendação: 16 anos  . Gênero: documentário

Estreia dia 06 de agosto. Curta Temporada: até 25 de setembro

"Bette Davis & Eu"

BETTE DAVIS E EU
Fotoa: Divulgação
Wilson de Santos e Flávia Garrafa

em
Bette Davis & Eu

Nova temporada no Teatro Santo Agostinho a partir de 03 de agosto

Após 03 meses de temporada no Teatro Renaissance, a peça volta a cartaz em São Paulo

COMÉDIA NARRA DIVERTIDA
HISTÓRIA REAL DO ETERNO MITO DO CINEMA

Com história verídica, comédia inédita no Brasil traz o ator Wilson de Santos vivendo um dos maiores ícones de Hollywood.

O que você faria se um dos grandes mitos da história do cinema entrasse em sua casa para jantar e ficasse lá por dias e dias, se relacionando com sua família e interferindo de forma definitiva em sua vida?
A escritora norte-americana Elizabeth Fuller viveu isso em 1985 com a atriz Bette Davis e criou Me and Jezebel, texto que acabou levando para o teatro o hilário turbilhão em que se transformou sua existência a partir desse encontro. Agora, a peça Bette Davis e Eu, traduzida por Reinaldo Moraes, finalmente estreia no Brasil sob a direção de Alexandre Reinecke, trazendo para o palco a atriz Flávia Garrafa, vivendo a escritora Elizabeth Fuller, e o ator Wilson de Santos na pele de... Miss Davis!

Em cena, um relato hilário e tocante da batalha diária de uma fã tentando agradar seu ídolo cinematográfico e existencial, já no ocaso da vida, mas não da verve e da mordacidade. Com fatos reais, a montagem apresenta uma Bette Davis no prosaico dia-a-dia de uma família comum, mas com a mesma postura explosiva, intimidante, caprichosa e impaciente que a transformou no ícone para batalhões de fiéis pelo mundo afora.

"Quando rodamos a cena em que eu arrasto a Crawford da cama até o corredor, a desgraçada tinha posto um cinto de chumbo pra ficar mais pesada! Quase quebrei minha coluna!" - Bette falando para Liz sobre Baby Jane, em Bette Davis e Eu.

A história começa exatamente no dia 28 de maio de 1985, quando Elizabeth Fuller, escritora, mãe de um garoto e mulher de outro escritor, levando sua vidinha em Connecticut, abre a porta de sua casa e recebe para jantar uma amiga – que estava acompanhada de ninguém menos que Bette Davis, o mito! Quatro semanas depois a atriz ainda estava lá, mexendo com seu coração de mãe e seus valores de classe-média. Para sempre! Como chegou a declarar John Fuller, marido da autora Liz Fuller, a peça começa com "o dia em que a Malvada veio para o jantar e Baby Jane ficou para o café da manhã”.

"Meu único descuido foi ter engravidado." - Bette falando para Liz, comentando o livro Cuidando da Própria mãe, que sua filha lançou durante o período de estadia.

O projeto da montagem de Bette Davis e Eu vem sendo amadurecido há muitos anos pelo ator Wilson de Santos, que visitou a escritora Elizabeth Fuller em Connecticut para fechar a compra dos direitos autorais. “Poucas obras envolvendo Bette Davis são autorizadas pela sua família”, comenta o ator, que enxerga nessa produção uma grande chance do público conhecer uma parte emocionante e tragicômica da personalidade da atriz. Para viver Miss Davis, Wilson se valerá de toda a pesquisa que vem fazendo sobre a atriz, além da experiência conquistada com outros papeis femininos – como nas peças A Bofetada (da Cia Baiana de Patifaria), Noviças Rebeldes (com direção de Wolf Maia) e na recente A Noviça Mais Rebelde, solo que ficou em cartaz por mais de três anos e encerrou sua temporada no último mês de fevereiro.

Foto:Divulgação
Para dividir a cena com ele, a atriz Flávia Garrafa, que integrou o elenco da comédia Como se tornar uma super mãe em dez lições (de Paul Fucks, em cartaz desde janeiro de 2012 no Teatro Gazeta, em São Paulo),TPM Katrina (de Paulo Coronato) e Toc Toc (de Laurent Bafie). Essas três montagens foram dirigidas por Alexandre Reinecke, um dos diretores teatrais mais atuantes do mercado brasileiro (e que também assina a direção de Bette Davis e Eu). Somente entre 2009 e 2010, Reinecke teve mais de dez peças teatrais em cartaz na capital paulista – entre as quais Sua Excelência, o Candidato (de Marcos Caruso e Jandira Martini), com Wilson de Santos. A nova montagem que estreia agora tem ainda na ficha técnica nomes como Miguel Briamonte (trilha sonora), Theodoro Cochrane (cenografia) e Fábio Namatame (figurino).

Bette Davis e Eu estreia no Brasil no mesmo momento em que os direitos autorais do texto foram vendidos para virar uma produção cinematográfica nos Estados Unidos. Sempre secundada pela atônita Liz de Flávia Garrafa, a Bette Davis de Wilson de Santos participa de sessões espíritas, com muito deboche e afetividade pelos que se foram. Uma diva que leva o público para uma inesperada tarde de autógrafos no McDonald\\\'s, colorindo as orelhas do Mickey Mouse junto com o filho de Liz e devorando ostras com bárbaro apetite num restaurante francês. Enfim, a verdadeira e divertida história sobre a noite em que Bette Davis veio para o jantar... E ficou. E ficou. E ficou...

"A cena da praia em Baby Jane teve que ser rodada num set especial dentro do estúdio; o Aldrich precisou trazer toneladas de areia só porque a Miss Crawford tinha uma cláusula no contrato que exigia uma temperatura de 21º o tempo todo. O corpo dela estava saturado de birita, eis o porquê. Ela suaria feito uma porca no espeto!" – Bette falando para Liz sobre Baby Jane, em Bette Davis e Eu.

Bette Davis e Eu estreou no Teatro Renaissance, em São Paulo, no dia 05 de abril, data em que a lendária atriz completaria 105 anos de idade. 


Teatro Santo Agostinho - Rua Apeninos, nº 118 – Metrô Vergueiro.  (11) 3209-4858
Bilheteria: de quarta a domingo, das 15h às 20h; Sexta domingo das 15h, até o início do espetáculo.
Formas de pagamento na bilheteria: Cartão de débito ou dinheiro. 
Vendas pela Internet: www.ingresso.com.br e telefone: 4003-2330

Sábado às 22h | Domingo às 20h. Ingressos: R$ 40
Duração: 90 minutos. Recomendação: 12 anos
Estreia dia 03 de agosto.  Temporada: até 27 de outubro de 2013

"À Noite Todo Gato é Pardo"

Junno Andrade, Delisiée Marinho, Alessandra Venansi, Cacá Toledo, Guilherme Chellucci e Viviane Salles
 em
 "À Noite Todo Gato é Pardo", de Carlos Antônio Soares.  Direção Ricardo Rizzo
 Estreia dia 07 de Agosto
À NOITE TODO GATO É PARDO
Foto:Divulgação 
no Teatro Shopping Frei Caneca
 Comédia no estilo vaudeville, de encontros e desencontros, que se passa num rico haras e aborda o universo do oportunismo, relacionamentos de fachada, sexo e trapaças financeiras, traz Junno Andrade e grande elenco em apresentações às quartas e quintas no Teatro Shop. Frei Caneca.

 Na trama, o casal proprietário do haras, Geraldo (Junno Andrade) e Clotilde (Delisiée Marinho), parece em perfeita harmonia, feliz e realizado. É o dia do aniversário de casamento deles e Geraldo prepara uma carinhosa surpresa, enquanto a esposa faz de tudo para ir à cidade, a sós, com o empregado e peão Amarildo (Guilherme Chelucci), seu amante insaciável e cúmplice num golpe financeiro, que envolve um caríssimo cavalo garanhão.

 No entanto, os amigos Zé Carlos (Cacá Toledo), o alpinista social, candidato a deputado e marido ciumento e a perua alcoólatra e libidinosa Maria Amélia (Viviane Salles), chegam para o fim de semana, com outro plano de golpe na mala, a de vender terras improdutivas, herança de família, por peso de ouro. 

 No meio de toda história e observando tudo, está Dinorá (Alessandra Venansi), uma empregada louca pelo patrão Geraldo, ingênua e de comunicação limitada, que de forma muito sincera e com boas intenções, acaba potencializando a confusão, criando discórdias entre os casais e novas oportunidades, inclusive para si própria, de golpes que envolvem dinheiro e sexo. 

"Por se tratar de uma comédia estilo Vaudeville, com temática contemporânea, na qual cada ação das personagens repercute para todos os outros em situações de difícil saída, comparo a peça àum jogo de xadrez, repleto de humor, ação e ironia. Desta forma, busquei no aspecto visual e conceitual, distanciar-me do realismo óbvio esperado para montagens desta natureza, e ganhar teatralidade sem perder ritmo e precisão, características marcantes deste espetáculo. Fazer comedia éentender profundamente a forma de pensar da plateia, e por consequência, do ser humano", afirma o diretor Ricardo Rizzo.

 Uma história hilária, com personagens surpreendentes, contemporânea, cheia de surpresas, confusões e segredos.

Teatro Shopping Frei Caneca  -R.ua Frei Caneca, 569 - 7º a - (11) 3472-2229 e 3472-2230
Grupos: (11) 3472-2226. Bilheteria: de terça à quinta, das 13h às 19h; de sexta a domingo, das 13h até o início do espetáculo. Vendas: (11) 4003.1212 / www.ingressorapido.com.br
Quartas e Quintas às 21h. Ingressos: R$ 70
Duração: 85 minutos. Recomendação: 14 anos
Estreia 07 de agosto.  Curta Temporada: até 29 de agosto

"A Descida do Monte Morgan" - Reestreia

É possível ser fiel a si e aos outros ao mesmo tempo?

 Espetáculo com direção de Luiz Villaça reestreia no TUCA Arena em 03 de agosto em Curta Temporada.

 O espetáculo A Descida do Monte Morgan, texto inédito de Arthur Miller no Brasil, realiza nova e curta temporada no Teatro TUCA Arena entre 03 de agosto e 01o. de setembro. A montagem é a segunda direção teatral do cineasta Luiz Villaça, que estreou com Sem Pensar em 2011, eleito Melhor Espetáculo de Comédia pelo voto popular no Prêmio Contigo!. 
A DESCIDA DO MONTE MORGANVillaça está no ar atualmente com a série 3 Teresas no canal GNT e preparando nova série para a TV Globo, A Mulher do Prefeito, com estreia programada para o segundo semestre. Os ingressos estarão à venda na bilheteria do teatro a partir do dia 29 de julho, a preços populares. No elenco, Ary França, Lavínia Pannunzio, Samya Pascotto, Fábio Nassar, Ju Colombo e Paula Ravache.

 Ary França vive o apaixonante e dividido Lyman Felt, um homem de sucesso, bígamo, filho de judeus e albaneses, que conseguiu fundar sua própria empresa de seguros e tornar-se um dos homens mais respeitados dos Estados Unidos. Fiel a seus sentimentos única e exclusivamente, Lyman envolve suas duas mulheres – interpretadas por Lavínia Pannunzio e Samya Pascotto – numa vida de mentiras que resulta em uma pergunta: É possível ser fiel a si mesmo e aos outros? Nesta comédia dramática sobre amor, fidelidade e ambição, os diálogos, regados de humor, refletem com lucidez implacável o fim de um sonho.

A montagem de Villaça envolve o espectador em uma história eletrizante, onde as personagens transitam por estados, emoções e tempos de uma réplica a outra, resultando num jogo ágil e teatral por excelência.  O cenário instigante, criado por Márcio Medina e a ousada criação de luz de Wagner Freire reforçam e salientam a proposta do diretor. A trilha de Fernanda Maia acompanha o conjunto com precisas intervenções.

 Com muito humor, o autor tece esse emaranhado de sentimentos e relações que misturam diversos conceitos e preconceitos sociais, sentimentos díspares e ambíguos, fazendo com que, como as personagens, o público também se questione: consigo ser fiel ao que sinto e penso sem magoar os outros ou soar como mero arrogante egoísta? Como equacionar a resposta correta? Talvez seja só um ponto de vista.
 Miller já tinha 76 anos quando escreveu A Descida de Monte Morgan (estreou em 1991, mas seguia inédito no Brasil), e o resultado parece afirmar um individualismo ao extremo, ao ponto de não perceber os efeitos colaterais que esse tipo de comportamento causa, questionando a responsabilidade social de cada homem.

 Os ingressos custam entre R$ 20,00 e R$ 30,00, com descontos para clientes Porto Seguro. A venda inicia a partir do dia 29 de julho, na bilheteria do teatro e pelo site www.ingressorapido.com.br

Teatro TUCA Arena -Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes (esq com Rua Bartira) - (11) 3670-8455 | 4003-1212
Sex e sáb 21h | Dom 19h Valores: R$ 30,00 (sex e dom) | R$ 40 (sábado)
De 03 de agosto a 1o. de setembro. Sexta e Sábado às 21h | Domingo às 19h
Duração | 100 minutos. Recomendação | 12 anos. (não haverá espetáculo nos dias 16 e 17 de agosto)

"La Mamma"

Foto: Espetáculo La Mamma estreia em agosto

Rosi Campos e Leonardo Miggiorin estão no elenco desta comédia dirigida por Carlos Artur Thiré 

Entre os dias 2 de agosto e 1º de dezembro o Teatro Nair Bello, em São Paulo, recebe a temporada do espetáculo La Mamma. O texto, de André Roussin que não é montado nos palcos brasileiros desde a década de 60, é uma adaptação teatral do romance “O Belo Antônio”, do escritor e roteirista Vitaliano Brancati (1907-1954). A comédia conta com direção de Carlos Artur Thiré e realização de Leonardo Miggiorin, que também está no elenco ao lado de Rosi Campos, Carlo Briani e Débora Gomez.
A peça trata dos conflitos de uma típica família ítalo-brasileira, com sua figura central, a Mamma (Rosi Campos), que faz de tudo para manter sua família unida e bem vista perante a sociedade local. A Mamma tem dois filhos (Aldo e Antônio), ambos interpretados por Leonardo Miggiorin. Apesar de serem gêmeos, os irmãos são completamente diferentes. Antônio é o galã da cidade, charmoso, bem relacionado, atrai todas as atenções femininas. Já Aldo é o filho preguiçoso, bronco, encostado nos negócios da família e fisicamente, passa longe da beleza do irmão. 
Quando se descobre que Antônio, com toda sua fama de Don Juan, na verdade não era o que aparentava ser, sua família passa por uma desmoralização. Para salvar a reputação dos Magnano, a Mamma arma um plano mirabolante, envolvendo seu outro filho (Aldo), que é encarregado de se passar pelo irmão. Porém, o plano não sai como o combinado e a peça acaba tendo um desfecho surpreendente, que revela a verdadeira chave para o mistério: o amor.

Serviço: 
La Mamma
Quando: 2 de Agosto a 1º de dezembro de 2013
Onde: Teatro Nair Bello (Shopping Frei Caneca)
Endereço: Rua Frei Caneca, 569 - Consolação / São Paulo-SP
Tel.: 3472-2414
Horário: sexta-feira 21h30 / sábado 21h e domingo 19h
Capacidade: 200 lugares
Ingressos: R$ 60,00 inteira e R$30,00 meia (www.ingresso.com) 
*Clientes Bradesco Seguros têm 30% de desconto em até dois ingressos. 

Ficha técnica 
Texto: André Roussin
Tradução: Letícia Kaminski e Carlos Artur Thiré 
Adaptação e Direção: Carlos Artur Thiré 
Elenco: Rosi Campos, Leonardo Miggiorin, Carlo Briani e Débora Gomez. 
Cenário e figurino: Clívia Cohen 
Trilha sonora: Charles Dalla 
Iluminação: Aline Santini
Fotos: Paulo Emílio Lisboa 
Visagismo: Dicko Lorenzo
Efeitos Especiais: Heitor Cavalheiro
Produção executiva e direção de produção: Néctar Cultural 
Realização: L.M. Produções Artísticas
Espetáculo La Mamma estreia em agosto

Rosi Campos e Leonardo Miggiorin estão no elenco desta comédia dirigida por Carlos Artur Thiré 

Entre os dias 2 de agosto e 1º de dezembro o Teatro Nair Bello, em São Paulo, recebe a temporada do espetáculo La Mamma. O texto, de André Roussin que não é montado nos palcos brasileiros desde a década de 60, é uma adaptação teatral do romance “O Belo Antônio”, do escritor e roteirista Vitaliano Brancati (1907-1954). A comédia conta com direção de Carlos Artur Thiré e realização de Leonardo Miggiorin, que também está no elenco ao lado de Rosi Campos, Carlo Briani e Débora Gomez.
A peça trata dos conflitos de uma típica família ítalo-brasileira, com sua figura central, a Mamma (Rosi Campos), que faz de tudo para manter sua família unida e bem vista perante a sociedade local. A Mamma tem dois filhos (Aldo e Antônio), ambos interpretados por Leonardo Miggiorin. Apesar de serem gêmeos, os irmãos são completamente diferentes. Antônio é o galã da cidade, charmoso, bem relacionado, atrai todas as atenções femininas. Já Aldo é o filho preguiçoso, bronco, encostado nos negócios da família e fisicamente, passa longe da beleza do irmão.
Quando se descobre que Antônio, com toda sua fama de Don Juan, na verdade não era o que aparentava ser, sua família passa por uma desmoralização. Para salvar a reputação dos Magnano, a Mamma arma um plano mirabolante, envolvendo seu outro filho (Aldo), que é encarregado de se passar pelo irmão. Porém, o plano não sai como o combinado e a peça acaba tendo um desfecho surpreendente, que revela a verdadeira chave para o mistério: o amor.

 Muita diversão nos espera em "La Mama" com a vivacidade de  
Leonardo Miggiorin, responsável pelos papéis dos irmãos Magnano, Antonio e Aldo; o brilho da eterna Morgana, - Rosi Campos, fazendo a Mamma, bem aos moldes da uma legítima família italiana!! Carlo Briani intercalando  o Padre, O pai da donzela - o tabelião e o bonachão tio Ermenegildo! E a doçura, um anjo de candura a Bárbara Moretti e a espivitada Rosina são personagens de Débora Gomez! 
Elenco ótimo e muito afinado! 
L. M.  Produções Artísticas estreia em altíssimo estilo com esta peça. Quem pode ver o trabalho de Leonardo Miggiorin na TV e recentemente em peças como "Equus", "Lampião e Lancelote" e ainda "A Princesinha" sabe que #temquever "La Mamma" numa produção de Néctar Cultural. 

Serviço:
La Mamma
De 2 de Agosto a 1º de dezembro de 2013
Teatro Nair Bello (Shopping Frei Caneca) - R. Frei Caneca, 569, 3º andar - Consolação / São Paulo-SP
Tel.: 3472-2414
Horário: sexta-feira 21h30 / sábado 21h e domingo 19h
Ingressos: R$ 60,00 inteira e R$30,00 meia (www.ingresso.com)
*Clientes Bradesco Seguros têm 30% de desconto em até dois ingressos.

Ficha técnica
Texto: André Roussin                  Tradução: Letícia Kaminski e Carlos Artur Thiré
Adaptação e Direção: Carlos Artur Thiré
Elenco: Rosi Campos, Leonardo Miggiorin, Carlo Briani e Débora Gomez.
Cenário e figurino: Clívia Cohen    Trilha sonora: Charles Dalla
Iluminação: Aline Santini              Fotos: Paulo Emílio Lisboa
Visagismo: Dicko Lorenzo             Efeitos Especiais: Heitor Cavalheiro
Produção executiva e direção de produção: Néctar Cultural
Realização: L.M. Produções Artísticas


#FUIEVOU!